A nova adaptação de "A Odisseia", dirigida pelo aclamado Christopher Nolan, chegou aos cinemas em 2026 quebrando recordes de bilheteria e dividindo a crítica internacional. Filmado inteiramente em IMAX 70mm, o longa-metragem promete redefinir um dos maiores pilares da cultura ocidental, mas não sem enfrentar intensos debates e controvérsias ao longo do caminho.
Desde a escalação de Lupita Nyong'o como Helena de Troia até a escolha de um elenco sem atores gregos para interpretar as figuras míticas do Mediterrâneo, o filme gerou discussões acaloradas sobre fidelidade histórica, modernização da literatura clássica e as pautas de Hollywood. Críticos apontam o longa como uma experiência visual inigualável, utilizando efeitos práticos imersivos para recriar as tempestades do Mar Egeu. Por outro lado, há quem acuse o diretor de sacrificar a carga dramática original de Homero em prol de um espetáculo cerebral e de ação acelerada.
Neste programa, a Brasil Paralelo analisa os números grandiosos por trás do fenômeno cinematográfico de Nolan, disseca as opiniões divididas do público e da crítica — desde as acusações de deturpação da obra até os elogios aos méritos técnicos — e convida você a resgatar o contato direto com a história original que moldou o Ocidente.