A dura crise de saúde pública vai exigir forte expansão do gasto público e deterioração das contas fiscais. A projeção do Tesouro Nacional no início de abril é de um déficit primário recorde de R$ 429 bilhões (5,9% do PIB), com tendência a aumentar a medida que novas políticas sejam anunciadas.O aumento de despesas e a redução de receitas já contratados até agora são suficientes para levar a dívida bruta para a casa dos 90% do PIB. Não há espaço para expansões adicionais da despesa e do déficit público sem que se eleve muito o grau esforço fiscal que será necessário, no futuro, para conter a dívida pública. O webinar discutirá o impacto fiscal na União, Estados e Municípios neste momento de Pandemia.