AudiovisualCast

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By Bruno Jareta de OliveiraSociety & Culture
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AudiovisualCast episodes

  • #15 – Mulheres no audiovisual | AudiovisualCast

    Dos 142 longas brasileiros lançados comercialmente em 2016, 75,4% foram dirigidos por homens brancos, 19,7% por mulheres brancas, e apenas 2,1% por homens negros. Nenhum foi dirigido ou roteirizado por uma mulher negra. Estes dados da ANCINE ilustram um pouco o gigantesco abismo que separa os gêneros no audiovisual brasileiro. Precisamos falar sobre a presença da mulher nas mídias audiovisuais, tanto nas telas como nos bastidores, e pensar em maneiras de resolver esse problema! Elissa Schpallir comanda esse episódio do AudiovisualCast que contou com a presença de Ana Heloiza Pessotto e Débora Dias. Ana Heloiza está na reta final da etapa de contribuições do catálogo colaborativo A CineastA, um aplicativo financiado pelo MinC e A Secretaria do Audiovisual que tem a meta de incentivar produções realizadas por mulheres. Débora compartilhou a sua experiência na elaboração do curta Vozes, projeto que aborda a cultura do estupro na nossa sociedade.


    Publicações científicas citadas no episódio:

    • De coadjuvante a protagonista? Os desafios da diversidade cultural, da produção audiovisual independente e regional na TV Paga (dissertação de Ana Heloiza Pessotto).

    • Músicas utilizadas no episódio: https://www.bensound.com


      A imagem da capa foi empregada neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

      1 hr 29 min
    • #14 – Por que maratonamos séries? | AudiovisualCast

      O ato de completar uma temporada com pelo menos 5 episódios em menos de 7 dias é considerado oficialmente uma maratona pela própria Netflix. Você faz parte deste grupo? Já refletiu sobre esse hábito? O que as narrativas dessas séries têm de diferente? É sobre isso que conversamos neste AudiovisualCast. A roteirista Carolina Nishikubo e o mestre Octávio Nascimento compartilharam suas experiências enquanto profissionais, estudiosos e viciados em seriados como Grey’s Anatomy, Orange Is the New Black, House of Cards, Stranger Things, Making a Murder, Friends e muitas outras! Ouça esse episódio e entenda porque Game of Thrones é sempre a exceção à regra…


      Publicações científicas citadas no episódio:

      • Série na tv sob demanda: as estruturas narrativas frente as mudanças nas práticas de consumo (dissertação do Octávio).

      • Músicas utilizadas no episódio: Hard Boiled Kevin MacLeod (incompetech.com) | Rollin at 5 Kevin MacLeod (incompetech.com) | On the Ground Kevin MacLeod (incompetech.com) | Spy Glass Kevin MacLeod (incompetech.com) – Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/


        As imagens da capa são de propriedade da Netflix e ABC Domestic Television e foram empregados neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

        1 hr 11 min
      • #13 – Filmes que são reboot e sequência simultaneamente | AudiovisualCast

        Como é o truque que faz com que Star Trek (2009), Evil Dead (2013) e Jurassic World (2015) recomecem a história das produções originais e funcionem também como uma continuação delas? Glauco, Felipe, Juliana, Paulo e eu discutimos sobre esse artifício de ao mesmo tempo continuar e recomeçar um universo narrativo. Buscamos esclarecer as diferenças de remake, reboot e sequência e as vantagens e desvantagens de cada um deles para público, produtores e mercado. Aproveitamos também para declarar nosso amor e ódio por diversos remakes/reboots. Passaram pela nossa conversa a recente aquisição da Fox pela Disney e produções como: os universos cinematográficos da Marvel e DC, Star Wars, O Senhor dos Anéis, X-Men, O Vingador do Futuro, Rocky Balboa, Mad Max, Dragon Ball Z, Caça-Fantasma, Indiana Jones, Desventuras em Série, e muitos outros.


        As imagens da capa são de propriedade da Universal Pictures, Walt Disney Studios Motion Pictures, Paramount Pictures e TriStar Pictures e foram empregados neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

        1 hr 7 min
      • #12 – Vida pessoal x obra: É possível separar? | AudiovisualCast

        A lista não para de crescer. Diversas denúncias contra artistas e profissionais do audiovisual têm nos colocados em um impasse e suscitado o seguinte debate: é possível separar o âmbito pessoal do artístico para apreciar produções realizadas por pessoas antiéticas e criminosas?

        Juntamos um time de estudiosos de audiovisual para tentar isolar as variáveis desse problema e debater maneiras de lidar com isso. Juliana Delicato, Felipe Amaral, Paulo Mendonça, Glauco Toledo e eu compartilhamos frustrações (como Johnny Depp, Kevin Spacey, Alfred Hitchcock, Woody Allen e Kadu Moliterno), falamos sobre o poder de hashtags como #MeToo e #MexeuComUmaMexeuComTodas, avaliamos as posturas das empresas que empregam essas pessoas e propusemos possíveis soluções.

