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Os ativos globais reagiram bem à percepção de alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio. O fim de semana, por outro lado, impôs novos riscos de escalada, evidenciando o caráter volátil da conjuntura.
No Brasil, a concentração da bolsa em petroleiras, conjuntamente a um movimento de realização de lucros, fizeram com que o Ibov ficasse aquém dos pares emergentes. A atividade econômica deve fechar o primeiro trimestre em ritmo sólido.
Na próxima semana, acompanhamos a divulgação do Varejo nos EUA e contas externas no Brasil.
No primeiro episódio do Ghia Legado, abrimos espaço para uma conversa franca sobre história, propósito e construção de patrimônio ao longo das gerações.
Neste episódio de estreia, Gabriel de Paula Cestari, fundador e CEO, e Bruno Nunes de Paula, cofundador e Diretor de Investimentos, compartilham os bastidores da criação da Ghia Multi Family Office e respondem algumas das principais dúvidas de clientes e empresários sobre gestão patrimonial.
Mais do que números, este é um podcast sobre família, valores e continuidade — abordando os desafios da sucessão, a formação de novas gerações e a importância de decisões bem estruturadas no longo prazo.
O Ghia Legado nasce como um espaço para ouvir histórias reais de famílias e empresários, trazendo aprendizados práticos sobre preservação e crescimento de patrimônio.
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Os ativos internacionais reagiram aos desenvolvimentos recentes em meio ao conflito no Oriente Médio. Mesmo frágil e incerto, o acordo de cessar-fogo firmado entre EUA e Irã promoveu a performance robusta dos ativos globais. Em meio a isso, indicadores de inflação dos EUA já apontam para consequências econômicas da guerra.
No Brasil, o alívio das tensões possibilitou desempenho positivo das classes de ativos, com o dólar se aproximando da casa dos R$ 4,00. O IPCA também indicou pressões relevantes que pioram o pano de fundo inflacionário.
Nesta semana, acompanhamos indicadores de atividade econômica no Brasil e monitoramos a situação do Oeste Asiático.
Ao longo da semana o mercado se animou com uma possível desescalada do conflito que foi frustrada com o discurso de Donald Trump na quarta-feira.
Ainda assim, os ativos de risco tiveram uma semana positiva.
Dados de mercado de trabalho e de atividade nos Estados Unidos mostraram uma economia saudável, mas que começa a sentir as pressões inflacionárias do conflito.
No Brasil, semana vazia mas com forte recuperação dos ativos de risco.
Apesar de declarações de Donald Trump reportando negociações em andamento com o Irã, até o momento, as autoridades iranianas não reconheceram tal avanço e o Estreito de Ormuz segue fechado, pressionando o preço do petróleo e derrubando os ativos de risco ao redor do mundo.
No Brasil, a bolsa ainda conseguiu fechar semana no positivo mesmo com dados piores de inflação.
Nesta semana, as atenções estarão voltadas para o conflito e divulgações de indicadores do mercado de trabalho norte-americano.
Os principais Bancos Centrais do mundo mantiveram as taxas de juros estáveis em meio à elevada incerteza causada pelo conflito no sudoeste asiático, que já eleva o petróleo a mais de USD 110 por barril. O viés de alta para a inflação global reduz o espaço para as autoridades monetárias seguirem com os processos de flexibilização dos juros. Os efeitos de longo prazo dependerão da duração do conflito e por quanto tempo o petróleo permanecerá acima de USD 100 dólares.
No Brasil, a abertura intensa dos juros desde o começo de março levou o Tesouro Nacional a recomprar títulos, o que segurou parte da performance da renda fixa brasileira. A decisão do Copom de cortar os juros em 25 bps veio conjunta a uma comunicação mais dovish, que sinaliza a disposição do Comitê de seguir calibrando os juros ao longo deste ano.
Nesta semana, acompanhamos a Ata do Copom e o IPCA-15 no Brasil.
O petróleo fechou a semana acima dos USD 100 com a perspectiva de piora na guerra de EUA-Israel contra o Irã. Com isso, ativos de risco no mundo todo tiveram performances negativas, tal como registraram abertura nas curvas de juros. Nos EUA, o PCE veio mais forte que o esperado e o PIB decepcionou.
No Brasil, as expectativas para o ciclo de cortes da Selic foram intensamente revisadas com a piora no cenário inflacionário a frente, pressionado pelo IPCA mais forte em fevereiro, tal como por uma potencial recuperação da atividade no 1T26.
Nesta semana, acompanhamos as decisões e comunicações da política monetária dos principais bancos centrais do mundo.
Os ativos globais sofreram com a onda de aversão ao risco motivada pelo conflito no Oriente Médio. O barril do petróleo Brent chegou a bater a marca de USD 119 com a perspectiva de que a guerra seguirá por mais tempo. Nos EUA, o mercado de trabalho decepcionou.
No Brasil, os dados do CAGED e da PNAD não pressionaram a conjuntura em nenhuma direção específica. Ficamos vigilantes para compreender os impactos dos desenvolvimentos geopolíticos sobre a postura do Copom.
Na semana que vem, acompanhamos dados de inflação nos EUA e no Brasil, além dos desdobramentos do conflito.
No resumo mensal de fevereiro, nosso time de pesquisa e alocação apresenta uma análise completa dos principais movimentos dos mercados globais, com destaque para o impacto do conflito entre Estados Unidos e Irã, a valorização dos mercados emergentes e a boa performance dos ativos brasileiros. Também abordamos as dinâmicas de fluxo estrangeiro, comportamento das bolsas internacionais e as perspectivas para juros, inflação e atividade econômica.
O episódio traz ainda uma reflexão aprofundada sobre os avanços recentes em inteligência artificial, seus potenciais efeitos sobre produtividade e mercado de trabalho, além dos desdobramentos geopolíticos que influenciam preços de energia e o humor dos investidores. Um panorama conciso e objetivo para orientar decisões no cenário atual.
Os mercados internacionais se ajustam após um fim de semana marcado pelos ataques dos EUA e Israel contra o Irã, seguidos de uma ampla escalada de um conflito após semanas de tensão e negociações fracassadas.
No Brasil, o IPCA-15 assustou por seu headline pressionado. Além disso, o cenário eleitoral continuou reforçando a expectativa por uma corrida acirrada à presidência.
Na semana que vem, acompanhamos os dados de mercado de trabalho e a evolução dos ativos nos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
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