Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • O segundo toque
    5. Leia Marcos 8:22-25. Que lição espiritual aprendemos com o fato de que o
    primeiro toque de Cristo não curou totalmente o homem cego?
    Depois de “cuspir” nos olhos do homem, Jesus o tocou e lhe perguntou: “Você
    está vendo alguma coisa?” (Mc 8:23, NVI). Por que Jesus cuspiu nos olhos dele?
    A literatura antiga indica exemplos do uso de saliva pelos médicos. Esse milagre se
    assemelha um pouco à cura do surdo e gago em Decápolis, não muito antes disso
    (leia Marcos 7:31-37). Contudo, diferentemente de todos os outros milagres de
    cura feitos por Cristo, a cura do cego foi realizada em dois estágios.
    6. Releia Marcos 8:23, 24. Qual é o significado da resposta do homem à pergunta:
    “Você está vendo alguma coisa?”
    “Vejo pessoas; elas parecem árvores andando” (Mc 8:24, NVI). Isto é, ele podia
    distinguir as pessoas das árvores somente porque se moviam. No sentido espiritual,
    que aplicação poderíamos fazer desse incidente à nossa própria vida? Talvez
    a aplicação seja que, depois que Jesus nos dá visão espiritual, ainda não estamos
    totalmente restaurados. Talvez vejamos as pessoas como “árvores”, como objetos.
    Isso poderia significar que ainda estamos cegos para elas como pessoas reais com
    necessidades reais. Elas são itens, números, objetos que queremos que se unam à
    igreja, talvez para aumentar nosso número de batismos, ou para nos fazer parecer
    bons. Com tal atitude egoísta em relação às pessoas provavelmente muitas delas
    não permaneçam na igreja.
    7. Releia Marcos 8:25. Por que Jesus curou o homem em duas etapas?
    No contexto dessa história, exatamente antes do milagre de cura, Jesus tratou
    de outro tipo de cegueira. Seus discípulos não haviam entendido o significado de
    Sua declaração: “Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus
    e com o fermento de Herodes” (Mc 8:15, NVI). Eles acharam que isso fosse uma
    referência ao fato de que não tinham pão suficiente para a viagem de barco. Jesus
    os chamou de cegos: “Vocês têm olhos, mas não veem?” (Mc 8:18, NVI.)
    Não são só as pessoas de fora da igreja que precisam do toque curador de Cristo.
    Dentro da igreja há cegueira também. Membros de igreja que têm visão apenas
    parcial e veem as pessoas como estatísticas e objetos não notarão que muitos novos
    bebês em Cristo saem pela porta de trás da igreja, e nem se importarão com
    esse fato. Eles precisam do segundo toque de Jesus para passar a enxergar mais
    claramente e para amar os outros como Ele amava.
    7 min
  • O amor jamais acaba
    De acordo com Jesus, os dois maiores mandamentos são amor a Deus e amor
    ao próximo (Lc 10:27, 28). Ele também nos mostrou quem é nosso próximo
    (Lc 10:29-37). Além disso, não há dúvida de que a vida de Jesus, do princípio ao
    fim, foi uma expressão do puro amor de Deus, e Deus é amor (1Jo 4:16). Assim, se
    devemos refletir o caráter de Deus, se temos a missão de ajudar a revelar a outros
    a realidade de Deus e de como Ele é, precisamos amar.
    Pense sobre isso de outra forma. Uma das maiores “desculpas” que as pessoas
    têm usado para rejeitar Jesus e o cristianismo como um todo tem sido os próprios
    cristãos professos.
    4. Que exemplos você encontra na História, ou mesmo hoje, de “cristãos”,
    ou pessoas que se dizem “cristãs”, fazendo coisas terríveis, às vezes até em
    nome de Jesus? Que advertência sobre isso é apresentada no livro de Daniel?
    Dn 7:24, 25; Rm 2:24
    Não é de admirar que muitas pessoas, ao longo dos anos, e mesmo hoje, tenham
    rejeitado o cristianismo. Assim, o imperativo de revelar Cristo aos outros por meio
    de nossa vida deve ser mais forte do que nunca. Nada pode fazer isso de maneira
    mais poderosa do que a exemplificação, em nossa própria vida, do mesmo tipo de
    amor que foi expresso por Jesus.
    Leia 1 Coríntios 13. O que o amor é? O que o amor não é? O que o amor faz? O que o amor não
    faz? Em resumo, como o amor deve ser expresso em nossa vida, e qual é a importância do amor
    no nosso testemunho para a comunidade? Que mudanças você precisa fazer para revelar esse
    tipo de amor?
    4 min
  • Cumprindo a missão, apesar de tudo
    Um leproso se aproximou de Jesus e suplicou a cura. A sabedoria convencional
    dizia que esse homem devia ficar isolado. Jesus, o Puro, o tocou e o curou, apesar
    da impureza (Mt 8:1-4). Pedro negou Jesus três vezes durante Seu julgamento
    (Jo 18). Após a ressurreição, depois de examinar o coração de Pedro, Jesus o restaurou
    ao serviço dEle, mesmo assim (Jo 21). A igreja de Deus em Corinto foi indiferente
    à autoridade e à influência de Paulo. Paulo serviu àqueles irmãos, mesmo
    assim (2Co 12:14, 15).
