Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Estudo adicional
    Leia Jeremias 22:1-16; Ezequiel 16:49; Zacarias 7:9, 10. Leia os comentários de
    Ellen G. White no Comentário Bíblico Adventista, v. 4, p. 1165, 1166; Testemunhos
    para a Igreja, v. 6, p. 227, 228.
    Leia Miqueias 6:8. Como o Senhor poderia ser mais claro quanto ao que Ele
    pede de Seu povo? O termo “bom” é a mesma palavra usada vez após vez em Gênesis
    1 para se referir à criação antes da queda. Assim, implicitamente somos
    lembrados do ideal que Deus tinha originalmente para nós e que Ele, no fim, irá
    restaurar após a volta de Jesus. A expressão traduzida como “exige de ti” ou “pede
    de ti” também poderia ser traduzida (e, talvez, de maneira mais precisa) como
    “busca de ti”. O que Deus “busca de” nós? A resposta é mostrada na maneira pela
    qual devemos nos relacionar com os outros e com Deus. Em primeiro lugar, devemos
    agir com justiça. Isso é muito apropriado tendo em conta o assunto da lição
    deste trimestre, que examina como podemos ajudar as vítimas da injustiça. Em
    segundo lugar, devemos amar a misericórdia. O mundo é muito cruel. Seríamos
    poderosas testemunhas se amássemos a misericórdia e mostrássemos esse amor,
    revelando em nossa vida a misericórdia para com os outros! Em terceiro lugar, devemos
    andar humildemente para com Deus. Se o Senhor, em Miqueias 6:4, lembrou-
    lhes de sua libertação do Egito como razão para que fossem humildes e fiéis
    diante dEle, quanto mais isso deveria se aplicar a nós, que fomos redimidos pelo
    sangue de Jesus? A realidade da cruz e do custo da nossa redenção sempre devem
    nos manter humildes diante do nosso Deus.
    6 min
  • No meio de uma geração corrupta
    Sem dúvida, o mundo precisa do que foi concedido a nós em Cristo. O que torna
    muito importante o que temos não é alguma coisa que esteja em nós mesmos.
    Ao contrário, somente o que recebemos de Cristo justifica nosso dever de ir
    em busca de outros. É precisamente porque nos foi dada uma grande bênção que
    somos chamados a alcançar os que não têm isso. “De graça recebestes, de graça
    dai” (Mt 10:8).
    6. Leia Filipenses 2:12-15. Quais princípios devemos praticar ao cumprir o chamado
    para alcançar as pessoas e ao mesmo tempo evitar a apostasia?
    Temos que tomar cuidado com a atitude de procurar nos proteger do mundo
    de tal maneira que nunca entremos em contato com as pessoas que estão nele.
    É muito fácil permanecer em nossa própria zona de conforto espiritual e teológica,
    e nos tornarmos espiritualmente introvertidos. Essa introversão pode se transformar
    numa religião egocêntrica. Por exemplo, com que frequência nossas igrejas
    passam mais tempo discutindo por causa de estilos de adoração ou por causa de
    doutrina do que evangelizando um mundo que está perecendo?
    Robert Linthicum, em seu livro Empowering the Poor [Capacitando os Pobres],
    p. 21-30, descreve três tipos de igrejas. (1) A igreja na cidade (comunidade). Essa
    igreja não tem, virtualmente, nenhum contato com as pessoas da localidade. Sua
    grande ênfase está em atender às necessidades de seus membros; (2) a igreja para
    a cidade (comunidade). Essa igreja sabe que precisa se envolver no ministério em
    favor da população local. Imagina o que a comunidade precisa, sem ter consultado
    as pessoas da região a quem ela serve, e então apresenta programas para os
    moradores da localidade. O ministério dessa igreja corre o risco de ser irrelevante,
    quando ela negligencia sua responsabilidade para com a sociedade; (3) a igreja
    com a cidade (comunidade). Essa igreja faz uma análise demográfica para entender
    a coletividade à qual ela serve. Os membros se misturam com os líderes e os
    moradores da localidade, perguntando a eles quais são suas verdadeiras necessidades.
