Uma festa importante era a Páscoa, no dia catorze do mês de Nisã. E quando terminava a Páscoa, já vinha a festa dos Paes Asmos, que ia do dia quinze, até no 21. Só, que ainda nestes dias desta festa dos pães asmos, logo no dia dezesseis de Nisã, tinha a festas das primícias, ou seja, da primeira colheita. Pra Semeadura também tinha uma festa, que era o Pentecostes, e que acontecia, no dia seis do mês de Sivã. Depois, dia primeiro de Tisri, vinha então a festas das Trombetas, ou seja, o Ano Novo.
Você também já deve ter ouvido falar do Yom Kippur, que no dia dez de tisri era o solene dia da Expiação. Depois, ainda no mês tisri, do dia quinze até o dia 21 tinha a festa dos tabernáculos, no dia vinte e dois acontecia o que eles chamavam de Santa Convocação, e aí, no dia vinte e cinco de quisleu, vinha o Hanuká, que era a Dedicação. Meu amigo ouvinte, era muita festa, hein? Eram festas representativas do plano da salvação.
A Páscoa, a Morte de Jesus; Os pães Asmos, a ausencia de pecado. As primícias, a Ressurreição de Jesus; O Pentecostes, a entronização de Jesus no Céu. As Trombetas, Mensagem de Aviso sobre o Juízo; O Dia da Expiação, Julgamento, e Tabernáculos, o futuro repouso eterno com Jesus. O que continua válido pra hoje é a páscoa, na forma da Santa Ceia cristã.