    Esse princípio do “mesmo assim” ou do “apesar de” é essencial para revelarmos
    às pessoas o caráter dAquele que deseja o bem delas.
    “Milhões e milhões de pessoas prestes a perecer, presas em cadeias de ignorância
    e pecado, nunca ouviram algo sobre o amor de Cristo por elas. Se estivéssemos
    no lugar delas, o que desejaríamos que fizessem por nós? Tudo isso, quanto estiver
    ao nosso alcance, temos a mais solene obrigação de fazer por elas. A regra de vida
    dada por Cristo, aquela pela qual cada um de nós deve subsistir ou cair no Juízo, é:
    ‘Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a
    eles’” (Mt 7:12; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 640). Essa “regra
    áurea” é fundamental para a mentalidade de ministério que pensa primeiramente
    no que é bom para aqueles a quem estamos servindo em vez do que nos beneficia.
    3. Leia Mateus 5:43-47; Lucas 6:27, 35; 23:34. Que atitude devemos ter em relação
    aos que se colocam como nossos inimigos?
    Jesus nos chama para mostrar amor a todos e a ser bondosos com eles “apesar
    do fato de que” eles nos odeiam ou sejam nossos inimigos. Note igualmente que
    Jesus associou esses atos e atitudes ao caráter do próprio Deus. “Amai, porém, os
    vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande
    o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois Ele é benigno até para com
    os ingratos e maus” (Lc 6:35).
    Como entender a ideia de que Deus é “benigno até para com os ingratos e maus”? Isso responderia
    à pergunta: “Por que os ímpios às vezes prosperam”? Que informação Romanos 2:4 acrescenta
    a esse quadro?
    5 min
  • Jonas em Nínive
    1. Leia Jonas 3:4–4:6. Qual era o sério problema na atitude desse profeta?
    No capítulo 4 de Jonas, o profeta se assentou a leste da grande cidade de Nínive.
    Já havia proferido a mensagem de juízo que Deus lhe tinha dado. Agora
    ele refletia sobre sua viagem, sua relutância para ir a Nínive, sua tática de fuga, a
    insistência de Deus em colocá-lo de volta na missão, o episódio de três dias dentro
    do peixe e a longa viagem desde a costa até o interior do país. E para quê? Para
    que Deus voltasse atrás e demonstrasse graça para com essas pessoas desprezíveis?
    As pessoas haviam se arrependido, mas Jonas se sentia traído, desonrado e
    usado. Sua esperança tinha sido que a destruição dessa cidade pagã de 120 mil habitantes
    mostrasse a preferência de Deus por Seu povo escolhido e vindicasse o
    ódio de Jonas pelos ninivitas.
    2. Leia Lucas 19:38-42. Que acontecimento é descrito nessa passagem? Qual
    foi a atitude de Jesus para com a cidade de Jerusalém?
    Oitocentos anos depois de Jonas, Jesus montou sobre um jumentinho e subiu a
    encosta de uma colina da qual se avista Jerusalém. Foram ouvidas aclamações de
    louvor ao “Rei que vem em nome do Senhor”, juntamente com ecos de esperança
    que declararam: “Paz no Céu e glória nas maiores alturas” (Lc 19:38). Em meio à entrada
    triunfal de Jesus, ao aproximar-Se da cidade, Ele parou e chorou, dizendo: “Se
    você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz!” (Lc 19:42, NVI).
    Note o contraste: Jonas obedeceu relutantemente à ordem de Deus, pouco se
    importando com o bem dos habitantes de Nínive. Jesus Se aproximou de Jerusalém
    com um fardo no coração: almejava que eles aceitassem a salvação que Ele
    oferecia a um custo tão alto.
    Duas cidades: Nínive e Jerusalém. Duas mensagens: a de Jonas e a de Jesus.
    A diferença é óbvia. Jesus exemplifica a atitude abnegada e solícita que deseja o
    bem das pessoas. Que possamos, pela graça de Deus, revelar essa mesma atitude
    de Jesus para com os perdidos!
    O egoísmo pode eliminar nossa preocupação e dedicação quanto à salvação dos outros. De que
    modo podemos ter a atitude correta?
    5 min
  • Jesus desejava o bem das pessoas
    No sábado de manhã, durante a Escola Sabatina e o culto divino, dá para ver os
    skatistas passando em frente às portas principais de uma igreja adventista. Por
    quê? Porque essa igreja se reúne no prédio de um centro comunitário para jovens
    que fica ao lado de um parque de skate. E se você imaginou que eles são um incômodo,
    reflita um pouco mais.
    Num esforço para diminuir o crescente índice de crimes, a prefeitura construiu
    o parque para que os jovens tivessem um lugar de recreação saudável. A prefeitura
    quis que uma igreja realizasse seus cultos no prédio do centro comunitário. Os líderes
    da comunidade acharam que a presença de uma igreja teria uma influência
    moral positiva sobre os jovens que usassem o parque. Eles convidaram igrejas de
    várias denominações cristãs, mas só uma aceitou: a igreja que tem Escola Sabatina
    e culto no sábado pela manhã. Os adventistas ficaram entusiasmados com a ideia
    de se mudar para o centro comunitário, pois eles desejavam alcançar os skatistas.
    Para eles, “igreja” é uma comunidade que não existe para si mesma.
    4 min

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