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#167
Será mesmo melhor queimar do que desparecer lentamente, como dizia Neil Young?
No Boia 167, o Trio Ternura dos podcasts de surfe, Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, lamentam a estúpida e prematura morte do genial australiano Chris Davidson, e ponderam os paradoxos e incoerências da romantização dos estilos de vida mais desregrados do surfe.
Não é uma conversa alegre, mas é necessária. O objetivo não é responder e sim, questionar.
O episódio é assombrado por esse e outros fantasmas, começando com a música do funkeiro de um disco só, Ike White, preso por assassinato, numa história que vale a pena escutar e um som que vale mais do que a pena ouvir.
Convidamos o bem-humorado e criativo diretor Bruno Zanin para jogar luz na ida precoce do Kalani David.
Citamos Tom Curren escrevendo sobre Davo e escutamos Renato Hickel e Fabinho Gouveia, companheiros de Tour por muitos, longos e memoráveis anos, relembrando o cara que ficou com a fama de Melhor Bebedor do Tour, um título que agora surge revestido de tragédia.
E como um urubu só não faz um funeral, ainda relembramos os saxofonista Pharaoh Sanders, expoente máximo do spiritual jazz, que também nos deixou por esses dias. Ou como diria Nietzche, por detrás do seu bigodão: Temos a arte para não morrer da verdade.
By Julio Adler5
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#167
Será mesmo melhor queimar do que desparecer lentamente, como dizia Neil Young?
No Boia 167, o Trio Ternura dos podcasts de surfe, Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, lamentam a estúpida e prematura morte do genial australiano Chris Davidson, e ponderam os paradoxos e incoerências da romantização dos estilos de vida mais desregrados do surfe.
Não é uma conversa alegre, mas é necessária. O objetivo não é responder e sim, questionar.
O episódio é assombrado por esse e outros fantasmas, começando com a música do funkeiro de um disco só, Ike White, preso por assassinato, numa história que vale a pena escutar e um som que vale mais do que a pena ouvir.
Convidamos o bem-humorado e criativo diretor Bruno Zanin para jogar luz na ida precoce do Kalani David.
Citamos Tom Curren escrevendo sobre Davo e escutamos Renato Hickel e Fabinho Gouveia, companheiros de Tour por muitos, longos e memoráveis anos, relembrando o cara que ficou com a fama de Melhor Bebedor do Tour, um título que agora surge revestido de tragédia.
E como um urubu só não faz um funeral, ainda relembramos os saxofonista Pharaoh Sanders, expoente máximo do spiritual jazz, que também nos deixou por esses dias. Ou como diria Nietzche, por detrás do seu bigodão: Temos a arte para não morrer da verdade.

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