Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • A declaração de missão de Jesus
    Jesus, o jovem rabi de Nazaré, havia Se tornado muito popular na região da Galileia
    (Lc 4:15). Quando Ele falava, as pessoas ficavam “maravilhadas da Sua doutrina;
    porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas”
    (Mt 7:28, 29). Num sábado, quando Lhe foi entregue o rolo do livro de Isaías, Jesus
    leu os dois primeiros versos de Isaías 61, parando no meio de uma declaração, exatamente
    antes da frase “e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2).
    1. Leia Lucas 4:16-19. Onde encontramos essas mesmas palavras? (Ver Isaías
    61:1, 2.) O que Jesus estava proclamando ao ler esses versos?
    Como já vimos, a expressão “o ano aceitável do Senhor” é identificada como o
    ano do jubileu (ver Levítico 25). Nessa visita a Nazaré, Jesus citou uma passagem
    messiânica das Escrituras e assegurou aos Seus ouvintes: “Hoje, se cumpriu a Escritura
    que acabais de ouvir” (Lc 4:21). Nesse sermão Ele Se revelou como o Ungido
    que pregava as boas-novas aos pobres, a libertação aos cativos, a restauração da
    vista aos cegos, a liberdade para os oprimidos e a restituição efetuada no jubileu.
    Essa lista é uma boa descrição de Seu ministério terrestre, que tinha como foco o
    ensino, a cura e o serviço, especialmente em favor dos necessitados.
    2. Por que Jesus não completou a declaração de Isaías 61:2?
    Talvez Jesus tenha parado antes da frase “o dia da vingança do nosso Deus”
    porque não queria que Seu ministério fosse associado ao conceito prevalecente
    de que o Messias viria para liderar exércitos que derrotariam os opressores de Israel
    e os colocariam sob o poder dos israelitas. Esse era um falso conceito que, infelizmente,
    impediria muitos de Seus compatriotas de considerarem Sua pessoa
    e Seu ministério da maneira correta. Porém, Ele Se concentrou no que iria fazer
    por aqueles que precisavam do que Ele tinha a oferecer ali, naquele momento, independentemente
    da situação política da época.
    Que lição encontramos na maneira pela qual Jesus anunciou Seu ministério? O que aprendemos
    com Sua ênfase no trabalho prático que precisamos fazer?
    5 min
  • Como o evangelho transforma a comunidade
    Robert Louis Stevenson, mais conhecido por sua história de aventuras, A Ilha do
    Tesouro, foi uma criança doente e não pôde frequentar a escola regularmente.
    Depois, seus pais contrataram um professor para lhe dar aulas e uma babá para
    ajudá-lo em suas necessidades pessoais. Certa noite, quando a babá foi verificar se
    estava tudo em ordem antes que ele dormisse, encontrou-o fora da cama, com as
    mãos e o nariz pressionados contra a janela. A babá lhe disse firmemente que voltasse
    para a cama antes que pegasse um resfriado.
    Robert lhe disse: “Venha até a janela, e olhe o que eu estou vendo.” Havia um homem
    acendendo as lâmpadas da rua. “Olhe”, disse Robert, “um homem está abrindo
    buracos na escuridão” (Margaret Davis, Fear Not! Is There Anything Too Hard
    for God? Aspect Books, p. 332).
    O que o Novo Testamento ensina sobre ajudar os necessitados? Jesus disse que
    devemos ser “a luz do mundo” (Mt 5:14). Ao fazer isso, refletimos Jesus, a Verdadeira
    Luz do mundo (Jo 8:12). Os ensinos de Jesus, que Ele exemplificou em Seu
    próprio ministério terrestre, dão claras instruções quanto à maneira pela qual, por
    meio dEle, podemos “abrir buracos na escuridão”.
    4 min
  • Estudo adicional/Especial
    O estudo adicional/especial é um programa extra para o complemento da lição, sendo um debate entre pastores sobre o capítulo da semana. Aproveite as mensagens que Deus tem para você.
    28 min
  • Estudo adicional
    Leia Jeremias 22:1-16; Ezequiel 16:49; Zacarias 7:9, 10. Leia os comentários de
    Ellen G. White no Comentário Bíblico Adventista, v. 4, p. 1165, 1166; Testemunhos
    para a Igreja, v. 6, p. 227, 228.
    Leia Miqueias 6:8. Como o Senhor poderia ser mais claro quanto ao que Ele
    pede de Seu povo? O termo “bom” é a mesma palavra usada vez após vez em Gênesis
    1 para se referir à criação antes da queda. Assim, implicitamente somos
    lembrados do ideal que Deus tinha originalmente para nós e que Ele, no fim, irá
    restaurar após a volta de Jesus. A expressão traduzida como “exige de ti” ou “pede
    de ti” também poderia ser traduzida (e, talvez, de maneira mais precisa) como
    “busca de ti”. O que Deus “busca de” nós? A resposta é mostrada na maneira pela
    qual devemos nos relacionar com os outros e com Deus. Em primeiro lugar, devemos
    agir com justiça. Isso é muito apropriado tendo em conta o assunto da lição
    deste trimestre, que examina como podemos ajudar as vítimas da injustiça. Em
    segundo lugar, devemos amar a misericórdia. O mundo é muito cruel. Seríamos
    poderosas testemunhas se amássemos a misericórdia e mostrássemos esse amor,
    revelando em nossa vida a misericórdia para com os outros! Em terceiro lugar, devemos
    andar humildemente para com Deus. Se o Senhor, em Miqueias 6:4, lembrou-
    lhes de sua libertação do Egito como razão para que fossem humildes e fiéis
    diante dEle, quanto mais isso deveria se aplicar a nós, que fomos redimidos pelo
    sangue de Jesus? A realidade da cruz e do custo da nossa redenção sempre devem
    nos manter humildes diante do nosso Deus.
