Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Outro tipo de Consolador
    6. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias
    e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações,
    para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar
    os que estão passando por tribulações” (2Co 1:3, 4, NVI). Como nosso sofrimento
    nos ajuda a ser mais eficientes em mostrar compaixão e prover conforto
    aos que nos cercam? Você já experimentou a realidade dessas palavras
    em sua vida?
    A palavra conforto vem do latim com (junto, com) e fortis (forte). Assim como
    Cristo nos fortalece em nosso sofrimento, podemos passar essa força a outros.
    Como aprendemos com nossas próprias tristezas, podemos ministrar mais
    eficientemente aos outros nas suas aflições.
    As igrejas geralmente têm pessoas que sofrem e pessoas que confortam. Essa
    combinação pode transformar sua igreja numa “casa segura”, isto é, uma “cidade de
    refúgio” (Nm 35), bem como um rio de cura (Ez 47:1-12) que flui para a comunidade.
    Demonstrar empatia e prover conforto é uma arte. Aqui estão algumas sugestões:
    A. Seja autêntico. Ouça mais e fale menos. Esteja seguro de que sua linguagem
    corporal reforce sua tentativa de mostrar compaixão e consolar.
    B. Demonstre compaixão segundo sua personalidade. Algumas pessoas oferecem
    solidariedade chorando silenciosamente com a pessoa aflita. Outras não choram,
    mas mostram empatia organizando algo que é um conforto para o sofredor.
    C. A presença é, muitas vezes, mais importante do que falar ou fazer algo.
    D. Permita que as pessoas sofram do seu próprio jeito.
    E. Procure conhecer os estágios da dor pelos quais, com frequência, as pessoas
    passam.
    F. Tenha cuidado para não dizer: “Sei como você se sente.” Provavelmente você
    não sabe.
    G. Abra espaço para o aconselhamento profissional.
    H. Não diga: “Vou orar por você” a menos que você realmente pretenda fazer
    isso. Quando possível, ore pela pessoa que está sofrendo, faça-lhe uma visita sem
    pressa e compartilhe com ela promessas bíblicas encorajadoras.
    I. Organize grupos de apoio em sua igreja ou em sua comunidade.
    6 min
  • Colocando-se no lugar das pessoas
    4. Leia Colossenses 3:12, 1 Pedro 3:8 e 1 João 3:17. Como podemos revelar compaixão
    em nossa vida?
    Compaixão vem da palavra latina compati, que significa “sofrer com”. Visto que
    já sofremos, podemos também entender o sofrimento dos outros; e, sem dúvida,
    assim como muitas vezes almejamos compaixão e compreensão em nosso sofrimento,
    devemos também estar dispostos a fazer o mesmo por outros em seus
    momentos de dificuldade.
    Vimos numa lição anterior a história do bom samaritano. Quando destacou seu
    exemplo, Jesus disse: “Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava
    o homem e, quando o viu, teve piedade dele” (Lc 10:33, NVI). Essa piedade
    ou compaixão levou o viajante samaritano a agir em favor da vítima ferida.
    O sacerdote e o levita provavelmente tivessem pensado: “Se eu ajudar esse homem,
    o que vai acontecer comigo?” O samaritano talvez tenha pensado: “Se eu não ajudar
    este homem, o que vai acontecer com ele?” Nessa história o samaritano, generosamente,
    viu as coisas sob a perspectiva da vítima, e agiu. Ele arriscou sua segurança
    e sua riqueza por um estranho. Em outras palavras, às vezes ser cristão envolve
    riscos e pode ter um custo elevado.
    Olhe para a história do filho pródigo sob essa perspectiva também (Lc 15:20-32).
    O que o pai do pródigo fez que o tornou vulnerável à crítica e ao conflito com outros
    membros da família? O abraço compassivo, a roupa que indicava que o rapaz
    pertencia à família, o anel da confiança, as sandálias da liberdade e o chamado à
    comemoração refletem a alegria altruísta de um pai que estava disposto a sacrificar
    tudo por amor à restauração do filho. Pródigo significa desperdiçador, irresponsável,
    extravagante e descontrolado. Esse tipo de comportamento certamente
    descreve a trajetória do filho nessa história. Mas pare por um momento e considere
    que, em resposta à volta do pródigo, alguém poderia afirmar, com justiça, que
    o pai pôs de lado toda a sua dignidade e, de modo irresponsável, concedeu tudo
    o que tinha ao filho maltrapilho. Aos olhos do irmão mais velho, o pai foi desperdiçador,
    extravagante e descontrolado. O pai se tornou pródigo ao avistar o filho
    arrependido, e seu coração compassivo o levou a oferecer todos os recursos necessários
    para restaurá-lo.
    Esse nível de empatia e compaixão envolve deixar de lado o egoísmo, e pode nos
    tornar vulneráveis a tudo o que acontecer, quando sofremos com alguém e nos esforçamos
    para levar essa pessoa à restauração. Em resumo, a verdadeira compaixão
    e empatia pode ter um preço.
    4 min
  • Nosso compassivo Salvador
    Ao Se misturar com as pessoas durante Seu ministério terrestre, Jesus encontrou
    situações que revelaram Sua empatia e compaixão por elas. “Desembarcando,
    viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e curou os seus
    enfermos” (Mt 14:14).
