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Hora de papear sem limite de tempo, nem pauta.
Nessa semana, João Valente e Júlio Adler (Bruno Bocayuva está comprometido com o Isa World Junior Champ...) vão pro mar com Mark Martinson, Mike Moir, Carlos Drummond de Andrade e a garotada toda do Mundial junior do Rio.
Tito Rosemberg questiona a educação escolar, tocamos Germán Fernando y su Orquestra com Socorro, Auxílio! e, pela segunda vez, Killing Joke com Love Like Blood.
Uma salada completa com dois ovos em cima.
#232
2024 apareceu no horizonte, olhamos admirados de longe e esperamos aproximar.
Tem sido assim, antecipação e expectativa do inesperado.
Esperamos pela maior da série só pra deixar passar e imaginar como seria aquela onda se eu, ou voce, remasse, queixo na prancha, determinado(a) e impetuoso(a)- tranquilo(a) e infalível como Bruce Lee.
Júlio Adler e Bruno Bocayuva fizeram o que fazem sempre, comparecem- amigos de bolso, como apontou um ouvinte.
(João Valente está em merecido descanso.)
Tivemos Texas Sun com Khruangbin & Leon Bridges e Blur com Barbaric.
Feliz Ano Novo, Boieiros!
O Rei está morto, Viva a Rainha!
Pipeline começa morno e termina fervendo!
Caity e Pickles arrendam Pipe e Backdoor, Filipe mete o pé, algum macho venceu JJF em casa, pra variar, e juiz chefe aposentado abre o bico.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva botaram o bloco na rua em plena segunda de carnaval, servindo vossas senhorias com o melhor papo de botequim disponível no universo infinito dos podcasts.
São quase 3 horas entremeadas pelo obituário do Kenji "Damo" Suzuki, vocalista da seminal banda alemã, Can, que comparece com Paperhouse, a música eletrônica da peruana Sofia Kourtesis com Madres e o fundador do Afrobeat, Fela Kuti com o clássico, Water No Get Enemy.
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Ladeira abaixo ?
Nem terminou ainda a etapa de Sunset e o Boia desce ziguezagueando com a gunzeira, desviando dos clichês e evitando os quebra-molas.
Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler trazem nesse episodio, o Almanaque com a nova obra do inquieto e genial Loïc Wirth, Imagem falada com Gary do Kong e papo reto de Paumalu, JJF na quilha, Robbo na borda, KS no fundo e Italo na brutalidade.
A sonzeira fica com Andy Bey e Celestial Blues, Comin' Thru e Chali 2na, terminando com Durand Jones & The Indications e Love Will Work It Out.
Última paradinha, meu camarada,
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Três assuntos pelo preço de um.
Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva relatam diretamente do conforto dos seus lares o que sucede no cada vez mais minúsculo mundinho do surfe.
Pickles sodomizando Sunset, Robbo de volta ao principio, ISA em todo canto no YouTube, Carwyn Willians na boemia, Rabbit dando toco e onde começa o derrame de dinheiro do turismo no surfe profissional.
Tudo isso, com dois ovos estalados em cima, sonzeira dos Tubs com Round the Bend, Simonal com Sá Marina e Vincent Peirani com Kashmir to Heaven: Kashmir.
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As Locomotivas Medina e Tati e o time Brasil!
Surfistas sem alma não se emocionam facilmente, mas Júlio Adler e Bruno Bocayuva (João Valente teve compromisso!) não conseguiram evitar o encantamento com tudo que viram no ISA Games de Porto Rico.
Diniz Iozzi, mais conhecido como Pardal nos faz companhia no Boia 241 e recorda o evento de 1988, na mesma Porto Rico- vitória do Fia, vice do Bolha, terceiro do Rezende- e atravessa até a enorme expectativa para a disputa olímpica no Taiti, agora com a corrida ao ouro reconfigurada.
Nos embalos sonoros, o italiano Piero Umiliani com Coast to Coast, o clássico I Believe in Miracles dos Ramones e o hino antropofágico, Da lama ao caos, do saudoso Chico Science & Nação Zumbi.
Edição especial Floripa Film Fest!
Uma conversa sobre encontros, sem desencontros, com quem coloca as mãos e os pés da massa pra fermentar filmes de surfe, sacudir egos, celebrar a vida e enfeitar o bolo com cerejas em cima.
Bruno Zanin e Duda Saracura peitaram o mercado e abusaram da simpatia e boa vontade com um festival que nós não sabíamos que estava faltando aqui no Bananão.
O Boia 242 deita e rola na esteira, admirando a telona, com aquela sonzeira bombando nas caixas.
A trilha é com Toni Tornado, Me Libertei, The Cure, A Forest e World Party, Put a Message in The Box.
Rapadura e a vida podem ser ambas doces.
Julio, Bruno e João pegam a corrente da etapa de Peniche, falando o que ninguém falou - ou o que todo mundo falou.
Marcando presença até na ausência, o inevitável Kelly Slater aparece na Imagem Falada, dando o tom de onde o Tour deveria estar nesta fase do ano. O Almanaque fica por conta da edição especial de 25 anos do Moon Safari, do duo francês, Air, um mar perfeito em melodias ondulantes, diria um poeta mais calhorda.
Pra ensanduichar tudo, teve Air com Ce matin-là (From _L'uomo in più_ Versão DEMO)na abertura, Baltimore, da Nina Simone no meio e João fechou com a sua homenagem a Karl Wallinger, do Waterboys e World Party, com uma música dos primeiros, batizada com o nome dos segundos. Lembre-se: quanto menos se Boia, mais se afunda
Sua mesa de bar portátil ou seus amigos de bolso.
Você marca um horário, chega cedo e prepara as coisas, amendoim e cerveja, descanso pros copos e uma lista de assuntos.
Panico e terror na praia dos sinos importa, nem tanto quanto uma lembrança efêmera, dessas que aparecem e somem da cabeça, como uma onda da série imaginária.
Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler recebem Ricardo Lobo para conjecturar, sem eira e com beira, sobre o presente futuro das pranchas, firmemente ancorado no passado das nossas convicções e incertezas.
A trilha é do Chico Buarque com Jorge Maravilha, Pearl Jam com State of Love and Trust, Johny Cash e Joe Strummer com Redemption Song e Pacific Gas & Electric com Wade in the Water.
São 60 anos do Golpe Militar que impôs uma ditadura de 21 anos ao país tropical, abandonado por Deus e bonito por natureza - que os milicos teimam em devastar.
Boia serve para não esquecer.
Existe uma cronologia no caos. Saímos do chão com a mesma facilidade do tropeço.
Sair do chão é romântico e tropeçar, anedótico.
Por isso mesmo o Boia segue sempre aos trancos e barrancos, pela graça, pelo erro, pelo improviso.
Conversamos antes, durante e depois, quando você que nos ouve, escreve de volta com riquíssimas interpretações do que escutou.
Um ciclo perfeito, fala e escuta.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva abriram a roda e chamaram Ian Cairns, John e Lousie Severson, Travis Ferré e até o Ryan Miller pro papo.
A trilha ficou por conta do Obina Shok com Vida (participação do Gilberto Gil e Gal Costa!), Leonard Cohen com The Future e Guru com Le Bien, Le Mal (participação do Mc Solaar)
Boia é perdição.
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