BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 16/09/2021 - Cenário da pecuária de corte
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 16 de setembro de 2021, quinta-feira. Meu nome é Vinícius Veras Sousa, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul, e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.

    Após a confirmação de dois casos de encefalopatia espongiforme bovina em território brasileiro, também conhecida como mal da vaca louca, o governo brasileiro suspendeu as exportações de carne bovina para a China, de forma a seguir o protocolo firmado com este país. Essa suspensão permanecerá vigente até que as autoridades chinesas concluam a avaliação das informações repassadas sobre o caso. A China, juntamente com Hong Kong, são responsáveis por 59% das exportações brasileiras da proteína.

    É importante enfatizar que esses casos foram considerados “atípicos” pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), considerando tratar-se de mutação que afeta animais em idade avançada, de forma isolada e independente, pois acomete um em cada 100 milhões de animais. Com isso, o risco sanitário do Brasil permanece inalterado e classificado como insignificante para a doença.

    Mesmo assim, especulações sobre os casos noticiados impactaram negativamente as cotações do boi gordo, intensificando a desvalorização da arroba em território nacional desde a divulgação dos casos. No entanto, após o recuo inicial, houve certa estabilidade nas cotações e no dia 13 de setembro, o indicador do Boi Gordo CEPEA/B3 apresentou sinais de recuperação, cotado a R$ 310,60 por arroba.

    Ainda em relação aos preços, observa-se que, mesmo antes dos primeiros rumores, estes vinham pressionados ao longo do mês de agosto, com os frigoríficos mantendo suas escalas de abate alongadas, a fim de negociar melhor com os pecuaristas face ao avanço da entressafra e o bom movimento de exportações registrado em agosto, quando registraram mais de 160 mil toneladas embarcadas, fatores esses altistas.

    Dessa forma, o pecuarista deve ficar atento aos movimentos do mercado, levar em consideração a época de disponibilização para abate dos animais de segundo giro de confinamento e avaliar os custos de manutenção desses animais, para então decidir o melhor momento de comercialização.

    E para apoiar você, pecuarista, o BB dispõe de diversas soluções de crédito, como a CPR, para aproveitar o melhor momento de venda e planejar a compra de insumos ou reposição, o BB Custeio Pecuário para antecipar o planejamento da alimentação e suplementação do rebanho e o BB Opções Agropecuárias para garantir preço mínimo de venda do boi, de acordo com a saída do gado da fazenda.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo o que o agro imaginar.
    4 min
  • 15/09/2021 - Cenário do clima e perspectivas para safra 2021/22
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 15 de setembro de 2021. Meu nome é Alexandre Muzy Bittencourt, sou assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco no Brasil em Brasília, e vamos falar um pouco sobre os fenômenos climáticos e a perspectiva de clima para a safra 2021/22.

    Os modelos climatológicos apontam para resfriamento acima de meio grau celsius da normal climatológica de temperatura do Oceano Pacífico, entre a costa do Peru e a Oceania, indicando a elevada possibilidade de ocorrência do fenômeno climático La Niña.

    Conforme modelo de previsão oficial do International Research Institute for Climate and Society, (IRI, sigla em inglês), há probabilidade superior a 50% de permanência dos efeitos do fenômeno climático La Niña durante o período de setembro de 2021 a março de 2022.

    Os principais efeitos desse fenômeno são a redução das chuvas, temperaturas elevadas e clima seco nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Nas regiões Norte e parte Norte do Nordeste ocorre a elevação do volume e frequência das chuvas durante o verão. Na região Centro-Oeste, a influência do fenômeno resulta no atraso do início das chuvas.

    La Niña também interfere na atuação das cinco massas de ar que atuam sobre nosso país e na diminuição da atuação da zona de convergência do Atlântico Sul, que leva chuvas por uma faixa que se estende da região amazônica, passando pela região Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, durante a primavera e verão no hemisfério sul.

    A temperatura do Oceano Atlântico também influencia o regime pluviométrico, atua na zona de convergência intercontinental (que leva chuvas ao Norte e Nordeste) e potencializa outros fatores.

    A interação destes dois fenômenos pode resultar em maiores estiagens na região Centro-Oeste, como observado em 2021.

    Está previsto para a safra 2021/22 um La Niña mais ameno – contudo, com temperaturas elevadas para o Oceano Atlântico.

