Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Uma força para o bem
    Não é suficiente ter a verdade, por mais maravilhoso que isso seja. Em Isaías 58,
    o povo de Deus era fervoroso em suas formas e práticas religiosas, mas deficiente
    em aplicar sua fé na vida prática. Deus está chamando Sua igreja hoje a ser
    uma força para o bem, ecoando o chamado dos profetas do Antigo Testamento
    para que o povo demonstrasse a verdade sobre o caráter divino.
    8. De que maneira nossa igreja local e a igreja mundial podem cumprir o chamado
    divino no aspecto da justiça social?
    Uma igreja está localizada numa comunidade urbana infestada de violência
    pelo uso de armas. Em 2011 a clara voz profética de seu pastor soou numa grande
    cidade, durante um congresso sobre missão urbana. Aqui estão amostras de
    ideias apresentadas em seu discurso: “Os cristãos precisam deter a marcha para
    a morte!” Referindo-se à história bíblica que relata a ocasião em que Jesus deteve
    o cortejo fúnebre do filho da viúva de Naim (Lc 7:11-17), ele explicou que a igreja
    não podia ficar de braços cruzados enquanto a violência nas ruas aumentava em
    sua comunidade. Ele perguntou ao auditório: “Somos simplesmente uma igreja
    que se levanta para fazer discursos fúnebres? A questão não é perguntar a Deus:
    ‘Por que o Senhor permite o sofrimento?’, pois Deus diz: ‘Por que é que vocês permitem
    o sofrimento?’”
    Essa igreja também é muito ativa no desenvolvimento da comunidade. Durante
    sete anos o coral da igreja saiu às ruas. Eles cantavam, distribuíam folhetos e
    ofereciam o serviço da igreja aos que tinham alguma necessidade. A partir desse
    contato com a comunidade, a igreja ajudou a vizinhança de inúmeras formas e
    proporcionou muitos benefícios aos necessitados. Através de vários programas, a
    igreja fez grande diferença na comunidade.
    Essa igreja é apenas um exemplo das muitas maneiras pelas quais as igrejas podem
    ser uma força para servir e ajudar a curar suas comunidades.
    O que sua igreja pode fazer para ajudar os necessitados de sua comunidade?
    6 min
  • A voz profética: parte 2
    Isaías 58 apresenta uma mensagem profética especial de repreensão e esperança
    para o povo de Deus, tanto para o tempo de Isaías quanto para nós hoje.
    6. Após anunciar que estava descontente com Seu povo (ver Is 58:1), que descrição
    Deus fez daqueles a quem estava Se dirigindo? Is 58:2
    Embora não saibamos exatamente o “tom de voz” expresso nesse texto, fica
    claro que o Senhor estava condenando as exibições exteriores de piedade e fé que
    eles faziam, porque sabia que tudo era falso. A tradução da NVI diz o seguinte:
    “Pois dia a dia Me procuram; parecem desejosos de conhecer os Meus caminhos,
    como se fossem uma nação que faz o que é direito e que não abandonou os mandamentos
    do seu Deus” (Is 58:2).
    7. Leia Isaías 58:3-14. O que estava errado com o jejum e outras manifestações
    religiosas? Qual era a questão mais ampla envolvida ali?
    Note algo crucial: muitas vezes, a adoração e nossas orações podem ser egoístas,
    do tipo: “Senhor, faça isso para mim, faça aquilo para mim.” É claro que há tempo
    e lugar para buscar o Senhor por causa de nossas necessidades pessoais; mas o que
    o Senhor disse ali é que a verdadeira adoração inclui a atenção às necessidades do
    “faminto”, dos “oprimidos” e “pobres”. Porém, é surpreendente que esse ministério
    em favor dos outros abençoa não só os que recebem ajuda, mas também os que a
    oferecem. Leia o que esses versos dizem sobre o que acontece aos que vão em busca
    dos necessitados e os ajudam. Ao servir e doar aos outros, nós mesmos somos
    abençoados. Quem, em algum momento, já não experimentou, em certa medida,
    a realidade dessas promessas de Deus? Quem já não viu a alegria, a satisfação e a
    esperança experimentadas pelos que ajudam os que não podem ajudar a si mesmos?
    É difícil imaginar um modo melhor de refletir ao mundo o caráter de Cristo.
    Leia Atos 20:35. Você já experimentou a realidade dessas palavras em seu ministério em favor
    dos outros?
    6 min
  • A voz profética: parte 1
    4. “Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos
    os desamparados. Erga a voz e julgue com justiça; defenda os direitos
    dos pobres e dos necessitados” (Pv 31:8, 9, NVI). Como podemos aplicar esses
    princípios à nossa vida?
    Até agora, nesta semana, notamos que Deus deseja que Seu povo expresse Suas
    características de misericórdia e justiça como parte do comportamento ideal
    que deve ter. Os profetas hebreus erguiam frequentemente a voz em favor dos necessitados,
    chamando o povo de Deus ao arrependimento por ter representado
    mal o interesse divino pelos marginalizados e oprimidos. Na verdade, para Deus
    esse comportamento altruísta de socorrer os outros é igual à verdadeira adoração.
    5. Leia Isaías 1:13-17. Qual é a definição divina da verdadeira adoração? Como
    podemos aplicar esses conceitos à nossa vida?
