BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • 30/07/2024 - Cenário da cana-de-açúcar
    Olá, hoje é 30 de julho de 2024, eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.

    ​   As previsões de chuvas para essa safra estão ocorrendo sob a influência do La Niña e continuam as atenções para os próximos meses, com uma tendência de serem menos chuvosos, com favorecimento para a colheita.

      Essa mesma falta de chuva que favorece a colheita, pode afetar de maneira negativa a produção de matéria prima e aponta-se a tendência de uma safra um pouco menor que a passada. Estes acontecimentos podem ter reflexos também para a próxima safra, 25/26.

      No acumulado até 16 de julho, a moagem atingiu 281,58 milhões de toneladas, ante 259,03 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior, crescimento de 8,71%.

      As chuvas, abaixo do normal no Brasil, apontam para uma safra menor, o que pode fazer com que a produção de açúcar possa diminuir em 2 milhões de toneladas.

      Na Índia, o período das monções (chuvas) é essencial para o desenvolvimento da cana. Até agora, as chuvas estão entre a média e acima da média, o que tem sido bastante favorável para o desenvolvimento da matéria-prima no país.

      O contrato de açúcar bruto, com vencimento em outubro, fechou em queda de 0,24 centavo de dólar, ou 1,3%, indo a 18,42 centavos de dólar por libra-peso, após ter subido 4,2% na quinta-feira. A queda foi de 1,3% na semana.

      Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.

      Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.

      Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 29/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que O Mercado do clima continue como ponto de atenção na precificação das comodities na Bolsa de Chicago. Uma onda de calor está prevista para a próxima semana no cinturão produtor norte-americano, o que pode trazer volatilidade no mercado. As incertezas sobre o ritmo de crescimento da economia chinesa é outro fator que irá adicionar pressão às cotações. As estimativas de bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja irão pressionar os preços na Bolsa de Chicago. A Agência climática norte-americana (NOAA) indica para os próximos 10 dias a probabilidade de chuvas abaixo da média nas regiões produtoras dos EUA, com temperaturas bem elevadas. No Brasil os prêmios com curva ascendente e câmbio valorizado irão dar sustentação às cotações. O cenário é estabilidade para as cotações de curto prazo e, no médio e longo prazos, permanecem com fundamentos baixistas.
          No tocante ao milho, Para os próximos dias é esperado temperaturas acima da média nos EUA, cobrindo praticamente todo país. Chuvas abaixo da normalidade devem ocorrer no Centro-Oeste do cinturão do milho, podendo prejudicar as condições das lavouras e levar à valorização do cereal no mercado externo. Na Argentina, a colheita do milho segue em ritmo acelerado no norte, por conta do plantio tardio da cultura e no sul, a alta umidade impacta negativamente a colheita. Contudo, de acordo com a Bolsa de Cereais, a perspectiva de produtividade ainda é boa, com produção acima de 46 milhões de toneladas. No Brasil, conforme a Conab em 22/07, a colheita do milho 2ª safra chegou a 79,6% do total da área. O ritmo encontra-se em 31,7 pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado. Com a colheita no Mato Grosso praticamente encerrada, outros importantes estados produtores estão chegando na reta final, como o Paraná (67%), Mato Grosso do Sul (62%) e Goiás (62%). Os preços podem se manter em estabilidade com viés de alta, caso tenha apoio no dólar e os vendedores continuem retraídos na comercialização.
        Para o café, destaca-se que, O Mercado continuará com oscilações com foco no clima do Vietnã e rápida colheita no Brasil. A perspectiva para esta semana é de atingir a colheita de 80% da safra brasileira 2024. Produtores continuarão participando do mercado aproveitando os bons preços atuais do arábica e conilon, porém de forma lenta para cobrir as despesas da colheita e outros compromissos imediatos. Sem previsão de chuvas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, os produtores ficam atentos ao desenvolvimento vegetativo para a safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade dos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que: O mercado físico deverá apresentar preços estáveis, com um fluxo de negócios mais lento em comparação à semana anterior. O aumento previsto de 2,5% no confinamento de gado em 2024 reflete uma adaptação dos pecuaristas brasileiros às condições climáticas e de mercado, adotando estratégias que garantem tanto a produtividade quanto a rentabilidade. Os frigoríficos estão evitando aumentos significativos nos preços da arroba do boi gordo, aguardando a chegada de animais confinados ao mercado. Considerando a grande incidência de contratos a termo nesta temporada, os temores em relação ao caso de Doença de Newcastle no mercado da carne de frango e as potenciais consequências na formação de preço das proteínas concorrentes também são levados em conta. O confinador precisa ficar bem atento aos seus custos de produção e aproveitar as oportunidades de preços futuros da B3 para garantir a margem.
      Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min
  • 26/07/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 26 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

     Segundo o USDA, a estimativa de área para a safra 24/25 no Brasil é de 47,3 milhões de hectares, aumento de 1,9% em relação ao ano anterior e produção de 169 milhões de toneladas.

