Catalisadores
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Catalisadores episodes

  • 30 - FATOR 4: Plano de discipulado que funciona
    Vamos falar sobre os três contextos para a criação de um plano de discipulado, respeitando seu caráter bíblico, autóctone e missional:
    1) Como as pessoas são assimiladas;
    2) Como são capacitadas;
    3) Como são enviadas em missão.
    As igrejas estão acostumadas a fazerem membros mas não discípulos que fazem discípulos. No entanto, o mandamento missionário para a igreja diz, FAÇAM DISCÍPULOS! O grande problema do discipulado nas igrejas atuais é que elas funcionam mediante uma cultura que incentiva o consumismo. Os membros não foram convertidos para adorar, mas para receber. Eles não querem se envolver, mas observar. Eles não querem ser enviados em missão com Deus, querem ficar sem propósito. Não se sentem dispostos a compartilhar a vida, preferem se isolar na individualidade de suas próprias experiências. Não doam, mas esperam que sejam servidos.
    CULTURA DE CONSUMISMO!
    33 min
  • 29 - FATOR 3: A multiplicação de líderes
    Vamos falar do terceiro fator da revitalização - A formação de novos líderes. A abundância de lideres. Como a igreja cresce quando ela pensa na nova geração de líderes. É algo que irá proporcionar multiplicação, melhor pastoreio, melhor acompanhamento, menos sobrecarga e maior cuidado.
    Igreja que estão em processo de declínio normalmente tem escassez de líderes. E o resultado natural desse problema é que os poucos líderes estão sobrecarregados, com distorção de prioridades funcionais, centralização, desmotivação e incredulidade da mudança. A maior parte dos líderes se tornam estéreis perpetuando uma visão mais gerencial do que pastoral
    46 min
  • 28 - FATOR 2: Resgate das práticas espirituais
    Vamos falar sobre como Ajudar as pessoa a aprenderem a amar o que odeiam - mudar “o porque” estão fazendo algo ou como estão fazendo. Ajudar a encontrar a própria fonte de motivação pessoal para viver as práticas espirituais de Jesus.
    A maior parte dos membros de nossa igrejas não vivem como um imitador de Cristo. Novos hábitos quase sempre exigem disciplina. Muitos não estão motivados a fazer uma mudança por que terão que passar por momentos incômodos ou até dolorosos - as pessoas não querem adotá-los.
    35 min
  • 27 - FATOR 1: Da mentalidade de manutenção para um pensamento de multiplicação
    Vamos falar de como mudar o foco em comportamentos que alimentam a cultura de manutenção - poucas ações de alto impacto, que se praticados rotineiramente, levarão aos resultados desejados.
    A maior parte das igrejas querem uma mudança, mas não se colocam na rota de transformações. Elas não querem pagar o preço de mudar os comportamentos, não tem paciência para engajar pessoas por um propósito maior do que aquilo que tem vivido. Muitas igrejas estão tentando, mas se deparam com problemas constantes pois muito de suas soluções são paliativas.
    31 min
  • 26 - A seleção de líderes para a revitalização de igrejas
    Vamos discutir como recrutar esses líderes da maneira mais eficaz possível. Porque se você recruta mal, você pode colocar a perder todo o projeto da revitalização. Tenho certeza que essa aula será muito importante para definirmos que tipo de líderes queremos para iniciar o processo de revitalização na igreja local.
    A maior falha que você pode cometer nesse processo é recrutar mal. Se você começa algo tão difícil e complexo com líderes fracos, sem caráter e competência, você já começou sem base, sem sustentação. Nós aqui estamos elevando o padrão, porque queremos igrejas diferentes.
    26 min
  • 25 - Os sete fatores da revitalização da igreja
    Vamos entender como devemos reforçar a visão de manutenção da igreja para uma visão de multiplicação, como reenergizar as práticas espirituais e a formação de novos líderes, reestruturar o plano de discipulado, os recursos financeiros, a liturgia e a estrutura organizacional local pesada, para reestatar uma igreja revitalizada que está pronta para ficar grávida de outras igrejas.
