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No cenário externo:
O destaque foi a divulgação do índice de inflação mais acompanhado pelo Fed nos EUA, o PCE, que veio em linha com o consenso. O resultado reforça a expectativa de que o ciclo de cortes de juros tenha início nos próximos meses.
No cenário doméstico:
No Brasil, o mercado concentrou atenções no cenário político após a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral que apontou chance de alternância de poder no próximo ano. Somada à expectativa de afrouxamento monetário por parte do Copom, essa conjuntura impulsionou os ativos de risco, levando o Ibovespa a renovar sua máxima histórica.
No cenário externo:
A comunicação de Jerome Powell no Simpósio de Jackson Hole elevou as apostas do mercado de que os juros nos EUA serão cortados em setembro.
No cenário doméstico:
A pauta política dominou os holofotes do mercado, e o risco foi incorporado nos preços dos ativos domésticos, especialmente nos juros de longo prazo.
Nesta semana, uma série de indicadores econômicos relevantes para Brasil e EUA serão divulgados até sexta-feira.
No cenário externo:
Dados de inflação corroboram pressões inflacionárias vindas das tarifas adiante.
No cenário doméstico:
O IPCA apresentou surpresa benigna pelo terceiro mês consecutivo, reforçando o bom momento para a inflação no Brasil. Além disso, os indicadores setoriais de atividade econômica reforçaram que a política monetária tem sido eficaz em desacelerar a economia.
A agenda desta semana é mais esvaziada, com divulgações relevantes somente na segunda-feira (IBC-Br) e na quinta-feira (PMIs nos EUA).
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Em semana mais tranquila, os mercados ser recuperaram do susto do último dado de emprego nos Estados Unidos. Além disso, temporada de resultados positiva também impulsiona boa performance.
No Brasil, tarifas entram e vigor e temporada de resultados com destaque para Petrobrás e RD Saúde.
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No episódio 18 do Bom dia, Ghia:
No cenário externo:
Tivemos a decisão de juros nos Estados Unidos, acompanhada da divulgação de importantes indicadores econômicos que ajudam a traçar o ritmo da maior economia do mundo.
No cenário doméstico:
No Brasil, o destaque foi a decisão do Copom sobre a taxa Selic, além de indicadores relevantes que movimentaram os mercados. Também ganham espaço as discussões sobre as tarifas impostas a produtos brasileiros, que voltaram ao centro das atenções.
No episódio 17 do Bom dia Ghia:
No cenário externo:
Esvaziada de indicadores macroeconômicos, a pauta tarifária protagonizou o cenário conforme os EUA avançaram em acordos comerciais com parceiros importantes.
No cenário doméstico:
Com as negociações com os EUA travadas, o mercado foi tensionado com a possibilidade de que nenhum acordo seja atingido até o dia 1º de agosto. O IPCA-15, por sua vez, permaneceu indicando uma sazonalidade benigna para o cenário inflacionário.
Na agenda da semana, dados de mercado de trabalho dos EUA e brasileiro entram na pauta, com as atenções voltadas também para a Super Quarta com decisões de juros do FOMC e do Copom.
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Internacional:
Além da ofensiva tarifária, volta à pauta do mercado a pressão de Trump sobre a atuação independente do Fed, levantando inseguranças em torno da permanência de Powell na presidência do Banco Central até o fim de seu mandato. Os dados de inflação de junho sugerem que as tarifas começaram a elevar os bens de consumo.
Brasil:
O Governo Federal tem assumido postura menos reativa frente às tarifas dos EUA e tem aproveitado um bom momento para a popularidade, o que gera apreensão nos mercados em antecipação às eleições de 2026. O STF decidiu pela volta dos instrumentos legais que elevaram o IOF em junho. Além disso, nossos analistas repercutem movimentações na bolsa e no mercado imobiliário.
Na agenda da semana, acompanharemos as PMIs dos EUA, estatísticas do setor externo, IPCA-15 e índice de confiança do consumidor no Brasil.
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No episódio 15 do Bom dia Ghia:
Internacional:
As tarifas voltam à pauta com o anúncio de revisões contra os parceiros comerciais dos EUA. Chama a atenção a postura frente ao Brasil, cuja tarifa de 50% não teve respaldo em critérios econômicos.
Brasil:
Em meio à dificuldade de se estimar os impactos da nova tarifa, a agenda macroeconômica não trouxe ruídos com dados de atividade e de inflação em linha com o consenso. Além disso, nossos analistas discutem movimentações nos mercados de renda variável, renda fixa e na política industrial.
Na agenda desta semana, cobrimos a divulgação dos dados de inflação ao consumidor e ao atacado nos EUA, tal como vendas no varejo. No Brasil, há a divulgação do IBC-Br de maio.
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No episódio 14 do Bom dia Ghia:
Internacional:
Os dados de mercado de trabalho movimentaram o mercado em uma semana mais curta por conta do feriado de 4 de julho na sexta-feira.
Brasil:
O CAGED e a PNAD demonstraram resiliência por mais um mês consecutivo. Além disso, nossos analistas repercutem as movimentações fora da esfera de indicadores na semana passada, marcada pela reunião dos BRICS e pelo ataque hacker no sistema financeiro nacional.
Na agenda desta semana, o mercado aguarda pelos dados setoriais de atividade econômica e o IPCA de junho.
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Internacional:
Na semana passada, o cenário externo foi marcado por alívio nas tensões entre Israel e Irã, dados de inflação e atividade econômica do primeiro trimestre do ano,
Na economia, houve divulgação dos dados de a divulgação do índice de inflação mais observado pelo Fed nos EUA, o PCE, reforçou o cenário de que as tarifas ainda não tiveram impacto sobre o nível de preços. Isso, em conjunto com a revisão para baixo dos dados de consumo do primeiro trimestre, favoreceu as apostas em mais cortes de juros este ano e justificou o fechamento da curva de juros norte-americana.
Brasil:
No Brasil, a inflação veio melhor que o esperado pelo IPCA-15, mas as comunicações do Copom sinalizaram que o atingimento da meta de inflação ainda vai levar muito tempo. Na mesma linha, os dados da PNAD indicaram que o mercado de trabalho permanece com alto dinamismo
Na renda variável, tratamos de movimentações de preços na bolsa e no universo dos fundos imobiliários.
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