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No cenário externo:
O FOMC cortou os juros em 25 pontos-base para a banda de 3,50%-3,75% sob a avaliação de que os riscos ao emprego superam os riscos inflacionários nessa fase do ciclo econômico. Mesmo assim, apontou que a Fed Funds está aproximadamente no patamar neutro e que tomará as decisões de política monetária a cada reunião, no modo "wait-and-see".
No cenário interno:
O Copom manteve a Selic estável e divulgou um comunicado muito parecido com o anterior, ainda com o tom duro e apontando a necessidade de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista por um período prolongado. Embora o comunicado tenha sugerido que a Selic deve ser mantida em 15% em janeiro, a Ata e o Relatório de Política Monetária serão cruciais para compreender a avaliação de conjuntura do BCB.
Nesta semana, acompanhamos os dados de mercado de trabalho nos EUA e as comunicações oficiais do Banco Central do Brasil.
No Resumo mensal do mês de Novembro:
Nosso time de Pesquisa e Alocação apresenta os principais acontecimentos do mercado financeiro e compartilha insights sobre como esses fatores podem impactar seu portfólio e suas estratégias de investimento.
Prepare seu café e acompanhe tudo que aconteceu no mês de setembro com a Ghia Multi Family Office.
No episódio 26 do Bom dia Ghia:
No cenário externo:
O cenário-base permanece sendo o de corte da Fed Funds Rate na reunião desta semana, com um dado fraco de geração de empregos formais e um dado moderado de inflação.
No cenário doméstico:
O cenário evoluía de forma benigna para ativos de risco domésticos até a quinta-feira, na esteira da divulgação do PIB do 3T25 que reforçou o processo de arrefecimento da atividade econômica induzido pela política monetária contracionista. Na sexta-feira, no entanto, os ativos domésticos foram penalizados pelo anúncio de Flávio Bolsonaro de sua pré-candidatura à presidência em 2026.
Nesta semana, acompanhamos as reuniões de política monetária na quarta-feira.
No cenário externo:
A inflação ao produtor e a atividade econômica foram os indicadores econômicos divulgados na última semana, mas que pouco influenciaram a precificação dos mercados. Em vez disso, as atenções se voltaram para declarações de dirigentes do Fed.
No cenário interno:
Em uma semana repleta de divulgações macroeconômicas, as principais foram os dados de IPCA-15 e mercado de trabalho. Ambas apontaram continuidade das tendências observadas nos últimos meses, de modo que a curva de juros refletiu um otimismo com início do ciclo de cortes em janeiro.
Nesta semana, a divulgação do PIB brasileiro do 3T25 e o PCE nos EUA concentram as atenções.
Nesta semana, no Bom dia Ghia:
No cenário externo:
Os primeiros dados de emprego divulgados após o shutdown mostram alguma recuperação do dinamismo do mercado de trabalho estadunidense, mas falas de diretores do Fed sugerem corte de juros em dezembro. A continuidade da reavaliação dos valuations de empresas de tecnologia penalizou o desempenho dos ativos de risco globais.
No cenário doméstico:
O IBC-Br vem em linha com o esperado, com a pauta política tomando os holofotes. O presidente indicou um aliado ao STF, criando atrito com o Senado.
Nesta semana, acompanhamos divulgações amplas de inflação nos EUA e Brasil e emprego pelo CAGED e PNAD.
No cenário externo:
O fim da paralisação do governo federal foi anunciado. Mesmo assim, os ativos de risco performaram mal na esteira de falas mais cautelosas de dirigentes do Fed e de certo ceticismo quanto aos valuations das empresas.
No cenário doméstico:
A ata do Copom, apesar de manter um tom cauteloso e sugerir que a Selic deve permanecer estável nas próximas reuniões, foi interpretada com otimismo pelo mercado. Isso, em conjunto com o IPCA benigno de outubro, ajudou no fechamento substancial da curva de juros na semana.
Nesta semana, o IBC-Br fecha as divulgações mais recentes de atividade econômica. Há também divulgações de indicadores de confiança dos EUA.
No Resumo mensal do mês de Outubro:
Nosso time de Pesquisa e Alocação apresenta os principais acontecimentos do mercado financeiro e compartilha insights sobre como esses fatores podem impactar seu portfólio e suas estratégias de investimento.
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🎙️Nesta semana, no episódio 31 do Bom dia, Ghia:
No cenário externo:
Ainda sob paralisação do governo federal, o mercado norte-americano focou na divulgação do dado privado de geração de empregos formais da ADP, que manteve a avaliação de um mercado de trabalho pouco dinâmico em outubro.
No cenário doméstico:
A decisão do Copom veio em linha com o consenso, mas a comunicação ainda conservadora surpreendeu a parte do mercado que esperava moderação no tom cauteloso do Comitê.
A indústria de fundos e o Ibovespa também chamaram a atenção por eventos ocorridos ao longo da semana.
Nesta semana, o foco é na divulgação do IPCA de outubro e nos dados setoriais de atividade econômica de setembro no Brasil.
🎙️Nesta semana, no episódio 31 do Bom dia, Ghia:No cenário externo:
A paralisação do governo norte-americano não impediu do Fed realizar mais um corte de juros. Mas a continuidade do ciclo ficou mais incerta.
O bom momento par ativos de risco continua com alívio nas tensões comerciais e bons resultados corporativos.
No Brasil:
Dados mostram mercado de trabalho apertado mas em trajetória de desaceleração.
Nesta semana, destaque para reunião do Copom na quarta-feira que deve manter a Selic inalterada.
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No cenário externo:
A divulgação do CPI de setembro, atrasada por conta da paralisação do governo federal, veio abaixo do consenso de mercado e reforçou as expectativas por dois cortes de juros nos EUA este ano.
As eleições legislativas na Argentina deram um novo gás ao governo de Javier Milei e já impulsionam os ativos de risco argentinos.
No cenário doméstico:
O IPCA-15 veio abaixo do consenso de mercado e com uma abertura benigna, refletindo o alívio nos componentes de serviços e reforçando apostas no corte da Selic em janeiro.
Nesta semana, as atenções se voltam para a decisão de política monetária nos EUA e para a divulgação do CAGED no Brasil
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