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A regulação de criptomoedas segue trazendo debates importantes e preocupações ao público e, com o intuito de explicar os acontecimentos, os episódios recentes do Cashless têm focado na atualização do cenário regulatório em diferentes países e regiões. Depois de EUA, Austrália e os principais mercados asiáticos, fechamos a série falando de América Latina. Diferente de China e Índia, países da região têm buscado acomodar e promover o mercado com regulações ao invés de combatê-lo. Inclusive, uma peculiaridade é ser casa da primeira experiência de adoção de uma criptomoeda como moeda de curso legal, medida adotada em El Salvador.
No Cashless dessa semana explicamos os desdobramentos desse caso e exploramos as tendências regulatórias do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Panamá e México para dar uma visão ampla do cenário de criptomoedas na América Latina.
A regulação de criptomoedas e stablecoins segue trazendo debates importantes e preocupações ao público e, para explicar os acontecimentos, estamos dedicando alguns episódios a atualizar o cenário regulatório de diferentes países. Depois de EUA e Austrália, o foco são 4 países asiáticos: China, Índia, Japão e Singapura. A postura de cada um com o tema varia: China e Índia tentam combater a expansão de criptomoedas e stablecoins, enquanto o Japão e Singapura buscam regular o mercado para torná-lo mais seguro e previsível.
No episódio, explicamos o contexto do debate em cada país e em que direção as novas ondas regulatórias estão indo: o crackdown de mineração na China, a ameaça de uma legislação com fortes proibições na Índia, o foco em regulações incrementais para lidar com stablecoins e proteção do consumidor do Japão e a construção de um ambiente de hub financeiro de cripto em Singapura.
Criptomoedas e stablecoins entraram no radar de regulação em 2021 e se tornaram um tema quente no mundo nos últimos meses. Vimos avanços nos debates e propostas nos EUA, Japão, China, África do Sul, Brasil, UE, Reino Unido, Panamá, El Salvador e outros.
Nas próximas semanas, os episódios do Cashless serão um giro pelo mundo sobre cenário regulatório para o mercado de criptomoedas e stablecoins. Começamos com os EUA no episódio #28. Essa semana, falamos da Austrália, que está em meio a um comitê focado em discutir novas tecnologias financeiras, incluindo criptomoedas e stablecoins.
No episódio, explicamos o contexto do debate do país, qual o posicionamento dos diferentes agentes envolvidos no setor e quais medidas estão sendo exploradas e podem influenciar outros países, inclusive o Brasil. O destaque é o ponto de partida ser o potencial do mercado de criptomoedas e stablecoins, assim como do setor de serviços financeiros tecnológicos em geral, gerar empregos.
DeFi, sigla em inglês para finanças descentralizadas, são plataformas que oferecem serviços financeiros sem intermediário usando tecnologia blockchain. Já em 2020, eram colocadas como tendência para 2021 e dados lançados em agosto mostram um crescimento relevante, ainda que concentrado em nichos de mercado.
No Cashless dessa semana, explicamos o que é DeFi, explorando seus benefícios e riscos, e analisamos os dados que fazem referência ao crescimento de plataformas de finanças descentralizadas. Também comentamos o perfil de adesão ao modelo e exploramos como o Brasil se enquadra nessa tendência, em especial como o projeto de Real digital se relaciona com as DeFi.
Pagamentos e remessas internacionais vêm se tornando cada vez mais parte do dia-a-dia. Com um mundo mais globalizado, com maior fluxo de migração e o e-commerce crescendo rapidamente, as pessoas têm precisado cada vez mais pagar e enviar dinheiro de um país para outro. No entanto, fazer isso ainda é difícil. A expectativa atual é que a digitalização possa tornar os pagamentos e remessas internacionais mais práticos e baratos.
