Bom dia, Ghia.

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Bom dia, Ghia. episodes

  • Resumo Mensal Ghia - Setembro 2026

    Setembro teve os juros longos de economias desenvolvidas em níveis que não se viam há mais de duas décadas e, no Brasil, um tema só: as eleições.

    Neste episódio, Tadeu Arantes, Head de Alocação da Ghia Family Office, comenta o que moveu os mercados no mês e o que mudou depois do primeiro turno.


    Nota: esse conteúdo é meramente informativo, sem recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

    10 min
  • Ghia Legado #04 | De Sucessor a Líder: O papel da Nova Geração - Lucas Bernardino | Grupo Pirineus

    Neste episódio do Podcast Ghia Legado, recebemos Lucas Bernardino, Diretor de Produção do Grupo Pirineus, para conversar sobre sucessão familiar pela perspectiva de quem está vivendo esse processo na prática.Lucas conta um pouco da sua criação, da relação com a empresa e dos desafios de assumir responsabilidades como sucessor de uma empresa familiar. A conversa passa pela preparação da segunda geração, pela construção da própria liderança e pelo desafio de dar continuidade a um legado sem deixar de imprimir sua própria visão no negócio.Como se preparar para assumir uma empresa familiar? Qual é o papel do sucessor? E como a nova geração pode preservar o que foi construído enquanto prepara a empresa para o futuro?Um episódio sobre sucessão familiar, segunda geração, liderança e os desafios de ser sucessor.Assista ao novo episódio do Ghia Legado com Lucas Bernardino, do Grupo Pirineus.

    44 min
  • Resumo mensal Ghia - Agosto 2026

    Neste episódio do Resumo Mensal, Tadeu Arantes, Head de Alocação, analisa os principais acontecimentos econômicos e financeiros de agosto.

    No cenário internacional, o destaque foi a forte recuperação das bolsas globais, impulsionada por uma temporada de resultados acima das expectativas nos EUA e pelo contínuo entusiasmo em torno da IA.

    Empresas de tecnologia, voltaram a reforçar a confiança dos investidores e contribuíram para o avanço dos mercados desenvolvidos e emergentes ligados à cadeia de inteligência artificial.

    No Brasil, a dinâmica foi diferente. Enquanto o Ibovespa encerrou o mês em leve queda, os ativos de renda fixa tiveram desempenho positivo com o fechamento da curva de juros. O episódio explora os sinais de desaceleração da atividade econômica, os números mais recentes do PIB e os impactos desse cenário para investidores.

    Além disso, Tadeu comenta o avanço das discussões eleitorais e como as mudanças nas expectativas do mercado em relação ao cenário político já começam a influenciar os preços dos ativos brasileiros, tema que deve permanecer no centro das atenções ao longo das próximas semanas.

    Ouça agora e confira a análise completa sobre os mercados, economia e perspectivas para os próximos meses.

    8 min
  • Resumo mensal Ghia - Julho 2026

    No episódio deste mês, Tadeu Arantes, Head de Alocação da Ghia Family Office, analisa os principais acontecimentos que marcaram os mercados em julho de 2026 e seus impactos para investidores.

    No cenário internacional, o retorno das tensões entre Estados Unidos e Irã voltou a pressionar o preço do petróleo, reacendendo discussões sobre inflação e política monetária global. Ao mesmo tempo, dados mais fracos de atividade econômica, inflação e mercado de trabalho nos EUA reforçaram a expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve nos próximos meses.

    Também abordamos a correção observada em parte da cadeia de Inteligência Artificial, especialmente nos setores de semicondutores e infraestrutura tecnológica, após um forte rali ao longo do ano.

    No Brasil, o mês foi marcado pelo retorno do fluxo estrangeiro para a bolsa, valorização do real e desempenho positivo dos ativos domésticos. Além disso, a desaceleração da atividade econômica e a melhora dos indicadores de inflação abriram espaço para novos cortes na Selic, fortalecendo a perspectiva para renda fixa e ativos de risco locais.

    11 min
  • Bom dia Ghia 66 - Volatilidade geopolítica e comercial afeta os ativos globais

    Em uma semana esvaziada de indicadores econômicos, as tensões geopolíticas voltaram ao foco com o petróleo atingindo USD 100 por barril. No fim de semana, houve alívios com as sinalizações de retorno das negociações. A pauta comercial surgiu novamente com a imposição de novas tarifas de importação por parte dos EUA. 

