BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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  • 15/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que O mercado do clima permaneça em foco para a próxima semana, juntamente com os desdobramentos dos dados do relatório do USDA, com expectativa de estabilidade dos dados divulgados, ante ao relatório anterior, com a manutenção da safra BRA 23/24 em 153,0 milhões de toneladas e 421,85 milhões de toneladas para a produção mundial 24/25, dados dentro do esperado pelos analistas de mercado. As eleições dos EUA e a política de estímulo às exportações na Argentina podem influenciar o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos seguirá com previsões favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras, com destaque para os estados de Ohio, Indiana, Illinois e Iowa, localizados na faixa central do meio oeste americano.  A melhoria das condições climáticas americanas, novas políticas de exportação Argentinas para escoamento da produção e os fatores políticos das eleições dos EUA, irão movimentar o mercado de soja na próxima semana. O mercado interno deverá sustentar a estabilidade as cotações no curto prazo e no médio e longo prazo, permanecendo os fundamentos baixistas.
        No tocante ao milho, Para os próximos meses é esperado uma redução de chuvas em grande parte do país a exceção do oeste da região Norte e leste da região Sul. O clima na seco no Brasil Central também deve ajudar a finalização do milho 1ª safra e o andamento da colheita do milho safrinha aumentando a oferta do cereal. A produção de milho deve ser 12,2% menor em relação com a safra anterior, segundo os dados da CONAB. Reflexo da diminuição de produtividade e área plantada. A companhia prevê ainda um aumento do consumo interno e diminuição das exportações o que pode pressionar positivamente a cotação interna do cereal. O relatório do USDA apontou para aumento da produção global do milho com uma produção americana que compensa as perdas globais. Aumento também para os números de exportação e importação global do cereal. Ainda de acordo com o relatório cerca de 68% das lavouras americanas apresentam condições boas ou excelentes. Espera um mercado mais positivo com perspectiva de aumento de exportação do milho americano e ucraniano para os principais destinos: México, Turquia e Indonésia.
        Para o café, destaca-se que,   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta. Os produtores devem continuar avançando nos negócios de café em função das recentes altas nos preços. O clima seco nas áreas de café, favorecem a colheita dos grãos. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. A baixa oferta pelos países  produtores de Robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que: A China principal compradora de carne bovina brasileira está pagando pela tonelada valores bem próximos aos negociados em 2017. Oferta de animais restritas para abate e com as escalas de abates dos frigoríficos sofrendo pequenas reduções, a tendência é de melhora nos preços no curto prazo. Intensidade de ofertas de animais para abate reduzida no curto prazo e menor participação de fêmeas no número total de animais abatidos. O preço dos animais de reposição continua nos mesmos patamares aos praticados no ano, momento interessante para aquisição, principalmente, do boi magro neste início do período de confinamento. Melhora nas cotações dos contratos futuros do boi gordo na B3 para outubro, novembro e dezembro oferecem oportunidade para o confinador proteger sua margem, através da utilização de ferramentas de mitigação de risco.
      Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 12/07/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 12 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Gouvea Machado, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados/MS, e falaremos sobre o cenário da soja.

    A colheita da safra 23/24 no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas segundo a Conab. A comercialização da safra 23/24, atingiu 71,8% da produção obtida e, em comparação o mesmo período do ano passado, as vendas giravam em torno 66,1%.  Já para a média de cinco anos o percentual indica um atraso de 4,9 pontos. Para a nova safra 24/25, a comercialização melhorou atingindo 14,6% da produção estimada, contra 11,1% na mesma época do ano passado e abaixo dos 20,6% para a média das últimas 5 safras.

     O indicador CEPEA em 10/07 foi cotado a R$ 136,32/saca, apresentando retração de 2,59% em relação ao início do mês. Os prêmios dos portos permanecem variando entre US$ 0,35 e US$ 0,50 por bushel na posição julho/24.