    O serviço dessa igreja em favor dos cidadãos tem maior probabilidade de
    ser relevante e bem recebido, porque eles já deram seu parecer e confiam no processo.
    Essa igreja se une à comunidade na luta para decidir qual tipo de realidade
    seus membros desejam, e é uma parceira da sociedade para conseguir a realização
    desse objetivo. Essa igreja se envolve com as organizações comunitárias e pode
    ajudar a população a acrescentar os serviços que estão faltando, se necessário. Há
    mútua responsabilidade e ajuda nessa parceria a fim de atender às verdadeiras necessidades
    da comunidade.
    5 min
  • Sabedoria ao se misturar com as pessoas
    Um palestrante perguntou a um grupo de pessoas quantos “amigos não adventistas”
    eles tinham. Um homem no fundo da sala se levantou e proclamou
    triunfantemente: “Orgulho-me de dizer que nenhum!” Talvez esse homem tivesse
    boas intenções, mas suas palavras expressaram muita coisa a respeito do tipo
    de luz que ele era para o mundo.
    Como já vimos, Mateus 5:13 diz que somos o sal da Terra, mas esse sal pode
    perder o sabor. Um mercador de Sidom havia estocado muito sal em depósitos
    com piso de chão batido. Sendo que o sal ficava em contato direto com a terra, ele
    perdeu o sabor. Teve que ser jogado fora e foi usado para pavimentar estradas. Da
    mesma forma, precisamos ser cuidadosos ao nos misturarmos com o mundo. Estamos
    deixando que o mundo nos roube nosso sabor singular? Nossos valores são
    os mesmos que os do mundo?
    5. Em que aspecto não devemos nos misturar com o mundo? Gn 13:5-13; 19:12-26;
    Nm 25:1-3; 1Jo 2:16
    Esses exemplos bíblicos ilustram a necessidade de cautela ao nos misturarmos
    com pessoas que vivem segundo os valores mundanos mencionados em 1 João 2:16.
    Enganamos a nós mesmos se pensamos que não precisamos ter cuidado e que não
    há perigo em sermos enredados pelos princípios do mundo caído. Ao mesmo tempo,
    que benefício promoveremos aos outros se nos escondermos deles para não
    sermos impactados negativamente por sua conduta?
    Note este sábio e equilibrado conselho: “Pois bem, os professos cristãos se recusarão
    a se associar aos não convertidos, evitando qualquer comunicação com eles?
    Não! Devem estar com eles no mundo, mas não ser do mundo, não para participar
    de seus caminhos nem para ser impressionados por eles, nem para ter o coração
    aberto para seus costumes e práticas. Suas relações de amizade devem ter o propósito
    de atrair outros para Cristo” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 231).
    Quantos amigos não adventistas você tem? Qual é a natureza de seu relacionamento com eles?
    Qual influência está sendo maior: a sua sobre eles ou a deles sobre você?
    5 min
  • Comendo com pecadores
    3. Leia Mateus 9:10-13. Que lição importante devemos aprender com a resposta
    de Jesus aos Seus críticos? Os 6:6
    Jesus estava reclinado à mesa, comendo na companhia daqueles que a sociedade
    julgava “indesejáveis”.
    4. Que tipo de pessoas sua cultura considera “indesejáveis”?
    Ao ser interrompido pelos fariseus, que perguntaram se era apropriado que Ele
    Se misturasse com pessoas tão desprezíveis, Jesus os desafiou a aprender o significado
    de misericórdia, em contraste com sacrifício. “Vão aprender o que significa
    isto: ‘Desejo misericórdia, não sacrifícios’. Pois Eu não vim chamar justos, mas pecadores”
    (Mt 9:13, NVI). É muito triste que Jesus tivesse que dizer aos líderes religiosos
    que fossem aprender uma das verdades mais importantes da fé que eles
    professavam!