    Não podemos entrar nisso sem saber do nosso contexto, mas também sem ter roteiro. Isso seria fatal, frustrante, desanimador. Queimaria os líderes e a igreja.
    23 min
  • 24 - Como fazer análise do contexto para a revitalização da igreja
    Vamos entrar nas questões práticas para definir a execução do plano de revitalização de igrejas no seu contexto. Nesse módulo especificamente vamos trabalhar
    1. A Análise do contexto
    2. Desenho da revitalização - Roteiro do processo da revitalização
    3. Implementação - Soluções fundamentais aplicados na igreja
    4. Avaliação - Reavaliação do contexto pós processo de revitalização
    Nosso objetivo final é ter uma igreja com uma cultura de pensamento de multiplicação. Ou seja, uma igreja que se torna plantadora de outras igrejas.
    19 min
  • 23 - Necessidade de uma nova revitalização (Reavivamento e Reforma)
    A reconfiguração ou revitalização do movimento é proporcional a sua fidelidade aos seus marcos iniciais. Um sistema de governo representativo, uma estrutura de liderança apostólica e um corpo doutrinal coeso com as Escrituras. Essas questões lançam base sobre uma liderança com mentalidade de sacerdócio todos os crentes, representatividade, centralidade no evangelho
    Depois da morte de EGW, não tínhamos mais uma voz profética para atender as demandas circunstanciais do movimento. Tínhamos agora apenas os seus escritos. A maneira como iriamos lidar com os escritos de EGW era também uma indicação se estaríamos alertas quanto a tudo que ela nos indicou conforme as Escrituras, dentro disso a nossa estrutura de liderança. Mas o que aconteceu é que gradativamente o modelo do NT e dos pioneiros foi sendo esquecido e fomos acomodando uma visão mais parecidas com os evangélicas congregacionalistas.
    20 min
  • 22 - Resgate do ímpeto de movimento no Adventismo
    O movimento Adventista lidou com a ameaça de estagnação nos anos subsequentes a 1880. Pioneiros como A. Daniels, Ellen White e outros lutaram até o fim para que fosse reafirmado a estrutra de liderança apostólica.
    A igreja em muitos lugares até hoje não entendeu 1888 - com o entendimento do corpo doutrinal (especificamente a justificação pela fé, a graça e o evangelho). Isso levou a igreja em 1901 a reafirmar questões doutrinários reafirmando também que somos herdeiros da reforma protestante. De 1901 até 1903 a igreja passa por uma reestruturação do seu sistema de governo (período de reorganização) e de 1901-1915 a reafirmação da estrutura de liderança conforme Daniels e EGW se posicionaram contra a ideia de pastores locais.
    17 min
  • 21 - Ameaça de estagnação no movimento Adventista
    Vamos falar sobre como a década de 1880 foi um desafio para o movimento Adventista. Vamos falar da ameaça a estagnação do movimento. Quando a sua estrutura de liderança corria serio perigo de perder seu impeto de multiplicação orgânica. Como por pouco sofremos mais ainda com a crise doutrinal de 1888. A maioria da pessoas lembram os embates teológicos de A. T. Jones e Waggoner, mas não deram bola para Dudley Canright, Little John e outros que estavam subvertendo o movimento pela sua estrutura de liderança e sistema de governo.
    O crescimento absurdo do movimento Adventista, fruto do seu entendimento correto da ressignificação de Jesus Cristo trouxe também grandes desafios a igreja. O sistema de educação havia nascida para ajudar a produzir obreiros para a igreja. Mas não dava conta da demanda. Assim devido nosso crescimento hiperbólico fomos assimilando gradativamente pessoas que não tinham o impeto apostólico e Evangelístico. O resultado disso foi uma baixa na cultura de multiplicação da igreja, que seria sentida anos mais tarde.
    23 min

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