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Como garantir a qualidade do cronograma de um projeto? Como tratar as diversas interfaces entre as contratadas? Quais são os pontos que merecem maior atenção no planejamento?
Luiz Augusto Pinheiro da Silva, um dos maiores especialistas em planejamento de grandes projetos do país, detalhou os pontos que merecem maior cuidado durante o planejamento de um grande projeto, e principalmente na consolidação e validação dos cronogramas de diversas contratadas. Mais conhecido por LAPIS, pelas iniciais do seu nome, o Luiz Augusto tem mais de 25 anos de experiência na área de gerenciamento, planejamento e controle de empreendimentos de engenharia na área de petróleo & energia e construção civil, é especialista em Primavera e em MS Project e Coautor do livro Primavera P3 – Ferramenta de Apoio para Gerenciamento de Projetos.
Atua como Gestor Sênior no Projeto de Desenvolvimento do Campo de Atlanta, Bacia de Santos, Bloco BS-4 pela Enauta Energia, e trabalhou no planejamento de projetos como o Gasoduto Bolívia-Brasil, Gasoduto Uruguaiana - Porto Alegre, Gasoduto Urucu – Porto Velho e na reforma da plataforma FPSO P-34, todas da Petrobras.
Que dificuldades você encontra no planejamento dos seus projetos? E na integração dos cronogramas das diversas partes envolvidas?
Comente aí, e vamos juntos!
Como os Executivos entendem a gestão de uma carteira de investimentos em Projetos de Capital? Quais os principais desafios nas interfaces entre Negócio, Projetos e Operações? Qual é o perfil desejado para os profissionais que gerenciam projetos grandes e/ou complexos? Como lidar com oscilações de ciclos de mercado?
Marcelo Figueiredo, executivo com mais de 30 anos de carreira, conta para nós um pouco da sua visão e da sua experiência na gestão de grandes projetos, executados tanto no Brasil como em diversos outros países. Além disso, nessa conversa, ele destaca muito o perfil e as competências necessárias para um bom Gerente de Projetos! Uma conversa imperdível, que contou também com a participação do Consultor Carlos Flesch como co-host!
Comente aí, e vamos juntos!
Que benefícios podemos obter ao integrar a filosofia Lean com a fase de Desenvolvimento de Megaprojetos de Capital? Como podemos potencializar resultados?
Nesse episódio, nosso convidado, o Engenheiro, Mestre em Gerenciamento de Projetos, Professor, Autor e Consultor Fernando Romero, autor do livro Gestão de Megaprojetos - Uma Abordagem Lean aborda importantes pontos de integração entre a Metodologia FEL (Front-End Loading) com o LPDS (Lean Project Delivery System). Fernando tem ampla experiência internacional em gestão de projetos e engenharia de construção civil e industrial em diversos países como: Japão, China, Coréia do Sul, Áustria, França, Alemanha, Grécia, Chipre, Venezuela, Peru entre outros, e há quatro anos atua como professor nos Estados Unidos.
Comente aí, e vamos juntos!
Nesse quarto e último episódio da série sobre o Fast Tracking no FEL, vamos falar sobre os principais sintomas de um projeto em Fast Tracking, e as melhores maneiras de reduzir os riscos associados.
O que posso fazer para reduzir os potenciais problemas? Qual deve ser a abordagem do Negócio e do time? Que outras estratégias podem ser utilizadas? Como a gestão do portfólio pode ajudar as empresas a evitar o Fast Tracking?
Comente aí, e vamos juntos!
Nesse terceiro episódio da Série de 4 podcasts sobre o Fast Tracking no FEL, vamos falar sobre os motivos que levam as empresas a utilizar essa prática. Vamos apresentar e discutir as diferenças entre as abordagens que representam a falta de estratégia e disciplina, assim como aqueles casos onde as empresas tomam as decisões de forma consciente.
O que devemos considerar, de fato, antes de decidir por uma abordagem em Fast Tracking? Os riscos estão sendo adequadamente considerados? Os potenciais problemas estão sendo levados em consideração? E ainda assim o Fast Tracking é a única opção para aquele empreendimento?
Comente aí, e vamos juntos!