    Conforme projeções do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há elevada probabilidade de chuvas abaixo da normal climatológica entre os meses de setembro e novembro de 2021.

    Os modelos apontam para volumes acumulados inferiores a 100 milímetros em setembro e 130 milímetros para outubro na região Centro-Oeste, elevando-se para volumes acima de 200 milímetros a partir de novembro. Contudo, projetando redução das chuvas para as regiões Sul, São Paulo e parte do Mato Grosso do Sul neste mês.

    Assim, observe constantemente as previsões climáticas para a decisão do plantio e, dadas as incertezas, torna-se indispensável a adoção de mitigadores, como as opções para travar custos e margens e o seguro agrícola, para não passar apuros com o clima.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo o que o agro imaginar.
    3 min
  • 14/09/2021 - Cenário do café arábica
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é terça-feira, 14 de setembro de 2021. Eu sou Rosana Maria Cláudia, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, Bahia, e vamos falar sobre o cenário do café arábica.

    Com a colheita praticamente finalizada e a confirmação de uma safra de menor volume, as atenções se voltam ao comportamento do clima e sua influência sobre a próxima florada.

    Enquanto isso, o produtor que teve áreas afetadas pela geada encontra-se em momento decisivo quanto às alternativas para a recuperação da capacidade produtiva de sua lavoura.

    O apoio técnico e financeiro para a realização desta operação contribui para que a programação deste investimento seja feita de forma assertiva.

    A menor oferta e incertezas climáticas mantêm os preços do produto no mercado interno firmes no médio prazo, com o café arábica sendo negociado entre R$ 1.000 a R$ 1.200 por saca.

    As previsões de chuva e melhores condições para floração podem arrefecer essa tendência de alta nos preços, ao mesmo tempo que a previsão de redução na oferta mantém as condições favoráveis para preços ainda remuneradores.

    O cafeicultor pode contar com as linhas de crédito do Banco do Brasil, tanto no apoio aos investimentos quanto no custeio da safra.

    É possível ainda aproveitar o momento favorável dos preços, assegurando um bom retorno econômico, com previsibilidade e segurança na administração da propriedade, por meio da contratação de opções agropecuárias do Banco do Brasil.

    Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo o que o agro imaginar.
    2 min
  • 13/09/2021 - Cenário da citricultura
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é dia 13 de setembro de 2021. Meu nome é Márcia Calixto, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru, estado de São Paulo, e vamos falar um pouco sobre o cenário da citricultura.

    A seca tem prejudicado os pomares do cinturão citrícola, estado de São Paulo e triângulo Sudoeste Mineiro, que se encontram em situação crítica.

    Não há absorção de nutrientes, e o crescimento das plantas é interrompido por falta de umidade no solo.

    Os eventos de geada no mês de julho agravaram a situação. As cultivares mais precoces foram menos afetadas, mas aquelas de ciclo médio e tardio estão apresentando maiores problemas de desenvolvimento.

    Já as lavouras irrigadas encontravam-se em melhores condições fisiológicas do que hoje as de sequeiro e, por isso, foram menos afetadas pelas geadas.

    Nos pomares estabelecidos, atingidos pela geada, houve a queima de ponteiro das folhas, mas as plantas tendem a se recuperar.

    Nos pomares mais jovens e recém-plantados, os efeitos foram mais severos, com perda total e morte das plantas.

    Apesar de ser ano de safra alta, os pomares podem apresentar menor produtividade, com menor quantidade e tamanho dos frutos.

    O foco dos produtores agora está na verificação dos danos provocados pela geada e no tipo de manejo que deverá ser adotado para a recuperação dos pomares danificados.

    As perdas estão variando entre 5% e 50% em relação à produção prevista, e estes números poderão aumentar, caso as chuvas não ocorram em volume e regularidade esperados.

    O cenário atual para preços da fruta é favorável, visto que a demanda segue aquecida e a oferta restrita.

    Os preços da laranja devem seguir firmes, fundamentados na continuidade da oferta restrita em função do baixo volume de chuvas na safra.

    Assim, o momento é oportuno para investimentos na cultura, já que se aproxima o período do plantio e renovação de pomares.

    Para atender o citricultor, o Banco do Brasil possui linhas específicas, como Pronaf, Pronamp, Moderagro e Investagro.

    Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo o que o agro imaginar.
    3 min

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