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Pode alguém ser consensual e controverso ao mesmo tempo? No caso de Fred D’Orey pode e deve. Unanimemente reconhecido com um dos melhores surfistas da sua geração, o prestígio que o carioca conquistou com suas rasgadas, batidas e tubos encontrou equivalência no seu desempenho como jornalista e empresário. Opiniões independentes e destemidas sempre despertaram os ânimos da torcida, contra e a favor. No Boia, opiniões diferentes são sempre bem-vindas, principalmente quando acompanhadas por boas histórias, referências musicais e tudo aquilo que a gente gosta de chamar pro botequim. Julio Adler e João Valente (Bruno trabalhando no Ceará)conversam com um daqueles convidados que nunca precisou de convite para sentar na mesa mas que só veio quando convocado.
Pra acompanhar o papo, tem The Miracles tocando Overture e relembrando vinhetas de outras eras, Hummingbird evocando a liberdade de Free Ride, com Island of Dreams e Loco de Amor do David Byrne (com Celiz Cruz) direto da trilha sonora de Something Wild de 1986.
Um mundial de clubes em Snapper Rocks com premiação em dinheiro e formato fácil de entender e agradável.
Junta com uma bela transmissão capitaneada por gente experiente e bem informada e temos 8 horas por dia de diversão - ainda tinha onda!
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva usam o acontecimento da semana como recheio do episódio e ainda enfiam (epa!) as novidades entre a queda de braço da ISA e WSL.
A trilha fica por conta do Count Basie com Sunset Glow, Ince, Ince com a turca Selda e os dinamarqueses do Søren Skov Orbit com Orbiting.
Pipe cantou de novo!
Quando Pipeline canta, todos escutamos com atenção e cuidado.
Na penultima etapa do circuito dos desafíos, a Australia passou o carro nos resultados e reacendeu a chama ufanísta dos aussies.
O Boia, na pessoa de Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler, joga um balde de água fria nessa euforia e conversam sobre o que cerca a WSL em 2026 - títulos e mais títulos tupiniquins.
A trilha vem forte com Luck of Lucien dos A Tribe Called Quest. Taste of the Apocalypse da Monika Roscher Bigband e encerra
com Three Days dos Jane's Addiction.
Aos poucos a temporada de 2026 vai se apresentando, cheia de expectativas e imperfeições.
O Boia olha pra tudo (ou quase tudo) com a lente de aumento de quem ainda guarda entusiasmo e curiosidade por esse troço estranho que parece esporte, se confunde com terapia e acaba embalado para presente nas melhores lojas do ramo.
Aproveita essa semana para usar o cupom que o Maxime (Maxime.com.br) oferece exclusivamente para quem acompanha o podcast - usa o BOIA25 e ganha 25% de desconto!
A trilha traz Janaína com o nosso amigo Otto, YUHDONTSTOP
com os De La Soul e Steppin’ Razor com Peter Tosh acompanhado pelo Sly & Robbie.
Do mesmo modo que cada grão de Polen é uma promessa microscópica de futuro, cada prancha com a marca fundada e gerida por Álvaro Costa é uma promessa manifesta de felicidade.
E porquê? Porque o Álvaro “da Polen” não era um shaper atrás de uma profissão, era um surfista atrás de melhores pranchas. E é sobre esse surfista que nosso convidado vem falar nesse episódio que passeia por três oceanos e cinco residências. Tem Angola, tem Recife, tem Portugal, tem Califórnia tem Hawaii.
Tem shapers lendários e lendas que ficaram por contar. Tem jornadas de descoberta e a certeza de ter vivido um sonho e sobrevivido pra continuar a sonhar. Porque antes de haver frutos há sempre pólen em viagem.
A trilha fica com The Clash e Should I Stay Or Should I Go, Frankie Chavez com um cover dos Pixies, Hey! e Ralph Towner com The Donkey Jamboree
O que você faz quando conhece um sujeito que se chama Boavida e ainda faz jus ao nome?
