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By Chiquesi FilmsParentingKids & Family
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AutisPod episodes

  • AutisPod 007 | ABA (Análise do Comportamento Aplicada) - Juliana Frias e Daniele Aleixo

    Você não pode perder esse bate papo super esclarecedor sobre a ciência ABA e seus fundamentos. As psicólogas analistas do comportamento explicam porque ABA é ciência, e não apenas um método; falam sobre a importância do diagnóstico precoce de autismo, e mais ainda, sobre a importância da intervenção precoce no TEA, mesmo sem o diagnóstico fechado. Tudo isso para aproveitar a neuroplasticidade cerebral da criança na primeira infância e otimizar os resultados do tratamento.  

    Confrontam mitos que dificultam a intervenção adequada no tratamento da criança como, "cada criança tem seu tempo", "ABA robotiza ou engessa a criança", ou "ABA não funciona para o meu filho". 

    Explicam sobre a importância do engajamento familiar no tratamento, bem como a importância da comunicação e alinhamento de estratégias e abordagens por todos os profissionais e terapeutas que acompanham a criança, inclusive no ambiente escolar. Deve haver uma parceria entre casa, escola e terapias para que haja evolução. Orientam sobre o funcionamento da avaliação da criança, VBMap e demais escalas avaliativas, sobre a quantidade de horas recomendada para caracterizar uma intervenção intensiva (de 20 a 40 horas de estimulação). 

    Falam sobre a possibilidade de alta da terapia ABA, sobre a diferença entre treino parental e treino intensivo em ambiente clínico, e a importância de capacitação e envolvimento dos pais nos dois modelos interventivos.

    3 hr
  • AutisPod 006 | CAA - COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA ALTERNATIVA NO TEA - Dra. Cândice Moreschi

    Bate papo mais que importante sobre CAA com uma fono especialista em CAA para dar informações técnicas, bem como três mães atípicas, usuárias de CAA e de 3 métodos distintos como PODD, LIVOX E TD SNAP, para compartilharem a realidade de uma família usuária de CAA, relatando as dificuldades do dia dia, sobre preconceito, inclusão, adaptações, vantagens e desvantagens de cada método escolhido, dentre outros.  As mamães também partilharam se sentiram um luto pela indicação de CAA e se ofereceram resistência ao uso de CAA para seus filhos, se possuem parceiros de comunicação dispostos a aprender sobre CAA (além da própria família), suas experiências com as escolas (se aceitaram ou não a implementação da CAA em sala de aula), dentre outras histórias emocionantes e esclarecedoras.

    A fonoaudióloga especialista em CAA, Dra. Cândice Moreschi,  informou sobre o que consiste a Comunicação Alternativa, quando há indicação de implementação (CAA apenas como último recurso?), se CAA é indicado apenas para crianças não verbais, ou se também há recomendação para crianças com atraso de fala. Porque ainda há tanta resistência dos pais e também de profissionais da área para implementação de CAA. Se há habilidades pré-requisitos que precisam estar presentes para a implementação da CAA. Além de esclarecer sobre "mitos" da CAA como: "utilizar CAA deixa a criança preguiçosa", "se precisa esperar anos para a fala chegar e apenas implementar a CAA como último recurso", e se "CAA é caro é inacessível".

    3 hr
  • AutisPod 005 | TERAPIA ALIMENTAR NUTRICIONAL INFANTIL - GIOVANNA CATTONI

    Um bate papo descontraído e esclarecedor sobre transtornos e dificuldades alimentares das nossas crianças e que angustiam tanto nossas famílias. Falamos sobre todo o processo de avaliação nutricional da criança e do plano de intervenção de terapia alimentar. 

    A Giovanna explicou quais exames médicos costuma pedir para esse rastreamento, quais as doenças mais comuns e que podem desencadear ou agravar a seletividade alimentar, como por ex, alergias, intolerâncias, constipação instestinal, disbiose, intestino permeável, falta de enzimas digestivas, diarréias, dentre outras.  E também explicou a importância da suplementação alimentar para que se garanta o aporte nutricional da criança  e seu rendimento nas terapias.  Comentou sobre os possíveis impactos do glúten e da lactose na dieta da criança autista. E explicou o processo da escalada do comer, que consiste nas seguintes fases: tolerar, interagir, cheirar, tocar, provar e, por fim, comer o alimento.

    2 hr 33 min
  • AutisPod 004 | SELETIVIDADE ALIMENTAR - RENATA TOSTA

    Transtornos alimentares são mais comuns do que parecem. Dados indicam que cerca de 30% das crianças com desenvolvimento típico sofrem com alguma dificuldade alimentar, e 80% das crianças com algum prejuízo no desenvolvimento, sofrem com este mesmo problema!  

    E geralmente decorrem de distúrbios sensoriais, razão pela qual é tão importante entender um pouco do tema.  

    Abordamos temas como os impactos da seletividade alimentar na vida da família, que acaba ficando disfuncional, a ausência de memórias afetivas alimentares, o prejuízo na socialização, além da diferença entre a seletividade alimentar e a pessoa chata para comer.  

    A convidada também explicou sobre a existência de 8 sentidos: visão, audição, olfato, paladar, tato, vestibular, proprioceptivo e interoceptivo, e deu dicas de estratégias e terapias alimentares como a "escalada do comer", que envolve 5 fases: tolerar, interagir, cheirar, tocar e provar.

    2 hr 39 min
  • AutisPod 003 | DICAS PRÁTICAS PARA ESTIMULAR A FALA (DRA. CÂNDICE MORESCHI)

    Tema: 

    DICAS PRÁTICAS PARA ESTIMULAR A FALA


    Convidada: Dra. Cândice Moreschi

    Fonoaudióloga especialista em distúrbios da comunicação (ênfase em CAA e ABA)

    @candicefono


    A Dra. Cândice e eu elaboramos um roteirinho bem legal para o nosso primeiro bate papo (sim, haverão outros🤗).

