Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • A grande comissão
    Para muitas pessoas, é muito difícil entender por que Jesus voltou para o Céu e
    confiou o ministério do evangelho aos seres humanos. Muitas vezes nós O decepcionamos
    e, como os evangelhos mostram, Seus primeiros seguidores não foram
    exceção. Sim, é confiando a nós o ministério que Cristo mostra Seu amor por
    nós e nossa necessidade dEle.
    5. Leia Mateus 28:16-18. Compare as palavras de Jesus: “Toda a autoridade Me
    foi dada no Céu e na Terra” (v. 18), com Daniel 7:13, 14. Como essas passagens
    estão inter-relacionadas?
    6. Leia Mateus 28:19, 20. O que Jesus disse ali, e qual é a relevância de Suas palavras
    para nós?
    Ellen G. White sugere que quase 500 crentes haviam se reunido no monte das
    Oliveiras quando Jesus subiu ao Céu (Ver 1Co 15:6). Sua comissão evangélica não
    foi só para os discípulos, mas para todos os crentes. “É um erro fatal”, escreve ela,
    “supor que a obra de salvar depende apenas do pastor ordenado. Todos a quem
    veio a celestial inspiração, são depositários do evangelho. Todos quantos recebem
    a vida de Cristo são mandados a trabalhar pela salvação de seus semelhantes.
    Para essa obra foi estabelecida a igreja, e todos quantos tomam sobre si seus sagrados
    votos, comprometem-se, assim, a ser coobreiros de Cristo” (Ellen G. White,
    O Desejado de Todas as Nações, p. 822 e 829).
    Você tem pensado com frequência em si mesmo como um coobreiro de Cristo? De que maneiras
    específicas você pode ser mais ativo em levar o evangelho ao mundo?
    5 min
  • O Cristo ressuscitado
    A fé cristã se centraliza não somente na cruz, mas na tumba vazia. A verdade é
    que a maioria das pessoas, inclusive as não cristãs, creem que um homem chamado
    Jesus de Nazaré morreu numa cruz. Não muito tempo depois de Jesus ter
    vivido, encontramos referências históricas como esta, de Tácito (57-117 d.C.), um
    historiador romano: “Nero [...] infligiu as mais requintadas torturas a uma classe
    odiada por suas abominações, chamada de cristãos [...] pela populaça. Christus,
    que deu origem ao nome, sofreu a penalidade máxima durante o reinado de Tibério,
    nas mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos” (www.causeofjesusdeath.
    com/jesus-in-secular-history).
    Não havia dúvidas naquela época, como não há hoje, a respeito da condenação
    e crucifixão de uma figura histórica chamada Jesus.
    A parte difícil é a ressurreição: a ideia de que Jesus de Nazaré, que morreu numa
    sexta-feira à tarde, voltou à vida num domingo de manhã. Essa é a dificuldade de
    muitas pessoas. Afinal de contas, um judeu crucificado pelos romanos na Judeia
    era uma ocorrência bastante comum. Mas um judeu ressuscitar dos mortos depois
    de ter sido crucificado? Essa é uma história completamente diferente.
    Contudo, sem essa crença no Jesus ressuscitado, simplesmente não temos fé
    cristã. Paulo escreveu: “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como
    também é inútil a fé que vocês têm. [...] Se é somente para esta vida que temos esperança
    em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão”
    (1Co 15:14, 19, NVI). A morte de Jesus, em si, tinha que ser seguida pela ressurreição,
    porque em Sua ressurreição temos a certeza da nossa.
    Quando chegamos à história da ressurreição de Jesus, temos duas opções. A primeira
    é considerar essa história uma propaganda sentimental escrita por alguns
    solitários seguidores de Jesus para manter viva Sua memória, da mesma forma que
    tentamos manter viva a memória de alguma figura bem conhecida que morre hoje
    em dia. A segunda opção é tomá-la literalmente, como um relato em primeira mão
    de um evento extraordinário, um evento mais tarde interpretado como tendo implicações
    para todo ser humano que já viveu.
    7 min
  • Véu rasgado e rochas fendidas
    Cada um dos autores dos evangelhos contou a história de Jesus a partir de perspectivas
    diferentes, mas todos se concentraram em Sua morte. Porém, somente
    Mateus escreveu sobre o véu rasgado e as sepulturas abertas.
