BIRNFELT CAST

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By DANILO BIRNFELTNewsDaily News
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BIRNFELT CAST episodes

  • De quem é a culpa? Ação ou reação popular?
    Os reprováveis e lamentáveis acontecimentos do dia 8 têm seus motivos, mas motivos não são razões da razão. Assim também, não são razões da razão as que levaram nosso país à dura realidade de termos um campo de concentração funcionando na Capital Federal onde seres humanos capturados com rede de arrastão foram conduzidos de modo imprudente e indiscriminado. A quantos dias estamos de tresloucada e arrogante versão brasileira de um gueto para opositores?
    Quando idosos arrebanhados, rotulados com a pecha de terroristas são submetidos às degradantes condições que vemos eu me pergunto: quem, realmente está promovendo o terror; quem se dedica a criar medo na população? Serão, realmente, aquelas pessoas enroladas na bandeira do Brasil? Em quem suas orações e seu devotado amor à pátria causam pânico?
    7 min
  • Promessas, com promessas e mais promessas
    A histeria ao redor dessas eleições como um plebiscito a favor ou contra a democracia é uma prova cabal da inapetência da aristocracia intelectual pública. A apreensão popular da democracia é sua natureza procedimental: ganha quem levar a competição por votos – as eleições – e, nesse sentido, vale tudo para vencê-la. O PT nunca foi um partido democrático. Sua violência é implícita. Coloniza instituições da República, persegue seus desafetos no espaço público, cala a oposição com elegância, tudo isso sob as palmas da inteligência pública enviesada. A estridência ideológica da esquerda pode custar caro para ela diante do espírito disciplinado do protestantismo popular nacional. A elite é sempre cega, porque não suporta o cheiro de ônibus e trem.
    O maior problema de Lula não é ter sido condenado a prisão por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro sob verdadeira montanha de provas. Nem suas ameaças sobre a economia nacional. Longe disso. O problema de Lula reside no que ele e seu partido representam e fazem contra todos os bens não materiais da sociedade brasileira, nossos valores, nossos princípios, nossos apreços, nossa fé, nossas reverências, referências e nosso amor à Pátria comum. Esse trabalho, voltado contra os fundamentos da nossa cultura, que está em curso no mundo, aqui é desempenhado pelos partidos de esquerda e, em sua maior proporção, pelo PT.
    12 min
  • O sonho acabou - foi um belo sonho
    O sonho iniciado 60 anos atrás pelos Beatles, ou personificado pelos Beatles, era na prática a concretização do romantismo. Tudo que já se havia escrito sobre harmonização estética, filosófica e comportamental das sociedades passara a ter uma experiência viva, concreta, sentida por todos. Não uma uniformização, muito menos uma padronização. Ao contrário: o que unia todos era a lei não escrita de que todos podiam ser como quisessem – e haveria espaço para todas as diferenças. Espaço, não: respeito, valorização, afirmação. Afirmação, não: o bom da coisa era que não carecia afirmar nada, declarar nada, estipular nada. Estava escrito, ou melhor, não estava, que a lei era respeitar tudo que fosse diferente, porque era dali que viria provavelmente a sua próxima inspiração — não a sua próxima desavença.
    Foi um belo sonho. E ele foi real. Por que acabou? Porque John Lennon pronunciou “o sonho acabou” ao final dos Beatles, vocalizando o fim do romantismo? Não, não foi por isso. O que acabou foi o pacto de liberdade. A tentação de industrializar a liberdade foi mais forte. O espírito era tão bom, tão fértil que logo proliferaram os vendedores de sonho. O espírito livre vê florescer a diferença e se guia por ela, ou a ignora; o vendedor simula a diferença para tentar vendê-la pelos olhos da cara ou para patrulhar os não aderentes.
    O sonho acabou porque tentaram adestrar a espontaneidade. Estão tentando até hoje. A experiência do amor ao próximo sem catequese, ou seja, a comunhão gratuita, a propensão ao exercício da irmandade pelo respeito/amor à diferença, é algo tão sublime que obviamente iriam aparecer os intermediários providenciais. Eles abrem suas pastinhas de produtos românticos e te oferecem uma ética humanitária novinha em folha – que te habilita instantaneamente a patrulhar o freguês ao lado que não adquiriu o mesmo serviço.
    8 min
  • Vamos garimpar sonhos? O que move sua existência? Identidade e propósito!