        O caso de racismo envolvendo William Waack e o de assédio envolvendo José Mayer também foram assunto do episódio.

        A partir da valiosa contribuição da doutoranda Renata Frigeri discutimos também a condição de obras que por um lado possuem reconhecido valor artístico mas por outro defendem valores inaceitáveis, como o totalitarismo em O Triunfo da Vontade (Leni Riefenstahl, 1935) e o racismo em O Nascimento de uma Nação (D.W. Griffith, 1915). Falhas éticas são falhas estéticas?


        Publicações científicas citadas no episódio:

        • Arte e ética – Berys Gaut.

        • As imagens da capa são de propriedade da Netflix Entretenimento Brasil Ltda e Warner Bros. Pictures e foram empregadas neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

          1 hr 18 min
        • #11 – Estereoscopia no cinema | AudiovisualCast

          Você já viu um filme em 3D e imaginou: “se fosse em 2D não teria sido legal”? O 3D é para você um atrativo ou algo a ser evitado? Qual é a melhor maneira de utilizar esse recurso no cinema? A partir do estudo dos filmes “Como treinar seu dragão” 1 e 2, Paula Sampedro e Diogo Gonçalves pesquisaram a estereoscopia do ponto de vista da linguagem e compartilharam neste episódio os resultados que encontraram. Conversamos sobre a origem desta técnica, como a imagem estereoscópica é produzida, o seu uso como estratégia de convencimento para as pessoas frequentarem as salas de cinema, e sobre as inconveniências como a tontura, óculos, legendas e ingressos mais caros. O 3D tem futuro nas produções cinematográficas? Participe desse nosso episódio disponível também em IMAX 3D e RealD 3D!


          Publicações científicas citadas no episódio:

          • O uso da estereoscopia como fator de imersão na franquia de animação “Como treinar seu dragão” (Paula Sampedro, Augusto Gonçalves e Leonardo Andrade – Anais do XIV Congresso Ibero-Americano de Comunicação IBERCOM 2015);
          • Estudos da linguagem audiovisual em animações estereoscópicas: análise da representação tridimensional nas narrativas (dissertação da Paula Sampedro);
          • A influência da estereoscopia na experiência imersiva nos videogames (dissertação do Diogo Gonçalves).

          • A imagem da capa foi empregada neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

            1 hr 6 min
          • #10 – Diversidade cultural e a Lei da TV paga | AudiovisualCast

            Chamada por uns de medida abusiva e por outros de necessária para o setor audiovisual, a Lei 12.485/2011 – Lei da TV paga para os íntimos – está em vigor desde 2011 e com recente sinal verde do Supremo Tribunal Federal para continuar existindo. Várias polêmicas fizeram parte dos debates durante esses anos, entre elas a acusação de que os canais seriam obrigados a colocar programação de má qualidade a partir de uma intervenção injusta do Estado. Foi isso o que vimos acontecendo? No episódio de hoje trouxemos a Ana Heloiza Pessotto que estudou a TV paga na sua dissertação de mestrado “De coadjuvante a protagonista? Os desafios da diversidade cultural, da produção audiovisual independente e regional na TV Paga” para conversamos sobre esse setor do audiovisual antes dessa lei, agora depois de cinco anos, e porque políticas públicas são necessárias para garantir a diversidade cultural e a identidade nacional nos produtos televisivos. Se você não quer ser obrigado a comer um filé de carne no café da manhã, recomendo acompanhar esse assunto aqui com a gente!


            Músicas utilizadas no episódio: Covert Affair – Film Noire de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Origem: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html?isrc=USUAN1100795 Artista: http://incompetech.com/.


            As imagens da capa são de propriedade da Cartoon Network Brasil, NBCUniversal Networks International Brasil e Fox Life Brasil e os áudios usados no episódio são de propriedade da Sky Brasil Serviços Ltda e foram empregadas neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

            1 hr 16 min
          • #09 – Superpoderes no audiovisual | AudiovisualCast

            Você conseguiu “ver” o que o Demolidor “vê”? Já sentiu a força Jedi? Literatura e quadrinhos sempre nos presentearam com ótimos personagens possuidores de todos os tipos de superpoderes.  No audiovisual, novas regras. Com novas regras, novas estratégias para sentirmos esses poderes. Glauco Toledo, Felipe Amaral, Paulo Mendonça, Fabiana Cervato e eu conversamos sobre o lugar que o audiovisual ocupa como uma reapresentação fiel de realidades e debatemos como essas produções fazem para que o público sinta a existência desses poderes. Personagens adaptados e nativos das mídias audiovisuais passaram pela nossa conversa, como os heróis da DC, Marvel, a saudosa série Heroes, Drácula, Star Wars, Power Rangers, Corpo Fechado, O Senhor dos Anéis, Harry Potter, True Blood, Game of Thrones, Watchmen, Chapolin Colorado e vários outros.


