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É lei natural. A cada ação, uma reação, assim postulou Isaac Newton 300 anos atrás.
É infalível, não se contesta, e o que se faz necessário é notar a forma como acontece o feedback numa sociedade hiperconectada.
Há uma sofisticação crescente nas reações, nos contra-ataques, na contrainteligencia, e esse baião traz exemplos práticos.
A USP reagindo contra fake news usando dos mesmos mecanismos que a propagam, ou seja, áudio de WhatsApp. Combate-se mentiras com verdades científicas na mesma arena, usando a mesma ferramenta.
Há também a reação dos funcionários do GitHub frente a um evento que expôs o quanto as polarizações sociais e políticas também afetam os ambientes corporativos.
Pra fechar, vejam o caso do TrateCov, onde usuários se mobilizaram em rede para investigar as regras de negócios de um sistema cuja finalidade era produzir diagnósticos de tratamento precoce para COVID, por mais que seus idealizadores, no caso o ministério da saúde, negassem publicamente essa intenção.
Nesse caso, a sofisticação da reação foi tamanha que os usuários conseguiram acesso ao código fonte do sistema, expondo a farsa e culminando no bloqueio do sistema.
É isso.
Hoje o baião é reação.
Links
https://www.dw.com/pt-br/projeto-da-u...
https://twitter.com/RodrigoMenegat/st...
https://www.theverge.com/2021/1/17/22...
https://einvestidor.estadao.com.br/co...
Esse é o nosso tema conforto.
Não que sejamos especialistas. A questão é o prazer. Gostamos de debater educação. É vocação que virou negócio.
Mas, pera!
Negócio?
Sim, educação é um negócio, e como tal sofre e provoca efeitos sociais, além de navegar pelos mesmos dilemas de planejamento, execução e controle.
O episódio de hoje descortina quatro aspectos importantes.
UM — como os educadores rapidamente se adaptaram e melhoraram seu pacote de estratégias no segundo ciclo de isolamento. DOIS — Uma discussão cada vez mais crescente sobre a eficiência dos testes e exames para diagnosticar um conjunto cada vez mais subjetivo de habilidades e sobre a necessidade de criar processos alternativos de análise do aprendizado. TRÊS — Por que a tecnologia não trouxe os avanços esperados por sua disseminação em maior escala? É uma questão de ferramentas ou de ciência de aprendizagem? QUATRO — Os primeiros resultados qualitativos sobre os efeitos da pandemia no desempenho de escolas públicas e privadas, bem como uma radiografia dos motivos que provocaram um declínio expressivo na aprendizagem.
Vem com a gente.
Links
https://outline.com/gyBAxv
https://www.ft.com/content/9d64e479-182c-4dbd-96fe-0c26272a5875?list=intlhomepage
https://www.forbes.com/sites/nataliewexler/2021/01/21/why-technology-hasnt-boosted-l[…]utm_content=4423931680&utm_campaign=sprinklrForbesMainTwitter
https://www.nytimes.com/2021/01/21/us/schools-coronavirus.html?referringSource=articleShare
É uma época de grande angústia existencial e vai piorar um pouco antes de melhorar.
Podemos até evitar o assunto, mas sabemos disso.
Isso aqui, esse mundo digital, é uma grande agonia com a função de scroll.
É dá-lhe refresh. E dá-lhe antídoto para refrescar dores e dissabores cotidianos.
O que melhora a caminhada é saber o que nos motiva.
A gente se basta em nossos gostos e prazeres, naquilo que é nosso, que vem de dentro, que é um prazer genuíno?
Ou a gente precisa de validação externa pra tudo? Precisa de like?
O episódio de hoje é sobre os caminhos e origens da motivação.
Descubra o teu.
Links
https://www.ft.com/content/01efa185-e244-4489-a7e8-961b93ecb5c3
https://www.attpublicpolicy.com/congress/2021-closing-the-homework-gap-together/?utm_medium=ads&utm_source=TheAtlanticFB&utm_content=GroupProject&utm_campaign=InaugurationPush-2021
https://www.theatlantic.com/family/archive/2021/01/checklist-achievements-happiness-boxes/617756/
https://www.vox.com/the-goods/2019/1/2/18158989/habit-tracking-apps-new-years-resolutions
Home office impacta inteligência coletiva? Todas as perguntas são válidas, mas seria essa uma questão que busca a consequência ou que está interessada na causa?
Enquadramentos são muito importantes. Desde o simples ato de formular uma pergunta, definir um problema até compreender quais são as suas prioridades.
O baião vai nessa linha hoje.
Começa com reflexões sobre como criar o sentimento de agregação com os times que trabalham remotos e termina com o incrível dilema de diversas indústrias que se veem limitadas em suas produções por conta da insuficiência de semicondutores (chips) no mercado.
Links
https://brasil.elpais.com/economia/2021-01-07/o-home-office-pode-acabar-com-a-inteligencia-coletiva.html?utm_medium=Social&utm_source=Twitter&ssm=TW_BR_CM#Echobox=1610043751
https://outline.com/8jqNz9
https://www.wired.com/story/parler-hack-data-public-posts-images-video/?utm_brand=wired&utm_source=twitter&utm_social-type=owned&utm_medium=social&mbid=social_twitter
https://www.theverge.com/2021/1/14/22230960/samsung-digital-car-key-audi-bmw-ford-genesis-uwb-bluetooth
https://www.wsj.com/articles/chips-are-in-hot-demandand-thats-a-problem-11610630859?mod=e2tw
Delegar as decisões para futuro é mais conveniente e conveniência é certamente um dos moldes da sociedade digital, em torno do qual se constroem produtos e serviços.