    3. Leia Mateus 9:35, 36 e Lucas 7:11-16. De que modo se manifestam a verdadeira
    empatia e compaixão?
    A palavra compaixão também traz à mente outras palavras relacionadas, como
    empatia e piedade. De acordo com vários dicionários, compaixão é piedade, solidariedade
    e empatia. Piedade é tristeza solidária pelo sofrimento de alguém. Empatia
    é a capacidade de entender os sentimentos de outros e compartilhar desses
    sentimentos.
    A compaixão e a empatia mostram que não só entendemos o que os outros estão
    sofrendo, mas que desejamos ajudar a aliviar e a remediar o sofrimento.
    Quando você ouve a respeito das coisas tristes que aconteceram com as pessoas
    de sua comunidade, como o incêndio da casa de alguém ou a morte em alguma
    família, qual é sua reação? Você simplesmente murmura: “Isso é muito triste!”,
    e segue em frente, o que é muito fácil de se fazer? Ou sua empatia é despertada,
    movendo-o em compaixão por elas? A verdadeira piedade levará você a consolar
    e a ajudar ativamente, de maneira prática, tanto amigos quanto estranhos. Seja enviando
    um cartão que expresse sua compaixão ou demonstrando-a de maneira
    ainda mais profunda, ao visitar a pessoa e ajudar nas necessidades imediatas, os
    atos de amor são um resultado evidente da verdadeira compaixão.
    Felizmente, as pessoas e as organizações de assistência tendem a reagir compassivamente
    aos grandes desastres. Contudo, talvez não prestemos muita atenção aos
    infortúnios e desastres “menores” que afetam profundamente a vida de alguém.
    Jesus não apenas mostrou empatia, mas a levou ao nível seguinte: ações compassivas.
    Certamente, somos chamados a fazer o mesmo. Qualquer pessoa pode sentir
    tristeza ou compaixão pela infelicidade de alguém. A pergunta é: Quais ações
    essa compaixão nos leva a realizar?
    mem ouvia sua esposa lendo a notícia sobre uma tragédia
    que tinha deixado milhares de mortos em outro país. Após conversar um pouco sobre esse fato
    terrível, ele mudou de assunto e perguntou se o time de futebol da cidade tinha vencido o jogo
    na noite anterior. Temos essa mesma atitude de frieza? O que podemos mudar quanto a isso?
    5 min
  • Nosso compassivo Salvador
    Ao Se misturar com as pessoas durante Seu ministério terrestre, Jesus encontrou
    situações que revelaram Sua empatia e compaixão por elas. “Desembarcando,
    viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e curou os seus
    enfermos” (Mt 14:14).
    3. Leia Mateus 9:35, 36 e Lucas 7:11-16. De que modo se manifestam a verdadeira
    empatia e compaixão?
    A palavra compaixão também traz à mente outras palavras relacionadas, como
    empatia e piedade. De acordo com vários dicionários, compaixão é piedade, solidariedade
    e empatia. Piedade é tristeza solidária pelo sofrimento de alguém. Empatia
    é a capacidade de entender os sentimentos de outros e compartilhar desses
    sentimentos.
    A compaixão e a empatia mostram que não só entendemos o que os outros estão
    sofrendo, mas que desejamos ajudar a aliviar e a remediar o sofrimento.
    Quando você ouve a respeito das coisas tristes que aconteceram com as pessoas
    de sua comunidade, como o incêndio da casa de alguém ou a morte em alguma
    família, qual é sua reação? Você simplesmente murmura: “Isso é muito triste!”,
    e segue em frente, o que é muito fácil de se fazer? Ou sua empatia é despertada,
    movendo-o em compaixão por elas? A verdadeira piedade levará você a consolar
    e a ajudar ativamente, de maneira prática, tanto amigos quanto estranhos. Seja enviando
    um cartão que expresse sua compaixão ou demonstrando-a de maneira
    ainda mais profunda, ao visitar a pessoa e ajudar nas necessidades imediatas, os
    atos de amor são um resultado evidente da verdadeira compaixão.
    Felizmente, as pessoas e as organizações de assistência tendem a reagir compassivamente
    aos grandes desastres. Contudo, talvez não prestemos muita atenção aos
    infortúnios e desastres “menores” que afetam profundamente a vida de alguém.
    Jesus não apenas mostrou empatia, mas a levou ao nível seguinte: ações compassivas.
    Certamente, somos chamados a fazer o mesmo. Qualquer pessoa pode sentir
    tristeza ou compaixão pela infelicidade de alguém. A pergunta é: Quais ações
    essa compaixão nos leva a realizar?
    Enquanto tomava o desjejum, um homem ouvia sua esposa lendo a notícia sobre uma tragédia
    que tinha deixado milhares de mortos em outro país. Após conversar um pouco sobre esse fato
    terrível, ele mudou de assunto e perguntou se o time de futebol da cidade tinha vencido o jogo
    na noite anterior. Temos essa mesma atitude de frieza? O que podemos mudar quanto a isso?
    5 min

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