            Músicas utilizadas no episódio: The Long Goodbye by John Pazdan (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution license. http://dig.ccmixter.org/files/flatwound/14476 | www.bensound.com


            As imagens da capa são de propriedade da 20th Century Fox, DC Comics/CBS e Universal Studios e os áudios usados no episódio são de propriedade da DC Comics/Mutual Broadcasting Network, DC Comics/CBS e Walt Disney Studios Motion Pictures e foram empregados neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

            1 hr 9 min
          • #08 – A não linearidade em A Chegada | AudiovisualCast

            “Memória é algo estranho. Estamos presos ao tempo e à ordem”. Essas são as primeiras falas do filme A Chegada. Quem assistiu a essa espetacular ficção científica percebeu o tamanho de desafio: como construir uma narrariva audiovisual com começo, meio e fim e que tenha um efeito de estar desprendida desse tempo e dessa ordem? Luís dos Santos Miguel e Ana Beatriz Pereira de Andrade esmiuçaram essa questão e compartilharam os resultados conosco. Conversamos sobre as decisões artísticas do filme para trabalhar com essa não linearidade construída no discurso. Foram identificados elementos nas várias esferas da obra, como na direção de arte, decupagem, trilha sonora, montagem, etc. Aproveitamos a oportunidade para discutir como o filme aborda temáticas como a percepção temporal e a importância da comunicação. Pegue sua lousinha, seu passarinho e venha se comunicar com a gente!


            Publicações científicas citadas no episódio:

            • A Não-Linearidade em “A Chegada” (página 11).
            • Hamlet no Holodeck.

            • Músicas utilizadas no episódio: youtube.com/hullomynameisalex.


              A imagem da capa é de propriedade da Paramount Pictures e os áudios usados no episódio são de propriedade da Universal Music Enterprises e foram empregados neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

              1 hr 11 min
            • #07 – Desenho é só para crianças? | AudiovisualCast

              Não, não é! Animação não é só para um público, não é gênero, e também não significa que deve ser superficial! Marina Agustoni, Glauco Toledo, Gabriel Serra e eu conversamos sobre essas produções chamadas por muitos de “desenhinhos”. Passou pela nossa conversa questões sobre classificação indicativa, as polêmicas judiciais que envolveram os filmes Festa da Salsicha e Madagascar, outras produções acusadas de doutrinação para suicídio, orgias e o uso de drogas, e várias outras polêmicas que têm como origem essa confusão ainda presente na cabeça de muita gente. Escute esse programa e descubra porque Comichão e Coçadinha é para bebês! Também contribuiu com o episódio o Raphael Mortari, que é ilustrador e integrante do podcast Sanduíche!


              Músicas utilizadas no episódio: Awel by stefsax (c) copyright 2006 Licensed under a Creative Commons Attribution license. http://dig.ccmixter.org/files/stefsax/7785 | Urbana-Metronica (wooh-yeah mix) by spinningmerkaba (c) copyright 2011 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license. http://dig.ccmixter.org/files/jlbrock44/33345 Ft: Morusque, Jeris, CSoul, Alex Beroza.


              As imagens da capa são de propriedade da Sony Pictures Entertainment Columbia Pictures e os áudios usados no episódio são de propriedade da Walt Disney Pictures Buena Vista International e DreamWorks Pictures e foram empregados neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.


              1 hr
            • #06 – Matrix e narrativas transmídia | AudiovisualCast

              Como fazer um podcast de pesquisa em audiovisual sem falar de Matrix e transmídia? Esse dia chegou! Neste programa falaremos da deliciosa narrativa apresentada pelas irmãs Wachowski por meio de longas cinematográficos, jogos, curtas em animação e quadrinhos. Glauco Toledo e eu conversamos sobre o conceito de transmídia, seus alicerces como a canonicidade e a compreensão aditiva, e estratégias de roteiro e mercado quando a proposta é contar uma história em várias mídias. No caminho apareceu Os Defensores, Bruxa de Blair, Lost, Star Wars, Falling Skies, Buffy e várias outros. Venha participar dessa conversa com a gente!


              Publicações científicas citadas no episódio:

              • Aspectos canônicos da narrativa transmidiática em Lost.

              • Músicas utilizadas no episódio: “Killers” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ | “Urban Gauntlet” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ | “Darkness is Coming” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ | “Final Count” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/.


                As imagens da capa são de propriedade da Warner Bros. Pictures, Warner Home Video e Warner Bros. Interactive Entertainment e foram empregadas neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

                55 min

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