Áudios Novo Tempo

Áudios Novo Tempo

Download on the App Store

Áudios Novo Tempo episodes

  • Êxito unicamente pelos métodos de Cristo
    Ellen G. White, num parágrafo muito citado, resume o que Jesus fazia para alcançar
    as pessoas e conduzi-las à salvação. (Ver também Mt 9:35, 36.)
    “Unicamente os métodos de Cristo trarão verdadeiro êxito ao nos aproximarmos
    do povo. O Salvador Se misturava com os homens como uma pessoa que lhes
    desejava o bem. Manifestava compaixão por eles, ministrava-lhes às necessidades
    e conquistava-lhes a confiança. Ordenava então: ‘Segue-Me’” (Ellen G. White,
    A Ciência do Bom Viver, p. 143).
    Vamos analisar isso um pouco.
    1. Jesus Se misturava com as pessoas como Alguém que lhes desejava o bem.
    (Ele estabelecia relacionamentos.)
    2. Jesus tinha compaixão pelas pessoas. (Ele criava vínculos.)
    3. Jesus ministrava-lhes às necessidades. (Isso também estabelecia vínculos.)
    4. Quando Ele combinava o primeiro, o segundo e o terceiro elementos, ganhava
    a confiança das pessoas.
    5. “Ordenava então: ‘Segue-Me’” (para que se tornassem Seus discípulos).
    O que vemos aqui é um modelo integral (holístico) do evangelho. Esse método
    de ministério nos guiará ao proclamarmos o evangelho de maneira mais plena.
    Jesus não separava os aspectos sociais (itens 1 a 4) do convite para segui-Lo (item 5),
    e nós também não devemos fazer isso. Todos esses passos, atuando juntos, trarão
    “verdadeiro êxito”. Esta lição se concentrará no primeiro passo do método de
    Cristo. As lições 7 a 11 se concentrarão nos outros passos.
    1. Em quais aspectos o Filho de Deus Se misturou conosco? Mt 1:22, 23; Jo 1:14
    Todos nós estamos profundamente feridos e prejudicados pelo pecado. Mas
    Deus lida com tudo que deu errado no mundo por causa do pecado por meio de
    Sua reconciliação com a humanidade através do ministério integral do Cristo encarnado.
    Ele desejava o bem da pessoa na sua totalidade, e Se misturou com todas
    as pessoas e com toda a humanidade, mesmo com aqueles que, naquela cultura,
    eram considerados “os piores”.
    Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/
    Reflita sobre a incrível verdade de que Aquele que fez todas as coisas (Jo 1:3) assumiu a humanidade
    e, na carne, misturou-Se com os seres humanos caídos e os ajudou. De que forma essa verdade,
    que nos traz muita esperança, afeta o modo como nos misturamos com os outros e os ajudamos?
    4 min
  • Jesus Se misturava com as pessoas
    O diácono de uma igreja dirigia uma van que levava um grupo de jovens a um
    asilo, a cada mês, para um culto. Na primeira vez, um idoso em uma cadeira de
    rodas pegou a mão do diácono e ficou segurando-a. Isso acontecia mês após mês.
    Certa vez, o homem da cadeira de rodas não estava lá. Os funcionários disseram
    que ele não iria passar daquela noite. O diácono foi ao quarto dele, e o encontrou
    deitado, aparentemente inconsciente. Tomando a mão do homem, o diácono orou
    para que Deus lhe concedesse a vida eterna. O homem que parecia inconsciente
    apertou a mão do diácono, e ele soube que sua oração fora atendida. Em lágrimas,
    saiu lentamente do quarto, quando esbarrou numa mulher, que disse: “Eu sou filha
    dele. Ele estava esperando pelo senhor. Meu pai disse: ‘Uma vez por mês Jesus
    vem e segura minha mão. Não quero morrer sem ter a chance de segurar Sua mão
    mais uma vez’” (The Least of These, Old Fashioned Pictures; 2004).
    A essência do cristianismo é tornar-se “Jesus” para alguém. As próximas lições
    se concentrarão em alguns aspectos do método usado por Cristo em Seu ministério
    e na maneira pela qual a igreja de Cristo pode seguir Seu exemplo.
    5 min
  • Estudo adicional
    Leia outros ensinos de Jesus que orientam sobre seu papel e o de sua igreja na
    comunidade: Mateus 7:12; 23:23; 25:31-46; Marcos 4:1-34; 6:1-13; Lucas 6:36;
    11:42; 12:13-21; 14:16-24; 16:13; 18:18-27; 19:1-10; João 10:10; 12:8; 17:13-18. Leia, de
    Ellen G. White, “Um Destes Meus Pequeninos Irmãos”, em O Desejado de Todas as
