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Hoje nós nos sentimos indivíduos adestrados? Temos a impressão de ser estritamente vigiados? Ou estamos em permanente exposição? Em que medida vivemos numa sociedade disciplinar? Ou numa sociedade de controle? Ou ainda numa sociedade sobretudo mediática?
Nos anos de 1970, caminhando em direções bem diferentes, Foucault, Deleuze e Derrida desenvolveram uma reflexão crítica de rara acuidade, criando conceitos de grande alcance. Em que medida o chamado "pensamento rebelde" ainda mantém a sua força explicativa? Em que medida ele vem auxiliar a compreender melhor nossa sociedade? Em que medida pode contribuir para refletir sobre os problemas do nosso tempo?
Por que não conseguimos viver sem ilusões? É sempre ruim alimentar uma ilusão? E como levantar-se depois de ser derrubado por uma desilusão? O Audiopod convidou a filósofa Olgária Matos para discutir a função das ilusões em nossa vida. Neste podcast, Olgária nos mostra a importância de aprendermos a atravessar os momentos de desilusão. Não podemos evitar que nossos mundos caiam. Então, precisamos aprender a levantar.
Texto integral de Dostoievsky, traçando uma reflexão madura e sensível sobre o acúmulo de bens como um objetivo de vida.
Nesta história que marcou gerações de leitores em todo o mundo, um piloto cai com seu avião no deserto do Saara e encontra um pequeno príncipe, que o leva a uma aventura filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana.
Um audiolivro para todos os públicos, O pequeno príncipe é uma obra atemporal, com metáforas pertinentes e aprendizados sobre afeto, sonhos, esperança e tudo aquilo que é invisível aos olhos.
É possível usar algo como o Algoritmo de Shor, que explora a mecânica quântica, para simplificar a fatoração de números em seus componentes principais (números primos), algo essencialmente inviável para computadores comuns quando os números são muito grandes. Mas por que isso importaria? Muitos algoritmos de criptografia assimétrica como, por exemplo, o RSA, são fundamentados na suposição que a fatoração de grandes inteiros é computacionalmente inviável.
Até o presente momento, essa suposição se mostrou verdadeira para computadores convencionais, porém um computador quântico hipotético, com uma capacidade de Qubits (bit quântico) suficiente, poderia quebrar o RSA e outros algoritmos similares, tornando a criptografia de chave pública em basicamente um controle de segurança inútil.
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