     O contrato de soja na CBOT com vencimento em agosto/24 encerrou o dia 10/07 cotado a US$ 11,13/bushel, queda de 2,6% em relação ao observado para o contrato spot de julho. Após o feriado 04 de julho nos EUA, o mercado devolveu os ganhos na primeira semana de julho, refletindo a melhora do clima para os EUA e o aumento das condições entre boas e excelentes em 68% das lavouras, o que mantém os mercados pressionados. Além disso, a demanda lenta pela soja americana também é influenciada, pela soja mais competitiva na América do Sul em especial no Brasil. No acumulado do primeiro semestre, os embarques de soja somaram 64,13 milhões de toneladas, um recorde para o período, 2,2% superior ao volume para o mesmo intervalo em 2023, segundo dados do Secex.

     Nesta sexta feira às 14hs, o novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA será divulgado, com perspectiva de uma revisão para baixo das estimativas para as exportações norte-americanas de soja 23/24 e 24/25.

     Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:

     - Fev/25 com strike/preço garantido entre U$ 10,25 e U$ 10,83/bushel e - Abr/25 com strike entre U$ 10,27 e U$ 10,96/ bushel

    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 11/07/2024 - Cenário do leite
    Olá, hoje é 11 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite vêm apresentando altas.

    O leite captado em maio de 2024 teve elevação de 10,32% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,71/litro. Esse valor é cerca de 0,43% menor que o registrado em maio de 2023. Segundo a EMBRAPA, em maio de 2024, ocorreu uma redução de, 3,5% nos custos em relação ao mesmo período do ano anterior, sendo que o item concentrado apresentou retração de 9,1 %. Durante o mês de junho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo, foram importados 177,9 milhões de litros em equivalente leite, registrando um aumento mensal de 21,6%.

    No mês, foram exportados 4,6 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 3%. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, o saldo da balança comercial de lácteos registrado no mês chegou a 173 milhões de litros em equivalente-leite, registrando um recuo mensal de 31 milhões de litros em relação a maio. De acordo com o CONSELEITE-RS, o valor do Leite projetado para junho de 2024 no Rio Grande do Sul é de R$ 2,56/l, valor 3,3% superior ao mês anterior. Porém tanto a demanda estagnada quanto as importações elevadas tendem a equilibrar a pressão altista dos preços.

    Para o segundo semestre de 2024 é preciso se atentar para os possíveis efeitos do fenômeno  La Niña na safra de verão, que poderá acarretar alterações nos custos de insumos de ração, conforme a região. Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para Milho.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 10/07/2024 - Cenário do café Conilon
    Olá! Hoje é quarta-feira, 10 de julho de 2024. Eu sou o Clayton Igarashi, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga, MG, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

     A colheita está em andamento, iniciando a conclusão nas principais regiões produtoras. Já foi colhido em torno de 70% da safra, com rendimento abaixo do esperado no secador, reduzindo a produtividade por área e afetando a produção total. Muitas áreas novas estão em primeira produção, podendo ocultar essa redução de produtividade por hectare. O produtor deve ficar atento ao período de colheita, pois há um alto risco de infestação da broca, praga que ataca os frutos em qualquer estágio de maturação, inclusive grãos já secos, podendo afetar a próxima safra.

     No cenário global, os preços do café subiram devido às preocupações com condições mais secas do que o normal, que poderiam afetar as safras no Brasil e no Vietnã. A manutenção dos problemas climáticos tem afetado a produção de robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e no Vietnã. O Escritório de Estatísticas Gerais do Vietnã informou que as exportações de café de janeiro a junho caíram 10,6% em comparação ao ano anterior. Com a previsão inicial de redução na produção e com os estoques baixos, vem aumentando a demanda pelo café brasileiro que, apesar da volatilidade nos preços, ainda mantém uma posição competitiva no mercado externo.

     Na bolsa de Londres, os preços do café conilon, após algumas baixas na última semana, avançaram na última segunda-feira, 08/07, com o contrato de setembro de 2024 registrando alta de US$ 152 por tonelada, chegando a US$ 4.337. No mercado interno, os preços mantiveram-se estáveis, com pequenas oscilações na última semana, com o café tipo 7 iniciando a semana cotado a R$ 1.220,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL.