    Nações, p. 637-641; e o artigo “The Missionary’s Pattern” (O Modelo do Missionário),
    em Signs of the Times, 19 de março de 1894.
    “A menos que a igreja seja a luz do mundo, ela será trevas” (Ellen G. White, Signs
    of the Times, 11 de setembro de 1893). Essa é uma afirmação contundente. Faz-nos
    lembrar das palavras de Jesus: “Quem não é por Mim é contra Mim; e quem comigo
    não ajunta espalha” (Mt 12:30). Jesus deixou isto claro: não há território neutro
    no grande conflito. Ou estamos do lado de Cristo ou do lado do inimigo. Ter recebido
    grande luz e não fazer nada com ela é trabalhar contra ela. Fomos chamados
    para ser luz no mundo; se não somos luz, então somos trevas. Embora o contexto
    imediato seja diferente, o princípio é o mesmo nesta passagem: “Portanto, caso
    a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt 6:23). Talvez tudo
    isso pudesse ser resumido nas palavras: “Àquele a quem muito foi dado, muito lhe
    será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão” (Lc 12:48).
    4 min
  • Plantio de igrejas
    7. Leia Mateus 10:5-10. Por que Jesus enviou Seus discípulos sem nenhum recurso
    para as cidades e aldeias vizinhas?
    Parece estranho que os discípulos de Jesus tenham recebido ordens diretas de
    entrar em seu território missionário com poucos recursos para seu sustento.
    Aparentemente, Jesus colocou Seus discípulos nessa situação para ensinar-lhes a
    dependência de Deus e também a importância de fazer amizade com os moradores
    das localidades por meio do serviço em favor deles. Esses moradores iriam valorizar
    o serviço dos discípulos o bastante para fornecer recursos para o ministério.
    A Associação do pastor Frank lhe pediu que plantasse uma igreja num dos bairros
    de uma grande cidade em que praticamente não havia a presença adventista. Inicialmente
    ele não tinha verba para fazer isso. Consultou um mapa e demarcou os
    limites do bairro. Estudou também as características da população local. Então, estacionou
    seu carro no ponto mais movimentado da vizinhança e começou a ir de
    comércio em comércio, fazendo perguntas sobre a vida naquela área. Ele visitou os
    políticos e os líderes de agências de emprego e de agências sociais, fazendo perguntas
    sobre as maiores necessidades da comunidade. Fez amizade com alguns dos moradores,
    que o convidaram a se unir a uma associação de moradores do bairro. Nesse
    contexto, ele descobriu outros líderes que abriram o caminho para que ele alugasse
    o anexo de uma igreja presbiteriana da localidade. Os membros da associação dos
    moradores do bairro forneceram o dinheiro para a compra de tinta e materiais de
    limpeza com o fim de restaurar o anexo que seria usado para serviços comunitários.
    As entrevistas com os líderes comunitários indicaram que a saúde era uma importante
    necessidade daquela comunidade. Por isso, o pastor Frank reuniu nesse anexo
    um grupo de voluntários que realizaram vários programas de exames médicos
    e acompanhamento dos pacientes. Os que eram beneficiados pelos exames e pelos
    programas pagavam uma pequena taxa, que ajudava a custear as despesas. Logo foi
    iniciada uma escola sabatina filial, e alguns dos moradores começaram a frequentá-la.
    O pastor Frank logo descobriu que uma das melhores maneiras para se plantar
    uma igreja é, primeiro, implantar um ministério que satisfaça as necessidades
    da comunidade e, depois, formar uma igreja através desse ministério. Esse ministério
    voltado para a comunidade deu origem a uma igreja adventista de mais de
    140 membros.
    A história do pastor Frank ilustra o que pode acontecer quando seguimos os ensinos
    de Jesus a respeito de como alcançar nossa comunidade. De que maneira Cristo
    praticou Seus próprios ensinos sobre o ministério em favor de outros? Na semana
    que vem começaremos a estudar os métodos que Jesus usava, e que “trarão verdadeiro
    êxito em alcançar as pessoas” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 143).
    4 min

About Áudios Novo Tempo

From the publisher's feed

A voz da esperança