    Embora muitos dos profetas do Antigo Testamento dirigissem a atenção das pessoas
    para eventos futuros que estavam além de seu tempo, também se concentravam
    muito na reforma espiritual e moral, e no serviço abnegado que devia ocorrer
    em sua época. A voz profética dos servos do Senhor soava mais alto quando o povo
    de Deus fazia esforços extravagantes para Lhe prestar culto, mas não refletia Sua
    compaixão para com os sofredores que os cercavam. Não dá para imaginar uma
    testemunha mais ineficaz do que aquela que está tão ocupada “adorando” a Deus
    que não tem tempo para ajudar os necessitados. Não estamos revelando uma forma
    de “adoração” quando servimos ao Senhor ao atender às necessidades dos outros?
    6 min
  • Preocupações universais
    3. Leia Gênesis 2:1-3. O que essa passagem nos diz sobre a universalidade do
    sábado?
    Se observarmos verdadeiramente o sábado, não nos contentaremos apenas com
    nosso próprio descanso (Êx 23:12), redenção (Dt 5:12-15) e restauração final
    na nova Terra (Is 66:22, 23), mas ajudaremos outras pessoas a encontrarem o descanso
    em Deus. Na verdade, o sábado nos diz que Deus é o Criador de todos os
    que vivem na Terra, Aquele que provê descanso para todos eles. A universalidade
    do descanso do sábado implica que todos nós, ricos ou pobres, temos algo em comum.
    A paternidade comum de Deus significa uma igualdade e um interesse comum
    entre todos os seres humanos.
    Além disso, como vimos ontem, o interesse pela justiça social se estende dos sábados
    semanais para os anos sabáticos e ao ano do jubileu. Os princípios por trás
    dos três sábados apresentados em Levítico 23 e 25 se estendem também para os
    cristãos. O sábado apontará perpetuamente para o passado, para a criação, para a
    cruz, bem como para o futuro e a nova Terra. Ele fortalecerá nosso relacionamento
    com nosso compassivo Criador e Salvador, levando-nos assim para mais perto
    daqueles que Ele ama profundamente – pessoas que têm necessidades profundas,
    que são pobres ou estão sofrendo.
    Note que, embora o ano sabático e o ano do jubileu ilustrem princípios eternos,
    isso não significa que devamos observar literalmente essas festas hoje em dia. Não
    devemos. Diferentemente do sábado semanal, instituído na criação, no mundo anterior
    à queda, o ano sabático e o ano do jubileu estão entre os sábados cerimoniais
    que eram “sombra das coisas que haviam de vir” (Cl 2:16, 17) e que apontavam
    para o futuro, para o ministério e o sacrifício de Jesus, e que terminariam com Sua
    morte na cruz. Esses sábados apontam para um princípio relacionado à maneira
    pela qual devemos tratar os outros, especialmente os necessitados. Como um povo
    redimido, Israel tinha a obrigação de ser uma luz para o mundo, mostrando aos
    outros a misericórdia de Deus sem parcialidade. Com ações de graças, deviam representar
    o caráter de Deus àqueles que não O conheciam.
    Leia Amós 8:4-7. O que estava acontecendo ali? Somos culpados de fazer a mesma coisa com os
    outros? De acordo com o contexto, o que significam as palavras: “Eu não Me esquecerei de todas
    as suas obras, para sempre”?
    6 min
  • Misericórdia e justiça: marcas do povo de Deus
    Desde o princípio a justiça social fez parte das leis de Deus e de Seu ideal para
    Seu povo. A justiça social é a intenção original de Deus para a sociedade humana:
    um mundo em que as necessidades básicas são satisfeitas, as pessoas prosperam
    e a paz reina.
    1. Leia os versos seguintes e resuma o que eles dizem sobre a misericórdia e
    a justiça, ou sobre o que às vezes é chamado de “justiça social”. Êx 22:21-23;
    23:2-9; Lv 19:10; Pv 14:31; 29:7
    A misericórdia e a justiça também são enfatizadas nas leis do sábado dadas ao
    antigo Israel. Deus delineou três tipos de sábado.
    2. De que forma a ideia da misericórdia e da justiça é refletida em cada um dos
    sábados mencionados nos textos a seguir? Êx 20:8-10; 23:10, 11; Lv 25:8-55
    A. As instruções para a guarda do sábado incluíam o princípio da garantia de
    oportunidades iguais para que todos descansassem, inclusive servos, animais e
    estrangeiros.
    B. A cada sete anos, o ano sabático era uma ocasião para o cancelamento de
    dívidas, para demonstrar interesse pelos pobres e libertar os escravos. Deus instruiu
    Seu povo a incluir os animais nos benefícios do ano sabático (ver Lv 25:6, 7).
    C. O ano do jubileu ocorria no quinquagésimo ano, após sete anos sabáticos.
    A propriedade que havia sido vendida era devolvida ao proprietário original, as dívidas
    eram perdoadas e os prisioneiros e escravos eram libertados. O jubileu era
    um equalizador da sociedade, um reinício que dava a todos a oportunidade de recomeçar
    a vida. Era uma “salvaguarda contra os extremos da riqueza ou da miséria”
    (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 185).
    Ali, na própria estrutura da sociedade hebreia, podemos ver como a justiça e a
    misericórdia atuavam juntas em favor dos menos afortunados da sociedade.
    6 min

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A voz da esperança