O Brasil vê avançar no Congresso o chamado “PL Antifacção”, que aposta no endurecimento penal e no confronto armado como resposta à violência. Mas essa estratégia atinge o problema ou ajuda a aprofundá-lo?
Ao mesmo tempo, cresce a pressão para que facções brasileiras sejam classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos - um movimento que levanta alertas sobre soberania e possíveis interesses externos.
No BdF Entrevista desta segunda (23), apresentado pelo jornalista Igor Carvalho, o antropólogo Lenin Pires analisa os limites do modelo atual de segurança, o papel do sistema prisional no fortalecimento das facções, e o que está por trás da chamada “guerra ao crime”.