     Diante deste cenário, os produtores são aconselhados a continuar acompanhando o mercado do café, utilizando mecanismos de proteção disponíveis e aproveitar a volatilidade de alta dos preços. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.

     Com o lançamento do novo Plano Safra 2024/2025, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas as necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 09/07/2024 - Cenário climático
    Olá, hoje é terça-feira, 09 de julho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

    Conforme monitoramento da NOAA, em relação ao fenômeno El Niño, modelos estatísticos consideram esse momento como de neutralidade, e o possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre. Para o mês corrente, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica previsão de chuva próxima e abaixo da média no Centro-Oeste, Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul. Chuvas acima da média estão indicadas na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AM, e em áreas pontuais no leste das regiões Nordeste, Sudeste e Sul.

    A tendência para as temperaturas é de que estas fiquem acima da média, principalmente na Região mais central. Temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média foram apontadas para o RS. Em áreas de maior altitude das regiões Sul e Sudeste, não se descarta a ocorrência de geadas em algumas localidades. Na Previsão Climática Trimestral, de julho a setembro do INPE, há indicação de chuvas abaixo da média em grande parte do Centro-Oeste, Sudeste, norte do PR, sul de RO e RR, e grande parte do AM, TO e BA. Na Região Nordeste, apesar da previsão de chuvas abaixo da média, poderá ocorrer episódios de chuvas intensas no litoral. Chuvas acima da média são esperadas para parte dos estados da Região Sul e norte do estado de RR e do AP.

    A previsão de temperatura indica tendência acima da média em grande parte do Brasil, exceto para o extremo sul, com previsão de ficar dentro da média no período. Segundo o INMET, com a previsão de redução da chuva em grande parte do Brasil, os níveis de umidade no solo poderão diminuir, principalmente no Matopiba e regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do centro-norte do Paraná, prejudicando lavouras em andamento. Entretanto, a falta de chuva no interior do Nordeste e Região Centro-Oeste poderá favorecer a maturação e colheita do algodão, e da cana-de açúcar e café na Região Sudeste.

    Devido aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 08/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que   O mercado e o clima para a safra dos Estados Unidos continue sob o olhar atento dos investidores da CBOT. As preocupações com o comportamento do clima nos próximos dias poderão adicionar algum prêmio de risco climático.   A Agência climática norte-americana (NOAA) indique que nos próximos 10 dias, há probabilidade de chuvas abaixo da média no centro norte dos EUA, e elevação da temperatura, enquanto para as demais regiões do cinturão produtor, há previsão de chuvas dentro da normalidade e de temperaturas baixas. Na américa do Sul os prêmios e o câmbio darão sustentação nas cotações. Em relação à demanda chinesa, que os atuais preços baixos na CBOT podem motivar um movimento de compra, além disso, o país poderá antecipar compras devido aos movimentos de sucessão presidencial no EUA. O cenário fundamental global siga indicando folga na oferta e demanda, safra americana segue favorável, assim, os fundamentos para os médios e longos prazos ainda são de baixa. O mercado interno deverá manter a estabilidade no curto prazo.
        No tocante ao milho, Para o mercado, cresce a expectativa para a próxima semana com a divulgação de dois relatórios importantes para o cereal: o Boletim da Safra de Grãos divulgado pela CONAB; e o relatório sobre o comércio de grãos divulgado pela USDA. Com clima favorável, a CONAB divulgou que o andamento da colheita do milho segunda safra já avança em 28% em todo país, frente a 11% no mesmo período no ano passado o que deve continuar pressionando negativamente o cereal no curto prazo. Na Argentina, a expetativa do clima pra a próxima semana é de chuvas escassas e queda de temperatura com possibilidade de geadas o que pode atrasar o andamento da colheita.  Já para os Estados Unidos, a expectativa é de aumento do calor e redução tênue das chuvas. A depender da intensidade destes fatores climáticos pode haver uma nova redução das condições das lavouras que poderá movimentar o mercado. A expectativa é que a commodity permaneça com viés de baixa para a próxima  semana,  sendo pressionada principalmente pelos altos estoques mundiais do cereal e o avanço acelerado da colheita do milho no Brasil.
        Para o café, destaca-se que,   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta; Clima seco nas áreas de café, favorecem a colheita dos grãos. A baixa oferta pelos países  produtores de Robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   A desvalorização do real frente ao dólar traz otimismo nas exportações da carne bovina para os próximos meses. Neste início de mês, o mercado físico do boi gordo apresentou cotações mais estáveis, minimizando o movimento de queda observado ao longo do primeiro semestre. A redução na programação de abate da Indústria possibilita estabilidade na cotação do boi gordo, gerando um equilíbrio entre a oferta e a demanda, sinalizando melhora, ainda contida, no preço da arroba. Pode se verificar um movimento de recuperação dos preços da arroba no mês de julho e início de agosto, período em que a oferta de animais terminados a pasto está encerrando e os animais provenientes do primeiro giro do confinamento ainda não estão prontos. Assim, a previsão é de uma semana com preços em estabilidade, com a indústria comprando somente um volume de animais necessários para atender a sua demanda e evitando a pressão por maiores preços. Reforça-se a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.
      Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    5 min
  • 05/07/2024 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 05 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