Conveniência é um produto poderoso, mas seria também um capricho? Os julgamentos, eles são sempre perigosos.
O episódio de hoje trata do ato de postergar, de adiar decisões, tanto pessoais quanto profissionais, por motivos pertinentes aos momentos de cada um, e do efeito que isso provoca na economia e nos costumes.
Vem com a gente.
Links
https://time.com/5927516/egg-freezing-covid-19-pandemic/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=editorial&utm_term=u.s._&linkId=109153918
https://brasil.elpais.com/sociedad/2021-01-02/o-que-e-sextech-o-sexo-que-praticaremos-no-futuro.html?utm_medium=Social&utm_source=Twitter&ssm=TW_BR_CM#Echobox=1609628730
https://www.nytimes.com/2021/01/08/business/sperm-donors-facebook-groups.html?auth=login-google
A vida é um eterno pensar, fazer, testar e aprender.
Essa é uma filosofia barata, mas, ao mesmo tempo, de tão barata que é, todo mundo já deveria ter comprado.
Esse ciclo orgânico e biológico também serve aos negócios.
O baião de hoje é sobre isso.
Sobre o PIX, sobre os benefícios do PIX e sobre as observações que se faz do uso do PIX, agora que ele é realidade.
Sobre a Microsoft e suas ideias (hipóteses) de armazenar servidores de dados no fundo mar. E sobre o Substack, uma plataforma de criação e monetização de newsletters.
Se essas coisas darão certo no longo prazo, não se sabe.
O que se sabe, com certeza, é que as coisas que NÃO são testadas e NÃO criadas, estas NUNCA darão.
Sim, na linha das filosofias baratas, é importante dizer que certas coisas só se observam na realidade, essa que é “mãe” de todos os erros e acertos, essa “senhora” que nos mostra caminhos e descaminhos.
O episódio trata disso.
De criar protótipos para testar ideias, de fazer MVPs pra chegar a mercado e de escolher novos caminhos quando outros se fecharem.
É a baião da filosofia barata
Links
https://outline.com/mbHP95
https://www.bbc.com/portuguese/geral-54166049?at_medium=custom7&at_custom3=BBC+Brasil&at_custom4=93215ECE-3FBA-11EB-8CB7-8F2616F31EAE&at_custom2=twitter&at_campaign=64&at_custom1=%5Bpost+type%5D
https://outline.com/rbjSqP
Acesse o M/Daily
https://materiais.mastertech.com.br/mdaily-20202
O primeiro baião do ano é sobre modelos de pensamentos e atitudes que envolvem gestão de riscos.
Trata-se da clássica consciência sobre as consequências de uma aç
É assim que a Finlândia tem conseguido evoluir na gestão publica educacional, envolvendo a comunidade na solução dos problemas, equilibrando distribuição de autonomia e atualizando a matriz educacional aos comportamentos e necessidades da época.
Também é sobre isso a iniciativa de funcionários do Google em criar o primeiro sindicato de uma gigante de tecnologia.
Vai dar certo? É por um motivo justo? O tempo vai dizer.
A cada ação, seja na Finlândia ou no Google, avalia-se prós e contras, escolhe-se uma estratégia e a vida segue.
O que há de comum entre elas? O fato de não evitarem a mudança.
Mudar e evoluir é preciso. Pra tudo há risco, assim como em tudo se pede um exercício consciente sobre os novos caminhos.
Este, aliás, é o ponto de mais uma discussão desse baião, que trata do dilema de profissionais no mercado pandêmico.
Afinal, é um momento muito turbulento para considerar estar numa startup? Ou é mais seguro buscar colocação em empresas maiores, mais robustas e mais tradicionais?
Vem com a gente.
O baião voltou
Estamos, diariamente, indivíduos e coletivos, apertando botões de reset.
Isso mesmo, RESET, aquela parada que zera o jogo, que permite recomeços. Produtos e serviços concebidos apenas por homens e para homens? RESET.
Sistema de ensino superior com arquiteturas financeiras predatórias? RESET. Um mundo econômico dependente de algumas poucas empresas de tecnologias? RESET.
Um site de conteúdo adulto que incita comportamentos odiosos e inadequados? RESET.
O baião de hoje é pra provocar reflexões sobre um mundo que está sendo reformatado. Às vezes, naturalmente, outras, na força, no constrangimento, na imposição. De uma forma ou de outra, pratique o RESET.
O baião de 2020 acaba aqui.
O que faz um incentivo ser benéfico ou perverso?
Apenas sabemos quando ocorre o resultado final ou é possível vislumbrar isso na partida?
O baião de hoje trata causa e efeito.
São 4 reportagens, de saúde ao varejo, que trazem ações e consequências de diferentes estruturas de incentivos.
Não tem certo ou errado. Tem o que é bom e o que se revela perverso.
Vá assistir o baião. E saiba mais.
O episódio de hoje é sobre os pequenos passos que geram movimentos incrementais.
Essa é a filosofia da melhoria contínua, aquilo que abre perspectiva para novas possibilidades, mais radicais e disruptivas.
Hoje tem online gaming, turismo, novos aplicativos, blockchain e inteligência artificial.
Tem até Yakult pra adoçar.
Mas se hoje temos isso, é porque essas condições foram criadas no passado.
A natureza não dá saltos e o mesmo se aplica aos negócios.
Como diria Isaac, o Newton — “Se eu vi mais longe, foi por estar sobre os ombros de gigantes”.
Boa possibilidade adjacente pra vocês.
E que domingo, nas eleições, a gente possa criar as condições para um futuro mais decente.
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