    3. Leia Mateus 27:49-54. Qual é o significado desses acontecimentos? Para qual
    esperança eles apontam?
    Cristo morreu logo depois que a turba, não entendendo as palavras de Jesus,
    havia zombado dEle por ter chamado Elias para vir salvá-Lo. A zombaria deles foi
    outro exemplo, poderoso mas triste, de como Jesus foi mal interpretado por muitos
    de Seu próprio povo.
    Mateus registrou que a cortina do templo se rasgou de alto a baixo. O simbolismo
    é inequívoco: havia começado uma nova era na história da salvação. Os serviços
    sacrificais, que por tanto tempo haviam apontado para Jesus, não mais eram
    necessários. Os velhos símbolos terrestres haviam sido substituídos por algo muito
    melhor.
    4. Leia Hebreus 8:1-6. O que essa passagem diz que nos ajuda a entender o que
    aconteceu com o sistema do santuário terrestre? O que o substituiu?
    Mateus registrou não só o fato de que o véu se rasgou, mas também que as rochas
    se fenderam, que as sepulturas se abriram e alguns dentre os mortos foram
    ressuscitados – eventos que puderam acontecer apenas por causa do que Jesus havia
    realizado ao morrer pelo pecado como nosso Substituto. Portanto, em Mateus,
    vemos acontecimentos que o antigo sistema, em si, nunca poderia ter causado. “É
    impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hb 10:4). É claro
    que somente Jesus poderia tirar pecados, e para nós o grande resultado, a grande
    promessa decorrente do fato de Jesus tirar nossos pecados é a ressurreição dos
    mortos. Sem essa promessa, nada temos (ver 1Co 15:13, 14, 19). Nessas primeiras
    ressurreições (não sabemos quantas foram) podemos ver a esperança e a promessa
    de nossa ressurreição futura.
    5 min
  • Nosso Substituto crucificado
    2. “Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra. Por volta da
    hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que
    quer dizer: Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt 27:45, 46).
    Qual é o significado desse clamor? Como entendemos suas implicações em
    termos do plano da salvação?
    Mateus registrou o que tem sido chamado pelos teólogos de “o grito do abandono”.
    “Abandono” traz a ideia de desamparo, de alguém deixado sozinho e
    necessitado. Nesse caso, podemos ver o senso de abandono da parte do Pai, experimentado
    por Jesus. As trevas que cercaram a Terra naquela ocasião simbolizavam
    o juízo divino (Is 13:9-16; Am 5:18-20; Jr 13:16); Jesus estava experimentando em Si
    mesmo as horríveis consequências do pecado e da completa separação do Pai. Em
    nosso lugar, Ele estava suportando em Si mesmo o juízo divino contra o pecado.
    “Assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados
    de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a
    salvação” (Hb 9:28; ver também 2Co 5:21). Na cruz Jesus Se apropriou da linguagem
    de Salmos 22:1 porque, de maneira singular, estava experimentando o que os
    seres humanos experimentam: a separação de Deus por causa do pecado. “As vossas
    iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem
    o Seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59:2).
    Não se tratava de fingimento. Jesus suportou verdadeiramente a ira de Deus
    contra o pecado. A penalidade pelas nossas transgressões caiu sobre Ele e, assim,
    encheram Sua alma de consternação e pavor enquanto Ele suportava o peso da
    culpa, nossa culpa, sobre Si. Quão mau deve ser o pecado aos olhos de Deus, uma
    vez que foi preciso que um dos membros da Divindade sofresse a culpa e a punição
    dele, para que fôssemos perdoados!
    Contudo, mesmo em meio a esse horror, Jesus pôde clamar: “Meu Deus, Meu
    Deus!” Apesar de tudo o que estava acontecendo com Ele, Sua fé permaneceu intacta.
    Ele permaneceria fiel até o fim, a despeito do sofrimento, apesar do senso
    de ter sido abandonado pelo Pai.
    Como é sentir a separação de Deus devido ao pecado? Por que nosso único caminho de volta
    é reivindicar a justiça de Cristo, além do arrependimento, confissão e resolução de abandonar
    o pecado?
