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O cenário externo foi marcado pela determinação da Suprema Corte nos EUA de que as tarifas de Trump são ilegais. Discutimos, também, a divulgação do PIB do 4T25 e do mais recente PCE.
No Brasil, as festividades de carnaval movimentaram o cenário da corrida eleitoral de 2026. O Banco Central divulgou o IBC-Br de dezembro.
Na semana que vem, cobrimos as divulgações do IPCA-15 e CAGED no Brasil.
No cenário externo, houve continuidade da tendência de valorização dos ativos de risco internacionais, especialmente de mercados emergentes. A divulgação de um dado mais fraco que o esperado sobre o mercado de trabalho não modificou o cenário prospectivo de forma relevante, uma vez que o mercado já precifica de dois a três cortes de juros em 2026.
No Brasil, a ata do Copom reforçou o forward guidance de que haverá corte na Selic em março e trouxe uma avaliação benigna da conjuntura econômica brasileira. Movimentações na composição da diretoria do Banco Central fizeram preços na curva de juros.
Na semana que vem, falamos sobre as divulgações do IPCA, PMS e PMC no Brasil; também, trataremos do Payroll e CPI nos EUA.
A tradicional super-quarta não trouxe surpresas nas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, mas mudanças importantes na comunicação e sinalizações futuras.
Donald Trump anuncia novo presidente do FED e interrompe rali das commodities metálicas, com maior queda do Ouro em mais de uma década.
No acumulado de 2026, a bolsa brasileira acumula entra líquida de R$ 12,3 bilhões, aproximadamente 50% do saldo de 2025. Tesões geopolíticas sustentam esse bom momento para emergentes.
Nessa semana teremos a tradicional Super Quarta, com decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos, além de indicadores econômicos importantes que deverão movimentar o mercado.
No cenário internacional, persistência da instabilidade geopolítica, agora com a possível anexação norte-americana da Groelândia.
Ativos brasileiros sustentam performance pelo fluxo estrangeiro, mas corrida eleitoral continua no radar.
www.ghiamfo.com.br
No cenário internacional:
Dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos, tensões institucionais e geopolíticas.
No Brasil:
IPCA fecha 2025 dentro do teto da meta do Banco Central, mas qualitativo ainda mantém autoridade monetária atenta.
Até o momento, e apesar das tensões geopolíticas, performance dos ativos de risco é positiva e bom momento para países emergentes se mantém.
No Resumo mensal do mês de Dezembro:
Nosso time de Pesquisa e Alocação apresenta os principais acontecimentos do mercado financeiro e compartilha insights sobre como esses fatores podem impactar seu portfólio e suas estratégias de investimento.
Prepare seu café e acompanhe tudo que aconteceu no mês de setembro com a Ghia Multi Family Office.
No Brasil:
Os dados de emprego reforçam cenário de mercado de trabalho resiliente que deve continuar pressionando inflação no curto prazo e fazer com que o Banco Central inicie o corte de juros apenas em março.
No cenário internacional:
A captura de Nicolás Maduro marca o primeiro evento geopolítico de grande importância em 2026. Analisamos possíveis impactos macro e microeconômicos desse evento.
No episódio 39 do Bom dia Ghia:
No cenário externo:
O PIB dos EUA avançou acima do consenso no terceiro trimestre de 2025, fortemente puxado pelo avanço da demanda doméstica e dos gastos do governo, reforçando a resiliência do consumo e sugerindo que há pouca possibilidade de um novo corte de juros no curto prazo.
No cenário doméstico:
O IPCA-15 teve alta alinhada ao consenso, fechando o ano dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação. A abertura continuou pressionada pelos componentes de serviços, com bens duráveis e alimentação no domicílio permanecendo em sua tendência desinflacionária benigna.
Nesta semana também mais curta, as atenções se voltam para as divulgações dos dados de mercado de trabalho brasileiros com o CAGED e a PNAD.
No cenário externo:
O Payroll e a taxa de desemprego, divulgados para os meses de outubro e novembro em atraso, continuaram apontando para maior fraqueza do mercado de trabalho nos EUA. O dado de inflação pelo CPI apresentou headline benigno, mas foi marcado por distorções metodológicas que reduzem a confiabilidade do indicador.
No cenário doméstico:
O Banco Central manteve a porta aberta para um corte de juros em janeiro, mas argumentou extensivamente na Ata e no Relatório de Política Monetária em prol de maior cautela na flexibilização dos juros, o que, na prática, reforça as expectativas de corte para março. Movimentações no trade eleitoral voltaram a fazer preços e volatilidade nos preços de ativos domésticos.
Nesta semana mais curta, acompanhamos dados de IPCA-15 e PIB do 3T25 nos EUA.
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