    5 min
  • A igreja: um agente de mudança
    7. Leia Miqueias 6. Sobre o que Senhor estava falando nesse capítulo?
    Miqueias se uniu aos outros profetas do Antigo Testamento que enfatizaram que
    as formas externas de religião destituídas da manifestação humilde e intencional
    de justiça e misericórdia nunca são aceitáveis a um Deus justo e misericordioso.
    8. Qual é a mensagem crucial de Miqueias 6:8?
    “A verdadeira religião é prática. Sem dúvida, inclui os ritos e as cerimônias da
    igreja, mas [...] não é tanto uma questão de se abster do alimento quanto é de compartilhar
    o alimento com o faminto. A bondade na prática é o único tipo de religião
    reconhecida no juízo divino” (Comentário Bíblico Adventista, v. 4, p. 325).
    Hoje Deus ainda rejeita a apostasia de uma religião externa que exclui a piedade
    prática expressa em Miqueias 6:8. Nossas formas religiosas não são um fim em si
    mesmas; são um meio para um fim, e esse fim é Cristo, que deve ser revelado em nós.
    Na introdução da lição desta semana, conhecemos duas famílias que se mudaram
    para uma comunidade “sem esperança” com o objetivo de atender às necessidades
    das pessoas que moravam ali. As duas famílias formaram, na sala de estar de
    uma das casas, um pequeno grupo com amigos da vizinhança. Os membros desse
    pequeno grupo em crescimento oraram fervorosamente para que Deus lhes mostrasse
    como reavivar sua comunidade. Fizeram parceria com uma agência cristã
    de projetos sociais e começaram a recrutar voluntários para se unir a eles na reconstrução
    das casas destruídas que havia ao redor. Se você visitasse aquele lugar
    hoje, veria que ela é uma nova e próspera comunidade, que está muito melhor do
    que antes. Isso se tornou uma realidade porque uma pequena igreja decidiu demonstrar
    o amor de Jesus de modo prático, o que transformou sua comunidade.
    O que essa obra revela é uma forma bem prática e poderosa pela qual Cristo conseguiu
    atuar através de Seu povo para alcançar outras pessoas e ajudá-las.
    Embora Deus estivesse falando para Seu povo como um todo, em Miqueias 6:8 o pronome está
    no singular. Deus estava falando com cada um pessoalmente. De que forma você revela o que
    Deus diz que “é bom”?
    4 min
  • Promessas do jubileu
    O Antigo Testamento repete frequentemente a ideia de que aqueles que são
    abençoados, seja com bens materiais, ou espiritualmente, devem ajudar os
    que não são.
    6. Leia Isaías 61:1-11. Como podemos aplicar essas palavras de Deus ao chamado
    que Ele colocou diante de nós? Lc 4:18
    Isaías 61 começa com a declaração de que o Espírito do Senhor atua por meio
    do Ungido para pregar boas-novas aos pobres, curar os quebrantados de coração,
    proclamar libertação aos cativos e livrar das trevas e do desespero os presos
    (Is 61:1; ver Lc 4:18). Todos os elementos dessa promessa têm cumprimento no
    “ano aceitável do Senhor”, uma referência ao ano do jubileu que, como já vimos,
    era cheio de implicações a respeito do dever de atender às necessidades dos pobres.
    Assim, os enlutados que são confortados, os sofredores em Sião que são atendidos,
    os que recebem “uma coroa em vez de cinzas” e “óleo de alegria [...] em vez
    de pranto”, bem como os que usam “veste de louvor [...] em vez de espírito angustiado”
    (Is 61:3) são as próprias pessoas que edificarão os lugares antigamente assolados
    e restaurarão os lugares anteriormente destruídos. Os que são abençoados
    pelo jubileu messiânico passam a transformar a sociedade, renovando as cidades
    arruinadas (Is 61:4). Os servos de Deus são chamados de sacerdotes e ministros, e
    são sustentados pelas riquezas das nações vizinhas (Is 61:5, 6).
    As figuras que encontramos em Isaías 61, do Ungido transformando os povos
    ao redor por meio da prosperidade dos que estão em aliança com Ele (Is 61:8, 9)
    se aplicam àqueles que, na atualidade, foram chamados para ser sacerdotes e ministros
    nas comunidades ao redor do mundo. A mesma influência transformadora
    dessa profecia não deveria ser sentida quando nos regozijamos no Senhor, nos
    alegramos no nosso Deus e somos cobertos com vestes de salvação e de justiça no
    meio da nossa comunidade (Is 61:10, 11)?
    Leia Isaías 61:9, um testemunho impressionante do que Deus queria fazer por Seu povo! A mesma
    coisa pode ser dita hoje a nosso respeito? Justifique sua resposta.
    5 min

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