        O último relatório do departamento de agricultura dos Estados Unidos - USDA – divulgado no dia 28/06, foram revisados os dados referentes a área plantada e de estoques finais, pressionando de forma negativa os preços do milho.

      A quantidade de área cultivada informada pelo USDA, passou de 36,4 milhões de hectares, para 37,2 milhões de hectares, aumento de 620 mil hectares. Os estoques finais sofreram ajuste positivo de 22,6 milhões de toneladas, totalizando 126,83 milhões de toneladas.

      Como reflexo destes ajustes, as cotações do dia 02/7 fecharam em U$ 4,07/bushel, perda de 0,15 pontos em relação ao preço do dia 27/6.

       Na Argentina, de acordo com publicação da Bolsa de Cereais em 27/06, a colheita no país chegou a 54,9%, avanço de 5,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. O ritmo vem se intensificando à medida que as plantações estão chegando no teor de umidade ideal.

      No Brasil, a colheita do milho 2ª safra está ganhando ritmo. De acordo com a Conab, até o dia 30/6, havia sido colhido cerca de 47,9% da área total, aumento de aproximadamente 20 % em relação a semana passada com destaque para os estados do Mato Grosso e Paraná com 68,7% e 42% da área colhida, respectivamente.

            O Avanço da colheita da 2ª safra, aumenta a oferta no mercado interno, e segue pressionando os preços no mercado físico. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 02, precificado a R$ 56,87 por saca, baixa de 0,61% nos últimos 30 dias. Essa variação só não foi maior, devido a variação cambial positiva no período.

      O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.

         Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,53 e R$ 57,85 por saca, e  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 58,06 e R$ 61,31 por saca.   

       Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro. 

      Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.

        Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 04/07/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 4 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

      Ao longo da semana, nos principais polos produtivos foi observado uma leve reação na cotação do boi gordo. No mercado físico em SP, a @ do boi gordo recebida pelo pecuarista foi de R$ 220,00 e do boi "China" foi de R$ 225,00. A escala de abate das indústrias começa a encurtar em algumas praças, com programação de aproximadamente 12 dias úteis na média nacional, tendo um maior descolamento do diferencial de base no preço praticado em alguns estados, como Rondônia.

     A menor oferta de bovinos provenientes dos pastos, e a ausência de gado pronto para o abate proveniente do confinamento, contribui para a diminuição das escalas de abate da Indústria. No dia 2 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 225,30, com queda de 0,16% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 234,25.