Nesse segundo episódio da Série de 4 podcasts sobre o Fast Tracking no FEL, vamos falar sobre os resultados obtidos por projetos que utilizam essa prática. Vamos apresentar e discutir exemplos de projetos que decidiram pular etapas durante a fase de Definição para tentar ganhar tempo, entrando logo na Execução.
E nos seus projetos? Você já atuou em projetos que usaram essa abordagem? Quais foram os resultados?
Comente aí, e vamos juntos!
Realizar o Fast Tracking no FEL - ou seja, executar parte das Fases de Definição em paralelo, ao invés da abordagem incremental - é uma prática muito comum no mercado de Projetos de Capital. Na tentativa de ganhar prazo e fazer com que o projeto entre logo na fase de execução, empresas tentam acelerar as tarefas de definição e planejamento, o que acaba criando projetos com diversos gaps que surgem durante a execução.
O tema é tão complexo e polêmico que o Fast Tracking vai merecer 4 episódios! E nesse primeiro, vamos definir o que é Fast Tracking no FEL, na visão que queremos abordar.
E nos seus projetos? Você já atuou em projetos que usaram essa abordagem? Quais foram os resultados?
Comente aí, e vamos juntos!
Projetos Offshore para exploração e produção de petróleo e gás natural no Pré-sal são naturalmente complexos, não apenas no desenvolvimento técnico, mas também nos licenciamentos necessários! Para explorar esse tema, de um importante programa de investimento em grandes projetos em nosso país, eu convidei a Consultora, Engenheira e Advogada Ana Beer para nos explicar esse complexo processo de licenciamento de projetos Offshore.
Ana Beer é sócia da ABEER Consultoria, e tem mais de 12 anos de experiência no licenciamento de projetos Offshore na Bacia de Santos. Para quem tiver interesse em conhecer mais sobre esse trabalho, pode entrar em contato pelo email [email protected] ou pelo telefone/whatsapp (13) 9 9787-2480.
E nos seus projetos? Quais são as dificuldades em relação aos licenciamentos? Como isso afeta o prazo dos seus empreendimentos?
Comente aí, e vamos juntos!
Um Projeto de Capital é realizado para gerar valor no longo prazo, muitas vezes na forma da Operação do ativo, gerando rentabilidade ao longo de muitos anos para a organização. Porém, infelizmente muitas vezes tanto os aspectos operacionais quanto a preparação do projeto para o Start-up são ignorados ou tratados apenas superficialmente na fase de Desenvolvimento/Planejamento. Como consequência, boa parte dos projetos enfrenta problemas sérios na partida e no início da operação, podendo até mesmo comprometer os resultados no longo prazo.
Para tratar desse tema tão importante e desafiador, conversei com Rinaldo Melo, que é PMO Global de Prontidão Operacional e Comissionamento na indústria da mineração. Rinaldo possui cerca de 30 anos de experiência em indústria de máquinas e equipamentos, farmacêutica, cosmética, alimentícia e automobilística, atuando nas áreas de produção, manutenção, projetos e engenharia de manufatura. Tenho certeza de que você vai gostar dessa conversa!
E nos seus projetos? Existe Prontidão Operacional? Que tipo de problemas acontecem quando o assunto não é tratado com profundidade, e no momento correto?
Comente aí, e vamos juntos!
Criar um PMO (Project Management Office), ou um EGP (Escritório de Gerenciamento de Projetos), em uma organização é uma empreitada que precisa vencer vários desafios. Desde a definição das principais ‘dores da organização’ em relação aos seus projetos, até o treinamento e o alinhamento das áreas envolvidas! E em uma indústria de capital intensivo, esses desafios podem ganhar uma escala muito maior!
Neste episódio, convidamos a Letícia Suguimati, Head do PMO da Samarco, para nos contar um pouco dessa jornada, desde a criação do PMO, a maturação dos processos e os próximos desafios! Letícia é graduada em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Gestão de Projetos. É especialista em desenvolvimento e implementação de investimentos de capital e acumula experiência de vários anos na gestão de projetos em âmbito nacional e internacional, sendo os últimos 10 anos exclusivamente no setor de mineração.
E na sua organização? Existe um PMO implementado? Quais foram os resultados alcançados até agora? Quais serão os próximos desafios desse PMO?
Vamos juntos!
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