    6 min
  • Jesus ou Barrabás
    1. Leia Mateus 27:11-26. Quais são algumas das implicações mais profundas da
    opção oferecida às pessoas e da escolha que elas fizeram?
    Era Barrabás, o assassino, que devia ser crucificado na cruz do meio. Os criminosos
    que estavam de ambos os lados provavelmente fossem seus comparsas.
    Barrabás não era o primeiro nome do indivíduo, mas seu segundo nome. Bar significa
    “filho de”, assim como Simão Barjonas significava “Simão, filho de Jonas”, ou
    Bartolomeu significava “filho de Tolomeu”. Barrabás significava “filho de abbas”, isto
    é, “filho do pai”. Muitos manuscritos antigos registram o primeiro nome de Barrabás
    como sendo Yeshua (Jesus). Yeshua era um nome comum na época e significava
    “Yahweh salva”. Assim, o nome de Barrabás tinha mais ou menos o sentido
    de “Yahweh salva, filho do pai”.
    Que farsa!
    “Esse homem havia afirmado ser o Messias. Pretendia autoridade para estabelecer
    uma nova ordem de coisas, para emendar o mundo. Sob uma ilusão satânica,
    pretendia que tudo quanto pudesse obter por furtos e assaltos era dele. Por meios
    diabólicos havia realizado coisas admiráveis, atraído seguidores e despertado sedição
    contra o governo romano. Sob a capa de entusiasmo religioso, era um endurecido
    e consumado vilão, dado à rebelião e à crueldade. Oferecendo ao povo
    escolha entre esse homem e o inocente Salvador, Pilatos julgava despertar-lhes o
    sentimento da justiça. Esperava conquistar-lhes a simpatia para Jesus, em oposição
    aos sacerdotes e príncipes” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 733).
    Pilatos estava errado. A menos que estejam sob a convicção do Espírito Santo,
    inevitavelmente as pessoas fazem a escolha espiritual errada, como fez aquela
    multidão. No fim, todos temos a escolha entre Cristo e Barrabás, entre Cristo
    e o mundo corrompido e caído, entre a vida e a morte. “O julgamento é este: que
    a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as
    suas obras eram más” (Jo 3:19).
    Por que as pessoas têm a tendência de preferir as trevas à luz? Como você pode ver, até em si mesmo,
    essa tendência inata? O que isso lhe diz sobre a realidade de nossa natureza caída, e sobre
    nossa necessidade de nos entregarmos totalmente ao Senhor?
    5 min
  • Crucificado e ressurreto
    Um anúncio numa revista britânica perguntava se alguém doaria seu corpo para a Ciência.
    Ele dizia que cientistas haviam estudado a mumificação egípcia e que estavam procurando
    um voluntário com alguma doença terminal que estivesse preparado para doar
    seu corpo após a morte. Esses cientistas acreditavam, afirmava o anúncio, que haviam descoberto
    o segredo de como os egípcios faziam a mumificação, e que o corpo “seria preservado
    – potencialmente por centenas ou mesmo milhares de anos”
    Como cristãos, não precisamos nos preocupar em ter nosso corpo preservado.
    Deus nos prometeu algo muito melhor do que isso. A morte de Jesus, na qual
    Ele pagou em Si mesmo a penalidade pelos nossos pecados, e Sua ressurreição, na
    qual Ele foi “as primícias dos que dormem” (1Co 15:20), prepararam o caminho,
    não para que nosso corpo fosse “preservado”, como o dos antigos faraós (além disso,
    se você já viu um desses corpos, percebeu que eles, de qualquer forma, não são
    nada bonitos), mas transformado num corpo incorruptível que viverá para sempre.
    Nesta semana, que trata dos capítulos finais de Mateus, estudaremos as inexauríveis
    verdades referentes à morte e à ressurreição de nosso Senhor, e estudaremos
    a respeito da esperança que esses dois acontecimentos nos oferecem.
    4 min
  • Esperança através da Rádio Novo Tempo
    Veneri passou a acompanhar a programação da Rádio Novo tempo e sua vida foi sendo aos poucos transformada por Jesus. Mas a mudança não foi apenas na sua vida, ela se estendeu para o filho Maicon que agora está dando estudos bíblicos para sua mãe.
    4 min

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A voz da esperança