     No mercado externo, a desvalorização do real frente ao dólar deve estimular as exportações brasileiras de carne bovina, sugerindo uma melhora na receita dos frigoríficos. Soma-se a esse fato o bom volume de exportação observado ao longo dos últimos meses.

     Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 232,00 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 230,00 e 237,00 /@.

    Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 03/07/2024- Cenário do arroz
    Olá, hoje é quarta feira, 03 de julho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Texixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

     De acordo com o 9º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se uma produção de dez milhões, trezentos e noventa e cinco mil e setecentas toneladas, aumento de 3,6% em relação à safra anterior. A área plantada está estimada em um milhão, quinhentos e noventa e um mil e seiscentos hectares, aumento de 7,6% em relação à safra anterior.

      De maneira geral, houve aumento na área plantada em comparação ao total semeado na temporada anterior, sendo um incremento tanto no arroz irrigado quanto no sequeiro, algo motivado ainda à época da semeadura pela expectativa de bons preços praticados no mercado do cereal. Porém, o rendimento médio deverá ficar comprometido por conta dos danos às lavouras sul-rio-grandenses.

      O estado do Rio Grande do Sul representa na safra 23/24, 68% da produção nacional de arroz. A colheita foi finalizada no estado e a área estimada de cultivo de arroz irrigado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) é de 900.203 hectares. De acordo com levantamento do CEPEA, os preços do arroz em casca vêm registrando pequenas oscilações nas regiões acompanhadas no Rio Grande do Sul, com o Indicador CEPEA/IRGA (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) mantendo-se na casa dos R$ 112,00/saca de 50 kg desde o dia 13 de junho.

     Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte está atrelado à resistência de vendedores e à ligeira melhora da demanda, especialmente no mercado externo.

     De um lado, orizicultores aguardando uma possível valorização do arroz em casca devido à maior procura de tradings e à recente alta do dólar, que favorece a exportação e dificulta a importação.

     De outro, unidades de beneficiamento estão ligeiramente cautelosas, ofertando apenas em casos de necessidade imediata de reposição de estoques O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.

     Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima
    3 min
  • 02/07/2024 - Cenário do trigo
    Olá, hoje é 02 de Julho de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

      Segundo as projeções da Conab de junho/24, são esperados o cultivo de 3,078 milhões de hectares no Brasil nesta safra, com diminuição de 11% em relação à safra passada. Apesar disto, espera-se um aumento de 12% na produção nacional, devido a recuperação da frustração da safra 23/23, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, resultando em um aumento acima de 40%.

     O plantio avança na Região Sul, que responde por 85% da área com trigo no país. Segundo dados do Departamento de Economia Rural – DERAL – o Paraná é o estado que apresenta maior avanço com 94% da área semeada. Com expectativa de diminuição na área de 19%, em função do histórico de preços e frustração da safra anterior.

     No Rio Grande do Sul, o plantio está atrasado em 7% em relação à safra passada. A principal causa deste atraso está ligada à catástrofe climática que atinge o estado: o solo ainda está encharcado, com ocorrência de erosão e lixiviação de nutrientes, além de problemas logísticos para distribuição de insumos, porém, ainda dentro do zoneamento agrícola, podendo fugir da janela ideal de plantio e consequentemente risco de colheita em períodos chuvosos.

     No cenário internacional, as atenções estão sobre as condições climáticas desfavoráveis na Rússia e Ucrânia, com a ocorrência de clima frio e seco, podendo ocasionar perdas na produção, que podem chegar a 10%. Juntos esses países são responsáveis por 1/3 da exportação mundial de trigo.

     Outro país que merece atenção é a Índia, pois o governo quer aumentar os estoques reguladores e com isso, o país pode entrar no mercado, comprando de 10 a 12 milhões de toneladas.

     O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de 2,37% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.519,34. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 12%. A expectativa da confirmação da diminuição da área plantada no Brasil, do baixo volume de estoque doméstico, especialmente de produto de qualidade superior e aumento das cotações no cenário internacional (paridade de importação), estão sustentando variações positivas no preço neste período.

      Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.
    4 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…