Chama ele pra mesa no botequim do Boia, com Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente.
Filho de pioneiro do surf português, Gonçalo Boavida descobriu a neve antes das espumas, criou agências de viagens para seus dois esportes preferidos, vendeu tudo e lançou o software Shaper Buddy- que pode até nem ter nada ver com a sua prancha, mas tem tudo a ver com a de boa parte dos surfistas da WSL.
Maxime (maxime.com.br) nos brinda com o Imagem Falada.
Para embalar as viagens em pranchas, rola homenagem a Bob Weir, guitarrista do The Grateful Dead, com The Music Never Stopped; Down by the Sea, com Men at Work dando o tom da praia; Kurtis Blow soltando o verbo em The Breaks e Roxy Music mostrando ser More Than This e muito mais.
Edu tem uma conta que chama moldando um sonho, ou construindo, transformando.
O Boia acredita muito na força das palavras e ainda mais nas ações que resultam delas.
Eduardo Grinberg visualizou uma onda surfada no Centro de São Paulo e hoje temos 5 delas, num espaço de 200 quilômetros.
No episodio 338, ouvimos atentamente sobre a revolução
do surfe nos grandes centros, a exclusividade e, como sempre fazemos, especulamos sobre a possibilidade de ter ondas artificiais públicas.
A trilha teve White Gloves ii com Khruangbin, Mother Mother com os Fat Freddy’s Drop e o Carioca Rogê com um cover dos Talking Heads, Road to Nowhere.
A primeira do ano a gente nunca esquece. E o Boia começa 2026 em modo de expansão de um dos melhores episódios do final de 2025, onde entrevistamos Nelson Machado, criador e patrocinador do Waimea 5000. Achamos um estudo acadêmico sobre o impacto da etapa brasileira do circuito da IPS na imprensa internacional, que rendeu pano pra manga e papo pra horas. Ainda falamos das mudanças de patrocínio de campeões mundiais brasileiros e prestamos homenagem ao melhor de Brigitte Bardot, sem esquecer que toda cara bonita pode não passar de fachada. Nas orelhas, soltamos Smoove com The Revolution Will Be Televised, o clássico de Gershwin, Summertime, nas cordas de nylon da Rosinha de Valença, e a comovente Naquela Mesa, nas cordas vocais de Nélson Gonçalves
Não se furtem de furtar momentos fortuitos.
Lembrem-se, a historia é escrita pelos generais e consertadas pelos poetas, poetou Fausto Wolff, do alto dos seus quase 2 metros no documentário que Pedro Cézar cometeu para homenagear Manoel de Barros.
Esse bagulho de estar vivo quando se avizinha um novo ano é para ser silenciosamente celebrado.
Um novo episódio do seu podcast de eleição sai toda terça para lembrar que, apesar de tudo, resistimos e insistimos porque em algum lugar (ou até mesmo em todo lugar!) alguém se importa.
Que venha 2026 como a onda que existe apenas nas suas fantasias, intima e intransferível.
A trilha é um deleite para os apaixonados do esporte bretão,
Luedji Luna com Salty, Spray Water On The Stereo com Turnstyle, My Mind Is A Mountain com Deftones, J'adore le monde com The Limiñanas / Bertrand Belin e, finalizando, Sensitive Kind do J.J. Cale e Vai Levando com Miúcha e Tom Jobim (participação do Chico Buarque)
Papai Noel pros surfistas é Netuno!
O musculoso e magnânimo deus romano trouxe para o Boia de Natal ninguém menos que Nelson Machado, aquele mesmo da loja Waimea (Montenegro 129) e dos mitológicos campeonatos Waimea 5000.
A trilha chega com Rio dos Duran Duran, Waimea 55.000 do Jorge Ben, Waimea Bay do Lalo Schifrin e Sleep Dirt do Frank Zappa.
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