    Nesse caso, estamos novamente vendo o mesmo problema que vimos nos tempos
    do Antigo Testamento: as formas e cerimônias religiosas se tornaram mais
    importantes na mente das pessoas do que a questão de como elas tratavam os outros.
    É interessante que Ele tenha citado o Antigo Testamento (Os 6:6) para expressar
    Sua ideia.
    “Há milhares cometendo o mesmo erro dos fariseus a quem Cristo reprovou
    no banquete de Mateus. Em lugar de abandonar alguma ideia acariciada, ou rejeitar
    alguma opinião idolatrada, muitos recusam a verdade que desce do Pai da
    luz. Confiam em si mesmos, dependem da própria sabedoria e não compreendem
    sua pobreza espiritual. [...] Jejum ou oração motivados por um espírito de justificação
    própria é uma abominação aos olhos de Deus” (Ellen G. White, O Desejado
    de Todas as Nações, p. 280).
    É fácil julgar os atos dos outros usando nossas próprias preferências como padrão.
    Precisamos aprender a nos humilhar, a colocar de lado nosso interesse e permitir
    que o Espírito Santo converta a misericórdia em convicção.
    Quais são os sacrifícios que agradam a Deus? De que forma o conhecimento de nossa pecaminosidade
    nos ajuda a entender o significado do Salmo 51:17?
    6 min
  • Perdido e achado
    Em Lucas 15, Jesus contou três parábolas em resposta direta à acusação dos fariseus
    e doutores da lei de que Ele recebia pecadores e comia com eles (Lc 15:2).
    2. Leia as passagens seguintes e note a essência da resposta de Jesus a essas
    acusações:
    Cada parábola começa com algo perdido e termina com uma comemoração. A comemoração
    expressa o amor de Deus por nós e Seu profundo interesse em nossa salvação.
    Um pastor estava atendendo a um ouvinte da Voz da Profecia e descobriu que
    toda a sua família estava interessada em receber estudos bíblicos, exceto uma pessoa.
    A mãe, o pai e a filha mais nova haviam aceitado a Cristo e estavam ansiosos
    para receber o pastor em sua casa regularmente. O filho mais velho, no entanto,
    havia se rebelado contra o cristianismo e não queria nenhum envolvimento com
    a igreja. Cada noite que o pastor chegava à casa, o rapaz saía da sala e não participava
    do estudo bíblico. Depois de seis semanas de estudos bíblicos cordiais e produtivos,
    o jovem pastor começou a desafiar os três que estavam estudando com ele
    a pensar no batismo. Cada um deles tinha seu próprio motivo para esperar mais
    alguns meses antes de tomar a decisão. Inesperadamente, o rapaz entrou na sala
    onde o estudo estava ocorrendo e anunciou que desejava ser batizado logo que o
    pastor achasse que ele estava pronto. Com uma Bíblia que havia comprado numa
    loja de livros usados logo após o primeiro estudo bíblico, ele havia acompanhado
    os estudos em seu quarto, e durante todo o tempo tinha experimentado uma
    crescente convicção de que precisava fazer uma confissão pública de sua fé. Duas
    semanas mais tarde o rapaz foi batizado e, um mês depois, o restante da família
    também tomou a mesma decisão. Considerando o que acabamos de ler nas parábolas,
    podemos imaginar que houve alegria no Céu por causa dessas decisões.
    Jesus Se colocou intencionalmente em contato com pessoas como a samaritana
    junto ao poço, o centurião romano, a “pecadora” que derramou em Seus pés
    um perfume de valor equivalente a um ano de salário, além de inúmeros indivíduos
    que não estão nos registros, que eram “indignos” diante dos que se consideravam
    santos demais para se misturar com eles.
    Você já evitou testemunhar a alguém que provavelmente não se ajustaria bem aos padrões da
    igreja? O que seria necessário para que você e sua igreja demonstrassem graça suficiente para
    acolher esses “pecadores”?
    5 min

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