    Não é tarefa simples tentar enquadrar meu entrevistado de hoje, Este fino jovem homem pertence à casta dos que se iluminam com os breus, daqueles de caráter delicado, dos que nascem de vez em quando. Na vida, ele é farol que nunca se apaga, sempre apontando que há um porto à nossa espera, um cais onde possamos chegar, o seu coração hospeda a esperança, os seus olhos hospeda o futuro, na sua boca sempre tem a palavra de bem aventura, Sua especialidade é ser único, autêntico. Entende Cerzir com as linhas dos sonhos as bainhas da realidade, Invade a vida e enfeita as almas. Afinal o seu nome significa “Defensor da humanidade."
    Recentemente; este futuro médico foi aprovado em 6° lugar com uma nota expressiva 738.52 pontos, entre os candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Será o mais feliz e novo universitário Universidade Federal da Bahia, no campus da cidade de Vitória da Conquista. Eu recebo hoje neste episódio do Birnfeltcast, um jovem baiano que vive na cidade de Caculé, nasceu na cidade de Ibiassucê em 23 julho 2001, ele é filho de João Batista de Brito Rocha e Luciana Nascimento Rocha é irmão de Henrique Nascimento Rocha. Sandro Lúcio Nascimento Rocha. História inspiradora e esperançosa.
    24 min
  • Lula, o Profeta dos últimos tempos, Cristo ou anticristo?
    O pastor de Lula assegura que Bolsonaro usa a fé para manipular e que Lula falará da fé como libertação. O pastor observa que tem que acabar com essa conversa de que Bolsonaro é um enviado de Deus, que levou uma facada, não morreu e se tornou presidente da República. De agora em diante, o discurso nesse episódio será textualmente: “Lula é um homem que Deus permitiu que passasse 580 dias preso e saísse da Polícia Federal em Curitiba para ser presidente”. Então é isso. Ninguém deve se surpreender se Lula disser em seus comícios para evangélicos que é o enviado de Deus para salvar o país. Certamente salvar o mundo também. E poderá dizer isso fervorosamente, lembrando seus governos passados, dizendo que naquele tempo o povo tinha tudo e agora não tem nada. Então surgiu Deus indicando Lula para a Presidência da República. O roteiro já está pronto. E a linguagem divina de Lula sendo decorada. Lula será o profeta dos novos tempos brasileiros. Amém!
    8 min
  • Ser, aceitar ou praticar o nazismo sem você perceber
    A postura científica saudável e verdadeira exige que se questione. Responda, se puder e conseguir. Alguns regimes absolutistas, sanguinários e genocidas podem ser exaltados todo dia, em diferentes espaços, como acontece nas propagandas ideológicas? É aceitável conviver com quem defende regimes políticos autoritários? Com quem propaga ideologias totalitárias? Com quem é a favor de formas de repressão abusivas, a tudo e a todos? Com quem pratica cerceamento da liberdade individual? Com quem não respeita a opinião do outro? Com quem acredita que o ódio e a violência podem ser usados na atividade Política? Com quem aceita censura e prega o controle e regulação excessiva dos meios de comunicação? Com quem faz vista grossa para as diferentes formar de corrupção (sobretudo a moral)? O momento é tenso. Sinistro! O clima tribalista, de todos contra todos, é tóxico, inaceitável e destrutivo. Precisamos fazer autoanálises (ou autocríticas) permanentes. Não podemos aceitar, praticar e, muito menos, embarcar nos autoritarismos. Temos o dever de restabelecer a capacidade de mediação Política. O diálogo aberto, sincero e equilibrado é fundamental em todos os segmentos da sociedade. É imprescindível restabelecer a civilidade institucional, enquanto se combate e neutraliza o crime, a corrupção e a violência. Temos obrigação de dizer um “não rotundo” à barbárie. Sabedoria, serenidade e tolerância nunca foram tão necessários quanto agora. Nazismo, fascismo, comunismo e muitos outros ismos, nunca mais! Lacração, idem! Ideologia é ferramenta de otário. Pense nisso!