     

    No cenário doméstico, o início das convenções eleitorais toma o noticiário e pode gerar mais volatilidade conforme se aproximam as eleições de outubro. 

     

    Nesta semana, acompanharemos a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos EUA, além da PNAD e decisões de política monetária nos EUA e no Japão. 

    11 min
  • Bom dia Ghia 65 - A piora geopolítica traz de volta as preocupações inflacionárias

    As tensões entre EUA e Irã se aprofundaram na semana passada, o que levou o barril do petróleo a níveis próximos de USD 90 e penalizou os ativos de risco globais, intensificando o sell-off motivado pela cadeia de IA. Dados benignos de inflação nos EUA neutralizaram os impactos sobre a curva de juros americana. 

     

    No Brasil, os dados setoriais de atividade econômica apresentaram moderação em maio. Os EUA aplicaram tarifas de importação contra produtos brasileiros e, no cenário político doméstico, o saldo das pesquisas eleitorais desfavoreceram o trade eleitoral. 

     

    Nesta semana, nos atentaremos aos desenvolvimentos fora da agenda macroeconômica em virtude de um calendário de principais indicadores mais esvaziado.

    12 min
  • Bom dia Ghia 64 - IPCA traz boa notícia em meio à piora geopolítica.

    O cenário global foi movimentado pela nova escalada das tensões entre EUA e Irã, de modo que o trade de IA foi o principal responsável pela valorização de bolsas norte-americanas e de emergentes envolvidos nessa cadeia produtiva. No entanto, os preços não parecem incorporar a crença dos mercados em uma volta completa dos conflitos. 

     

    No Brasil, a tendência mais negativa da semana foi revertida com a divulgação do IPCA de junho, que trouxe uma leitura menor que o esperado e ajudou no fechamento das curvas de juros locais e no ânimo com os ativos de risco domésticos. 

     

    Nesta semana, nos atentaremos à divulgação de dados de atividade no Brasil e nos EUA, além de dados da inflação norte-americana. 

    12 min
  • Resumo mensal Ghia - Junho 2026

    No episódio deste mês:

    O cessar-fogo entre EUA e Irã derruba o petróleo em cerca de 20% e alivia o risco geopolítico, mas não as curvas de juros. Nos EUA, a estreia de Kevin Warsh no comando do Fed veio com discurso duro contra a inflação e promessa de menos forward guidance, levando o mercado a precificar alta de juros. Nas bolsas americanas, rotação: as big techs perderam fôlego (S&P e Nasdaq no negativo) enquanto o Russell 2000 subiu 3,6%. No Brasil, mês difícil para os ativos de risco com Ibovespa e IFIX em queda e desvalorização do real. Além da pressão do cenário externo, fatores domésticos não colaboram: diante de inflação pressionada e estímulos ficais pré-eleitorais, as quedas da Selic se tornam cada vez mais incertas e o cenário eleitoral entra de vez no radar do mercado.

    9 min
  • Bom dia Ghia 63 - Queda no petróleo alivia as curvas de juros globais

    O cenário internacional foi marcado por uma reversão das tendências que temos observado nas últimas semanas. As bolsas de tecnologia enfrentaram um sell-off, enquanto os desenvolvimentos benignos no Oriente Médio levaram a uma queda sustentada dos preços do petróleo que, por sua vez, contribuíram para o fechamento das curvas de juros no mundo todo. 

     

    No Brasil, o a Ata do Copom reduziu o nível de ruído e a curva de juros local voltou a precificar um corte na Selic este ano. A inflação permanece pressionada por componentes internos além daqueles ligados ao choque de oferta da guerra. 

     

    Esta semana, acompanharemos dados de mercado de trabalho no Brasil e nos EUA. 

    13 min
  • Bom dia Ghia 62 - A política monetária global reage às mudanças do cenário

    No cenário internacional, os principais Bancos Centrais do mundo reagiram à piora dos fundamentos inflacionários e apresentaram um saldo mais hawkish para as políticas monetárias. Nos EUA, a primeira decisão de juros sob a presidência de Kevin Warsh foi marcada pelo anúncio de reformas na comunicação do Fed. 

     

    No Brasil, o Copom cortou a Selic e apresentou um comunicado que adicionou ruído aos mercados locais. 

     

    Na próxima semana, os assuntos serão a Ata do Copom, dados de inflação e emprego brasileiros, além da inflação nos EUA. 

    16 min

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