No Cashless dessa semana, exploramos porque ainda é difícil fazê-los e analisamos os perfis de solução que têm chamado a atenção. Em especial, abordamos como os pagamentos instantâneos podem cumprir esse papel, destacando o caso do Brasil com o Pix, e também o caso das moedas digitais, tanto emitidas pelos próprios Banco Centrais quanto criptomoedas e stablecoins.
A proteção de dados é uma demanda cada vez mais forte do consumidor. Ao mesmo tempo, estamos avançando com o Open Finance cujos múltiplos benefícios dependem do compartilhamento de dados financeiros. Nesse contexto de uma preocupação maior com privacidade junto de uma transformação digital que torna o compartilhamento cada vez mais importante para entregar a experiência que o próprio consumidor também demanda, a Lei Geral de Proteção de Dados, LGPD, ganha destaque como possível fiel da balança. No Cashless dessa semana explicamos a relação do consumidor com proteção de dados e fazemos um overview de como a LGPD pretende proteger o usuário. Também trazemos o debate para o sistema financeiro explorando dificuldades que empresas como fintechs estão tendo para se adequar e quais as relações entre a lei e o Open Finance.
As criptomoedas estão na mira dos reguladores nos EUA: está sob análise uma proposta de tributação de corretores de criptomoedas para financiar projetos de infraestrutura e os reguladores do sistema bancário e valores mobiliários vêm falando da necessidade de criar mecanismos regulatórios para o mercado, que já chegou a ser chamado de “Velho Oeste”.
No Cashless dessa semana, explicamos por que regular criptomoedas virou uma agenda internacional e, em específico, dos EUA. Também explicamos o que está sendo proposto, qual o direcionamento que está sendo dado pelos reguladores no caso, e qual a relação dessas iniciativas com os projetos de lançamento do dólar digital.
No fim de julho deste ano (2021), o Open Insurance teve suas diretrizes e conselho anunciados pela SUSEP. Com o processo de abertura do mercado de seguros previsto para começar a implementação ainda este ano, começa a ganhar forma a agenda Open Finance no Brasil, uma abertura mais abrangente do sistema financeiro do país que começou com o movimento de Open Banking em fevereiro deste ano.
No Cashless dessa semana, explicamos o Open Insurance passando pelos seus princípios, possíveis benefícios e similaridades e diferenças com o Open Banking. Também falamos sobre as Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguro (SISS), um dos desdobramentos da abertura de mercado de seguros que tem recebido maior destaque. Por fim, analisamos a coordenação dos movimentos de Open Insurance e Open Banking, como isso dá o tom para um Open Finance no Brasil e onde isso coloca o país no cenário internacional.
O Sistema de Pagamentos Brasileiro teve suas infraestruturas avaliadas positivamente pelo BIS em relatório lançado no final de 2020 como parte da agenda criada em 2012 pelo BIS para promover a adoção dos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro (PFMI).
Os princípios são boas práticas que visam aumentar a segurança e a eficiência, além de limitar o risco sistêmico e garantir transparência.
No Cashless dessa semana, explicamos o que são infraestruturas de mercado financeiro e porque é importante para o consumidor e instituições de pagamento que elas sejam eficientes, analisamos o diagnóstico do BIS para o Brasil com destaque para o Sistema de Pagamentos e posicionamos o estado das infraestruturas brasileiras frente o cenário internacional.
As enchentes na Europa deixaram cada vez mais clara a urgência da crise climática, tendo deixado rastros de destruição física e social nas cidades afetadas.
Autoridades como Janet Yellen, do Federal Reserve (FED), e Christine Lagarde, do Banco Central Europeu (ECB), vêm reforçando que a necessidade de respostas cada vez mais rápidas e ambiciosas para combater a mudança climática e se proteger contra seus efeitos já irreversíveis no curto prazo traz uma grande demanda de financiamento privado.
No episódio dessa semana, explicamos porque é importante que haja fortalecimento das finanças verdes na transição para economias sustentáveis, falamos sobre o crescimento desse mercado no mundo e no Brasil, destacando os instrumentos mais usados, e comentamos possíveis tendências para o futuro próximo
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