3. “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor
do que a prata e o ouro” (Pv 22:1). Como o conceito expresso nesse verso se
relaciona com nosso testemunho e esforços missionários na comunidade?
O que é “capital social”? Quando você faz investimentos numa conta bancária,
o valor dela cresce. O capital social consiste em relacionamentos positivos e
produtivos que são tão valiosos quanto dinheiro no banco. Quando você cultiva
afinidade com os líderes comunitários, perguntando a eles quais são as necessidades
da comunidade, buscando o conselho deles quanto à maneira de satisfazer
essas necessidades, e partindo para a ação, você está construindo relacionamentos
com eles. Isso é capital social. Cada experiência positiva com eles é como um
investimento no relacionamento de vocês. Seu capital social continua a crescer e
seu valor aos olhos deles aumenta.
O Manual da Igreja nos lembra de que nós, adventistas, “devemos ser reconhecidos
como cidadãos notáveis [...] em nossa obra pelo bem comum. [...] Devemos,
até onde seja possível e até onde seja coerente com nossas crenças, por meio
de nosso serviço e nossos recursos, apoiar os esforços pela ordem e melhoramento
sociais. [...] Devemos sempre, tranquila e firmemente, manter uma posição inflexível
ao lado da justiça e do direito nas questões cívicas” (“Normas de Vida
Cristã”, p. 149, 150, edição de 2010).
4. Além do ministério terrestre de Jesus, a Bíblia nos dá outros exemplos do
que pode acontecer quando o povo de Deus adquire “capital social”. Leia as
seguintes passagens e descreva os relacionamentos positivos que esses personagens
bíblicos experimentaram com “os de fora” e o que aconteceu como
resultado:
At 7:9, 10; Gn 41:38-45:
Dn 2:46-49; 6:1-3:
Talvez não tenhamos sido resgatados de modo tão dramático nem vivamos uma
história tão extraordinária como nesses casos. Mas esse não é o ponto mais importante.
Esses homens mostraram força de caráter que impressionou os que os
cercavam. Ellen G. White declara em Patriarcas e Profetas (p. 217, 218, 221) e em
Profetas e Reis (p. 628, 546) que as seguintes qualidades, presentes nesses homens
piedosos, ganharam a confiança e o favor dos “pagãos” ao seu redor: gentileza, fidelidade,
sabedoria, bom senso, habilidades, nobre dignidade e inabalável integridade.