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Neste episódio do Podcast Ghia Legado, recebemos Marcelo Prado, CEO da MPrado Consultoria Empresarial, para um bate-papo sobre os desafios e oportunidades no cenário brasileiro, a importância da governança corporativa para empresários e os caminhos para uma sucessão sólida e bem estruturada.
Uma discussão indispensável para líderes, empresários e famílias empresárias que desejam construir organizações mais fortes, sustentáveis e preparadas para as próximas gerações. Assista e descubra como decisões tomadas hoje podem fortalecer o legado de amanhã!
A perspectiva e posterior concretização de avanços simbólicos importantes nas negociações entre EUA e Irã impulsionaram os ativos de risco globais e podem abrir uma janela benigna para os mercados emergentes fora do tema de IA. Dados de inflação nos EUA continuam pressionados pela guerra.
No Brasil, a inflação veio pressionada por elementos além da guerra, o que deve motivar uma comunicação cautelosa por parte do Bacen nesta quarta. A atividade econômica tem se recuperado no primeiro semestre.
Nesta semana, nos manteremos atentos às decisões de política monetária e à evolução das negociações no Oriente Médio.
As curvas de juros globais precificam políticas monetárias mais apertadas ao longo de 2026 em consequência do acirramento dos conflitos no Oriente Médio e por conta de dados mais fortes do mercado de trabalho norte-americano.
No Brasil, o destaque foi para a abertura agressiva da curva de juros em resposta às tensões globais e aos dados também mais robustos que o esperado para a produção industrial.
Nesta semana, acompanhamos as divulgações de dados de inflação nos EUA e no Brasil, tal como o desempenho do setor de serviços doméstico.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela performance benigna de ativos globais, impulsionada pelo avanço do tema de inteligencia artificial e pela perspectiva de um acordo entre EUA e Irã neste fim de semana. Na agenda econômica, houve um alívio da sequência de dados ruins de inflação com um PCE mais baixo que o esperado na leitura do núcleo.
No Brasil, a divulgação do PIB do 1T26 reforçou a mensagem de um começo de ano de recuperação da atividade econômica brasileira. Por outro lado, o IPCA15 de maio sugere pressões resilientes na inflação doméstica que podem fazer o Copom adotar postura mais cautelosa ao longo deste ano.
Nesta semana, acompanhamos a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano e da produção industrial brasileira.
A semana foi marcada pela escalada das tensões geopolíticas, com Trump ameaçando novos ataques ao Irã no contexto do frágil cessar-fogo e do impasse nas negociações sobre o programa nuclear.
No Brasil, os vínculos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro repercutiram nas pesquisas eleitorais, com levantamentos mostrando avanço de Lula no segundo turno. O IBC-Br moderou em março, mas reforça que a atividade econômica acelerou no primeiro trimestre como um todo.
A semana foi afetada pela abertura intensa das curvas de juros globais, movidas pelas contínuas tensões no Oriente Médio e dados de inflação pressionados pelas pressões nas cadeias produtivas. O encontro de Xi Jinping e Trump na China rendeu avanços diplomáticos e comerciais modestos.
No cenário doméstico, além de dados econômicos que reforçam uma postura mais cautelosa por parte do Banco Central, o envolvimento de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro chacoalhou o cenário eleitoral e levou o dólar para acima de R$5,00.
Na semana que vem, conversaremos sobre dados de atividade econômica no Brasil e os desdobramentos das pesquisas eleitorais divulgadas.
Abril foi marcado por alívio geopolítico, retomada das big techs, juros elevados por mais tempo e um Brasil que segue no radar do capital estrangeiro.
No novo episódio do Resumo Mensal, nossa leitura sobre os movimentos que estão redesenhando os mercados.
A semana foi abundante em eventos e indicadores econômicos, com saldo positivo para as bolsas globais. Os principais bancos centrais do mundo mantiveram suas taxas básicas de juros estáveis em um contexto de elevada incerteza causada pela alta expressiva do preço de commodities dependentes do estreito de Ormuz, sendo a principal delas o petróleo, que chegou a atingir USD 126/bbl na semana. Nos EUA, o Fed apresentou viés mais conservador ao ressaltar que a economia avança em ritmo sólido.
No Brasil, tanto a performance dos ativos de risco quanto a decisão de juros do Banco Central fugiram à regra. O Ibov e as small caps brasileiras fecharam negativos com a abertura da curva de juros e saída de capitais. O Copom cortou os juros em 25 bps, mas ressaltou que o espaço para cortes adicionais parece ter se reduzido. O IPCA-15 apresentou pressões disseminadas entre os diferentes grupos do índice e o mercado de trabalho permaneceu robusto no fim do primeiro trimestre.
Nesta semana, nos atentaremos à Ata do Copom e dados de mercado de trabalho dos EUA, além dos desdobramentos do conflito entre EUA e Irã.
Há conversas que acontecem nos bastidores — sobre família, patrimônio e as decisões que moldam o futuro de gerações inteiras. É exatamente esse espaço que o Ghia Legado veio criar.
Mais do que falar sobre investimentos, acreditamos que cuidar de uma família exige escuta, contexto e visão de longo prazo. Por isso, neste episódio, recebemos Alessandro Cunha, do Grupo BC Energia, para uma conversa sobre trajetória, legado e o que realmente importa quando o assunto é perpetuar o que foi construído.
Ghia Multi Family Office — desde 2010, ajudando famílias a perpetuarem seu patrimônio por gerações.
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O cenário internacional continuou pautado pelas tensões entre EUA e Irã. No contexto ainda incerto, os ativos norte-americanos se beneficiaram do otimismo ligado aos fundamentos corporativos.
No caso brasileiro, a contínua incorporação de expectativas de inflação piores levou à abertura da curva de juros e a saída de capitais penalizou a renda variável.
Nesta semana, nos atentamos às decisões de política monetária nas principais economias globais, dados de inflação e mercado de trabalho no Brasil e PIB nos EUA.
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