    Conversamos sobre o desenvolvimento da fala, os pré-requisitos que a criança deve possuir para que a fala desponte, bem como dicas práticas para estimular a fala em casa.

    3 hr
  • AutisPod 002 | DICAS PARA ESTIMULAR SEU FILHO EM CASA (MARIANE MARANGONI)

    Tema: FÉRIAS ESCOLARES

    Dicas práticas para estimular seu filho em casa


    Convidada: Mariane Marangoni

    Mãe atípica

    @marianemarangoni


    Na época do diagnóstico de autismo do seu filho José, a Mari não contava com estrutura clínica e terapêutica especializada em sua cidade. Então ela "arregaçou as mangas" e foi estudar para ajudá-lo. Fez inúmeros cursos e especializações sobre o autismo, estratégias de intervenção ABA e manejo de comportamento. E durante anos encabeçou brilhantemente o tratamento do José.


    Hoje ela conta com auxílio de profissionais muito capacitados como: psicóloga especialista em ABA, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional de integração sensorial, o que certamente aliviou sua jornada de mãe-terapeuta.


    Mas o fato é que a Mari é expert em montar rotinas lúdicas de brincadeiras e estimulações. Por isso, ninguém melhor que ela para o bate papo do AutisPod dessa quarta, com dicas práticas de atividades e brincadeiras divertidas para salvar as férias escolares da meninada.


    E foi pensando nas férias escolares e na dificuldade dos pais e cuidadores em "entreter" a meninada em casa que escolhemos esse tema. Se já é difícil inventar brincadeiras para as crianças típicas que, em tese, sabem brincar, imaginem para as atípicas?🙆🏻‍♀️


    É muito comum que os pais de autistas tenham dificuldades de brincar com o filho.

    Isso pq, muitas vezes, aquela criança não demonstra interesse, faz pouco contato visual, não brinca funcional, tem interesses restritos e estereotipados.. sem contar na desregulação emocional por estar de férias da escola e terapias, e sair completamente da rotina.


    Manter a sanidade e o espírito esportivo de todos em casa é uma tarefa hercúlea minha gente. Podem crer! 


    Pensando nisso, eu e a Mari escolhemos 4 pilares importantíssimos do desenvolvimento, e que são pré-requisitos para que a criança consiga brincar e socializar:


    - CONTATO VISUAL

    - REPERTÓRIO DE IMITAÇÃO

    - SEGUIR COMANDOS

    - AVD's (Atividades de Vida Diária).


    A intenção foi explicar a importância de cada uma dessas habilidades, e a relevância de priorizá-las na rotina de estimulação das crianças. E para isso demos dicas práticas e simples de brincadeiras para realizar no dia dia mesmo, aproveitando a rotininhada do filho (hora do banho, refeições, rotinas de higiene pessoal quando acorda, ida ao mercado, etc).


    Muitas vezes quando pensamos em brincadeiras, já idealizamos atividades complexas. Mas não precisa ser assim. Inclusive, para conseguirmos um nível alto de estimulação (intensivo e consistente) precisamos nos valer de coisas simples do cotidiano.


    E o fato é que se essa base não estiver estruturada (dos 4 itens descritos acima), a criança não conseguirá realizar brincadeiras mais complexas. Então bora fortalecer a base. E aproveitar qualquer tempinho com a criança para estimular novas habilidades, ou reforçar as que já foram adquiridas.


    Agora me contem, como anda a rotina de estimulação na casa de vocês? Já estão descabelados???


    E dê aquela forcinha curtindo, comentando e compartilhando o conteúdo. Bora aumentar nossa rede de apoio sobre o autismo 💙

    2 hr 29 min
  • AutisPod 001 | A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DE AUTISMO PRECOCE OU TARDIO (LIVON)

    TEMA: A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DE AUTISMO (PRECOCE OU TARDIO)

    CONVIDADA: Livon

    Autista e mãe atípica

    @livon


    A Gabi Livon é mãe da Catarina (7 anos) e do Raul (6 anos). Juntos eles formam uma linda família atípica, repleta de neurodiversidades.

    O diagnóstico de autismo do Raul veio de forma precoce, quando ele contava com 2 aninhos, e foi o ponto chave para que as demais neurodivergências fossem cogitadas.

    Anos mais tarde, quando a Gabi já contava com 29 anos, veio seu diagnóstico tardio de autista.

    E atualmente, junto com profissionais da área, a família investiga a hipótese diagnóstica de "altas habilidades" da filha Catarina, antigamente conhecido como "superdotado(a)".

    Sendo autista e mãe de autista, a Gabi sabe traçar um paralelo entre o diagnóstico precoce e tardio, e a importância de ambos na qualidade de vida da família.

    Falamos sobre os sinais de autismo na criança (autismo infantil) , e também sobre os sinais de autismo em adultos. Sobre terapias e tratamentos recomendados para o autismo, sobre terapia ABA, ética profissional (ou a falta dela) na definição do tratamento e estratégias de manejo comportamental a serem abordadas.

    Sobre preconceito e invalidação da real capacidade dos autistas.

    Falamos sobre os transtornos sensoriais muito comuns em autistas e as diferentes formas de manifestação (hipo ou hiperssensibilidade auditiva, tátil, degustativa, etc). Sobre o uso da música  como recurso de estimulação. 

    E sobre a promessa feita por muitos "profissionais" sobre a possibilidade de "SAIR DO ESPECTRO".


    Se de alguma forma você se identifica com o conteúdo abordado, nos ajude a propagá-lo, fortalecendo assim nossa rede de apoio.

    2 hr 14 min

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