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No Boia, menos é sempre mais, e é na falta de pauta que sobra assunto.
No episódio 312, Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente celebram Jeffrey’s Bay, a tela mítica do surfe, onde gênios pintam linhas eternas e outros deixam borrões infames.
A prosa pega fogo com o reggae enfumaçado de Black Uhuru (“World is Africa”), o soul de guitarra visceral com Durand Jones & The Indications (“Now I’m Gone”) e a apoteose afro de The Last Poets com Tony Allen (“This Is Madness”).
Três manifestações distintas da mesma matriz africana, culminando num encontro entre a poesia crua das ruas americanas e as batidas nigerianas da família Kuti.
Estilo no surf não é julgado mas Maxime Rio esbanja disso na Imagem Falada e repercutimos o sucesso do episódio com o chef Nuande Pekel.
Boia na veia: papos derivantes de surfistas desalmados.
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No Boia, menos é sempre mais, e é na falta de pauta que sobra assunto.
No episódio 312, Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente celebram Jeffrey’s Bay, a tela mítica do surfe, onde gênios pintam linhas eternas e outros deixam borrões infames.
A prosa pega fogo com o reggae enfumaçado de Black Uhuru (“World is Africa”), o soul de guitarra visceral com Durand Jones & The Indications (“Now I’m Gone”) e a apoteose afro de The Last Poets com Tony Allen (“This Is Madness”).
Três manifestações distintas da mesma matriz africana, culminando num encontro entre a poesia crua das ruas americanas e as batidas nigerianas da família Kuti.
Estilo no surf não é julgado mas Maxime Rio esbanja disso na Imagem Falada e repercutimos o sucesso do episódio com o chef Nuande Pekel.
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