    6 min
  • O oportunismo de Lula e aliados na morte de Moïse Kabagambe
    Bem, e a esquerda brasileira está loucamente em busca de seu George Floyd. Moïse Kabagambe, o refugiado congolês brutalmente assassinato num quiosque do Rio de Janeiro, tem sido politicamente explorado, de forma coordenada e sistemática, por lideranças de esquerda. Explorado como sintoma de um problema estrutural horripilante contra o qual apenas Lula surge como solução. A tática típica da esquerda é indicar um problema para o qual ela se apresenta como reposta. Nos EUA, os democratas ganharam a opinião pública e bagunçaram o ano eleitoral com as manifestações em resposta ao caso George Floyd. Trump era ora indicado como origem indireta do problema, ora como o agente público inepto diante do drama. Por aqui, a esquerda procura associar toda espécie de desgraça à figura de seu maior adversário político: Jair Bolsonaro. Diante do caso Moïse, Lula não perdeu um segundo: saiu correndo para tecer nexos criativos entre o crime lastimável e o nome do atual presidente.
    8 min
  • ARTISTA MARIONETE, E VIVA A LIBERDADE
    Pergunta à Ivete. Ou à Anitta. Alguns anos atrás essa outra rainha das paradas de sucesso tentou um discurso equilibrado. Disse que sua principal mensagem era sua música, ou algo nessa linha. Que tinha o direito de se manifestar sobre os temas que quisesse quando bem entendesse.
    Em menos de 24 horas levou uma blitz da Daniela Mercury. Não é assim não, gata. Vai ter que rezar a cartilha. Claro que a abordagem foi envernizada, tipo “tem que se posicionar”, etc. Anitta e Ivete não “têm que” nada. Têm que pagar os seus músicos, cumprir os seus contratos e fim de papo.
    Mas aí o tempo fecha. Anitta “teve que” virar uma panfletária de quinta categoria. Ou pelo menos achou que teve. Passou a dar pitacos demagógicos sobre uma série desses assuntos que o clubinho dos pobres milionários manda abordar. Tipo o do show da Ivete. É ridículo, mas não fiquevocê achando que isso é política. Isso é mercado.
    5 min
  • Você não sangra
    “Você não sangra, você não tem vagina”, responde o lugar de fala à conta matemática. A lógica vai além: num sistema capitalista, deveriam todos ter os meios para arcar com a própria sobrevivência. Emprego, trabalho, renda. Claro, ninguém razoável é estupidamente insensível para negar miséria e exclusão social num país como o Brasil e não querer arcar com alguma assistência básica à população miserável. Mas se distribui-se absorventes, por que não distribuir comida, roupas, escovas de dentes, papel higiênico, sabonete e outras centenas de produtos essenciais à saúde pública? Se tem gente que não sangra, todos defecam e deveriam ter papel higiênico de graça, por esta lógica distributiva geral, não? Já tentaram: fizeram uma coisa chamada socialismo. E descobriu-se que, neste sistema, se socializa a pobreza e a opressão do Estado, que distribui migalhas e sobras de autoritarismo à população. Uma economia de mercado que, ainda que falha e insuficiente, pode distribuir algum dinheiro (como já faz com o Bolsa Família e auxílio emergencial na pandemia), além da oferta maior de empregos, é muito mais eficiente que um sistema socializante amplo que sufoca as potencialidades do indivíduo ganhar dinheiro e distribuir trabalho por meio de seu livre empreendedorismo. Até mesmo governos petistas como os de Haddad e Dilma, intuitivamente, sacaram que distribuir absorventes ou tudo mais não funcionava neste sentido. Até eles perceberam que populismo social tem limites quando são eles os populistas que tomam conta das contas públicas.
    10 min
  • 600 MIL MORTOS QUEM É O CULPADO?
    No tripé da apologia à verdade torta, resta o STF. Prende pessoas por crime de opinião, manda apagar perfil e rede social, cria inquérito que demoniza como “fake news” toda e qualquer manifestação ideológica contra o progressismo judiciário ou toda crítica contra o tribunal. Soltou o ladrão-mor da República para que ele seja candidato — e todos os seus asseclas. A grande mídia silencia sobre os crimes do ladrão-mor. E aplaude o STF contra atos antidemocráticos. Quais mesmo? Ah, sim, do tipo soltar rojão em Brasília e fazer vídeo para expulsar Satanás da igreja. E aí entra talvez a única verdade quase absoluta, calcada em torno deste império de mentiras. A pesquisa que indica o maior ladrão da história da República como principal combatente da corrupção talvez seja fruto real desta tonelada de mentiras perpetradas pelo trio de poderes da subversão da verdade: CPI da Covid-19, grande mídia e STF.
    11 min

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