     De acordo com a NOAA, no Brasil existe uma alta probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, que pode afetar a safra 2024/25, com possibilidade de redução das precipitações pluviométricas no cone sul, e maiores precipitações no centro norte do país. Nos EUA as previsões climáticas sinalizam condições ainda favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja. Os volumes devem ficar entre 15 e 35mm nas principais regiões produtoras norte-americana, esses volumes estão abaixo da média histórica para esse período. Teremos também, para essa semana, temperaturas mais elevadas, o que pode em alguma região ser prejudicial às lavouras de soja.

     O indicador CEPEA em 24/07 foi cotado a R$ 141,12,00/saca, apresentando estabilidade em relação ao início do mês. O prêmio nos portos permanece em US$ 0,35/bushel com referência para agosto/24. O contrato de soja na CBOT com vencimento em agosto/24 encerrou o dia 24/07 cotado a US$ 11,10/bushel, queda de 3,3% em relação ao observado no início do mês de julho, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.

     O mercado também está sendo pressionado pelos movimentos da corrida presidencial nos Estados Unidos, principalmente em relação às possíveis tensões comerciais com a China Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.

     Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - ago/24 com strike/preço garantido entre U$ 10,46 e U$ 10,75/bushel e - outl/24 com strike entre U$ 10,26 e U$ 10,79/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 25/07/2024 - Cenário da avicultura de corte
    Olá, hoje é 25 de julho de 2024, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.

     De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, no primeiro trimestre de 2024, foram produzidas cerca de 3,4 milhões de toneladas de carcaça, volume 1,8% menor do que no mesmo período de 2023.

     Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em junho de 2024, reduziram 3% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 408,5 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.785 por tonelada.

     No mês de junho de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 3,6% em relação ao mês de maio de 2024, passando de R$ 4,42 para R$4,58 por kg de peso vivo produzido.

     No mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja, em 22/07, está cotado a R$ 5,20 pelo kg vivo.

     O Ministério da Agricultura divulgou que foi confirmada a ocorrência de um foco da Doença de New Castle no Estado do Rio Grande do Sul e que preventivamente suspendeu a exportação de carne de aves e seus produtos para alguns países, cujos acordos bilaterais previam esta medida. Ações de sanitização e desinfecção do foco já foram tomadas, assim como investigações epidemiológicas nas zonas de vigilância previstas no plano de contingência Zoosanitária, publicado pelo Ministério da Agricultura em junho de 2023.

     Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 24/07/2024 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 24 de julho de 2024. Sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança Minas Gerais e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.

      O clima seco tem permitido o avanço da colheita mais rápido do que em anos anteriores nas principais regiões cafeeiras. Há estimativa de que 70% da área de produção do arábica já esteja colhida. Este tempo seco com temperaturas acima da média traz muita preocupação para o próximo ciclo.

      As previsões sobre o volume de café arábica estão passando por revisões a partir das informações de menor tamanho de grãos colhidos, peneira menor, e de menor rendimento entre o café no terreiro e o café beneficiado. Esta estimativa de redução de produção pelas principais consultorias chamam a atenção do mercado.

       Os preços do arábica continuam com alta volatilidade nas bolsas, ora com viés de alta, e ora com viés de baixa. Os preços no mercado físico tiveram alta em pleno período da colheita brasileira.   Além da preocupação com a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas no Vietnã, maior produtor de café robusta. Estas condições ainda trazem muita preocupação, já que o Vietnã informou exportação abaixo do esperado no mês de junho, fator que repercutiu nos preços do arábica.

      Diante dessas incertezas de clima, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos a perspectiva de manutenção das oscilações de preços. Em 22 de julho de 2024, os preços no Brasil, nas principais praças, registraram uma média acima de R$ 1.450,00 por saca, para o arábica.

      O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, bem como, proteção contra intempéries, além de fixação de preços, possibilitando assegurar margens de lucro diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.

      Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadorias e o termo de opções agro para as margens de rentabilidade na cafeicultura.

      Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 22/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de julho de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que   Esta semana seja marcada pela continuidade dos fatores climáticos da safra norte-americana e pela movimentação da demanda Chinesa focada na América do Sul. A dinâmica da corrida presidencial nos Estados Unidos também é um fator de ponderação na precificação da CBOT, uma vez que poderá aumentar as tensões políticas com a China. Junto a estes fatores, notas técnicas e estudos pressupõem que poderá haver incremento de área de plantio no Brasil e safra recorde para a temporada 2024/2025. As Previsões climáticas americanas sinalizam condições ainda favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja. Os volumes devem ficar entre 15 e 35mm nas principais regiões produtoras norte-americanas. As Condições climáticas estáveis nos Estados Unidos, o seu momento político, a expectativa de incremento de área plantada, o volume de produção recorde para a safra 2024/2025 e o câmbio dólar/real deverão ser o foco das atenções dos players de mercado. Internamente, o mercado Brasileiro deverá observar estabilidade nas cotações no curto prazo, no médio e longo prazo os fundamentos permanecem baixistas.
        No tocante ao milho,   A demanda pela commodity norte-americano continua sendo acompanhada pelo mercado. No dia 18/07 o USDA divulgou vendas semanais de 437,8 mil toneladas referente à safra 2023/24 no país, queda de 19% em relação à semana anterior. Comparando com a média das últimas quatro semanas a redução foi de 10%. De acordo com o Serviço Climático dos EUA (NOAA), as previsões climáticas no país apontam para os próximos dias temperaturas e precipitações dentro da normalidade na maior parte do cinturão agrícola, podendo ser favorável para o desenvolvimento do cereal, o que pode ser negativo para as cotações na CBOT.  No Brasil, de acordo com a Conab, em acompanhamento das lavouras divulgado em 15/07, a colheita chegou à 74,2% da área total. O ritmo está bem superior em relação ao mesmo período do ano passado, que era de 39,3%. Dentre os mais adiantados destacam-se: Mato Grosso (94,1%), Paraná (66%), Mato Grosso do Sul (55%) e Goiás (50%). A previsão climática para os próximos dias no Brasil é favorável para a maturação e colheita da 2ª safra, e a maior oferta do grão deve manter os preços físicos no curto prazo com viés de baixa  
     Para o café, destaca-se que,   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do café robusta. O clima seco nas áreas de café favorece a colheita dos grãos. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que: A desvalorização do real frente ao dólar traz otimismo nas exportações da carne bovina para os próximos meses. Neste início de mês, o mercado físico do boi gordo apresentou cotações mais estáveis, minimizando o movimento de queda observado ao longo do primeiro semestre. A redução na programação de abate da Indústria possibilita estabilidade na cotação do boi gordo, gerando um equilíbrio entre a oferta e a demanda, sinalizando melhora, ainda contida, no preço da arroba. Pode se verificar um movimento de recuperação dos preços da arroba no mês de julho e início de agosto, período em que a oferta de animais terminados a pasto está encerrando e os animais provenientes do primeiro giro do confinamento ainda não estão prontos. Assim, a previsão é de uma semana com preços em estabilidade, com a indústria comprando somente um volume de animais necessários para atender a sua demanda e evitando a pressão por maiores preços. Reforça-se a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.
     Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 19/07/2024 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 19 de julho de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.

        Os contratos futuros precificados na Bolsa de Chicago têm apresentado oscilações nos últimos dias, refletindo as projeções de oferta e demanda global do cereal, divulgada na sexta passada, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), além do atentado contra o ex-presidente Donald Trump no final de semana e ausência de chuvas no Leste Europeu, podendo afetar a produtividade de alguns países ali localizados, em especial a Ucrânia.

      O mercado externo deve se voltar para o acompanhamento das condições das lavouras norte-americanas, que estão em pleno desenvolvimento e chegando em fases importantes para a definição da produtividade. Conforme relatório do USDA da última segunda, 68% das lavouras encontram-se em condições entre boas a excelentes, estando onze pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado.

      No dia 17/07, o contrato com referência Setembro/24, encerrou cotado a U$3,98/bushel.   No Brasil, de acordo com a Conab, em seu acompanhamento divulgado no início da semana, a colheita do milho 2ª safra chegou à 74,2% de área colhida. Os trabalhos no campo estão cerca de 35 pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado e o estado com maior produção, Mato Grosso, praticamente finalizado.

      Os preços internos continuam pressionados negativamente, diante da maior oferta do grão, principalmente nas praças onde a produção foi satisfatória e a colheita está adiantada. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, dia 17, precificado a R$ 56,17 por saca.

      O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.

      Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,91 e R$ 57,91 por saca, e - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 58,67 e R$ 61,79 por saca.

      Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.

      Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 18/07/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 18 de julho de 2024, meu nome é Éder Gustavo Duarte, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

      Ao longo da semana, nos principais polos produtivos, foi observado uma leve reação na cotação do boi gordo. No triângulo mineiro, a arroba do boi gordo recebida pelo pecuarista foi de R$ 210,00 e do boi "China" foi de R$ 220,00, para a novilha gorda e vaca gorda foi de R$ 210,00 e R$190,00, respectivamente, com escala de abate em torno de 9 dias.

     Nas regiões do centro norte do Brasil as escalas de abate estão na média em 10 dias e valores pagos na arroba variando de R$ 190,00 a R$ 220,00. A redução da oferta de bovinos provenientes de pastos e a pouca quantidade de animais prontos para abate provenientes de confinamentos contribuem para a diminuição das escalas de abate da Indústria e melhora no preço pago ao pecuarista.

     No dia 16 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 230,40, com alta de 1,72% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 230,60. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas cerca de 109,58 mil toneladas de carne bovina in natura em 10 dias úteis do mês de julho de 2024, para o mesmo mês de 2023, o volume total exportado em 21 dias úteis foi de 160,79 mil. O preço médio da tonelada neste mês é de US$4.415,00 por tonelada, queda de 6,9% em relação ao mês de julho de 2023.

     Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 234,00 /@, e novembro de 2024 com strike entre R$ 233,00 e 239,00 /@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.

     Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 17/07/2024 - Cenário da silvicultura
    Olá, hoje é quarta-feira, 17 de julho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o Pinus. Você sabia que o Pinus, além de suprir as indústrias de papel e celulose, também pode ser utilizado como fornecedor de um produto chamado de “Goma do Pinheiro ou “Goma Resina”? Sim, é isso mesmo.

      A extração deste produto economicamente viável, tem no Brasil o segundo maior produtor mundial, ficando atrás apenas da China e é obtida pela resinagem do Pinheiro vivo através de sulcos realizados nos troncos das árvores. Esta resina, que consiste em uma pasta viscosa, espessa e esbranquiçada, nada mais é do que uma defesa natural da planta para estancar e cicatrizar a ferida. Porém, para que seja possível realizar esta extração em escala industrial, é necessário a aplicação de estimulantes a base de ácido sulfúrico para que esta goma seja produzida de forma contínua.

      E para que serve a goma? A goma em si, não tem nenhuma aplicação industrial, mas os produtos obtidos através de sua destilação – breu e terebintina, são aplicáveis em vários setores industriais.

      A terebintina, constituída por uma grande variedade de terpenos, é um líquido incolor, inflamável, de forte odor e com um sabor amargo. Seu principal uso está como solvente de tintas e é popularmente conhecida por aguarrás. Além deste uso, pode ser também utilizada em diversos segmentos da indústria farmacêutica, na fabricação de cosméticos e, também, na produção de óleo de pinho, entre outros usos.

      Já o breu, é um produto sólido, de coloração amarelada e que antigamente era muito utilizado em construções navais e como impermeabilizante em cordas e tecidos. Com o passar do tempo, foram descobertas novas utilizações para este produto sendo amplamente utilizado na indústria: matéria prima para tintas e vernizes, borrachas sintéticas, colas, adesivos e ceras.

      O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 16/07/2024 - Cenário da Fruticultura - Abacate
    Olá, hoje é terça-feira, 16 de julho de 2024, meu nome é Paulo Leonardo, sou Assessor(a) de Agronegócios em Vacaria (RS) e falaremos sobre o cenário do Abacate.

      O abacate é uma das frutas de clima subtropical e tropical economicamente mais importante do mundo. No Brasil, a produção de abacate vem crescendo nos últimos anos.

      Possui alto valor nutricional, sendo fonte de proteínas, vitaminas A e B e níveis medianos de vitaminas D e E. Estudos explicam que o abacate possui ácidos graxos monoinsaturados, que reduz as concentrações de colesterol total, LDL e triglicerídeos, que são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

      A polpa é a principal parte utilizada para consumo in natura, na forma de sobremesa, saladas, molhos e em pratos típicos tal qual (guacamole), além de ser utilizada para extração de óleo na indústria, onde o mesmo rivaliza com o azeite de oliva, produtos de beleza, sabões e terapêutica.   De acordo com o IBGE, em 2022 o Brasil produziu cerca de 338 mil toneladas de abacate, com destaque para o estado de São Paulo, como principal produtor, seguido pelos Estados de MG e PR.

        Nos três principais estados produtores, o preço médio pago ao produtor de abacate, em junho de 2024, situou-se em R$ 2,21/kg, uma alta de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

      O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, packing houses  e beneficiamento da produção. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…