Catalisadores
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Catalisadores episodes

  • Motivações do evangelismo e do testemunho
    É necessário avaliar logo no início de nosso estudo o que pode induzir, desafiar ou distorcer a motivação missionária.
    1. Trazer a glória de Deus;
    2. O amor é o segundo traço do caráter de Deus que deve compor a motivação para a missão. resposta à iniciativa divina.;
    3. Urgência. A compreensão escatológica.
    4. Obediência. Em conexão com a ênfase na Grande Comissão, essa se tornou a principal motivação no final do século 19 e 20.
    5. Chamado divino. O apóstolo Paulo teve um chamado dramático na sua história de conversão e engajamento na missão.
    6. Compaixão. Essa dimensão prática do interesse sincero pelo próximo certamente é parte da missão.
    42 min
  • Missão e evangelismo é a mesma coisa?
    Evangelismo e testemunho. O que é?
    R.: A sua autentica missão de apresentar Jesus às pessoas
    A Sua: Nosso privilégio e responsabilidade de testemunhar do seu amor. Nada substituirá sua participação.
    Autêntica: Não basta ser cristão de nome. As pessoas observam e cobram autenticidade, isto é, coerência entre experiência e o discurso.
    Missão: A missão especifica de colaborar com a proclamação das boas novas dá sentido à vida das pessoas e as direciona para o fim maior: a eterna comunhão com Deus.
    De apresentar: O mal ofusca a presença de Deus. Há muita dúvida sobre quem é Deus e até mesmo se ele existe.
    Jesus: A encarnação é a maior revelação de Deus - o nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus. Nenhuma biografia rivaliza com o que Jesus fez, faz e fará; foi, é, e será.
    As pessoas: Elas são o objetivo do resgate divino.
    49 min
  • A missão como ponto de partida da prática da igreja
    “A missão é a razão principal da existência da comunidade de fé... Tudo o que se faz na comunidade é feito em função da Missão.” Neste sentido, toda a ação da Igreja, seus planejamentos e objetivos devem girar em torno da missão.
    A missão vai ter sempre o seu início naquele que é o missionário por excelência, o próprio Deus. Neste caso, precisamos entender com clareza que “a missão é anterior ao povo de Israel e a Igreja; ela começou com Deus em sua interação de Criador e com o seu amor” . A missão nasce então, do envolvimento de Deus com sua criação, trata-se de um envolvimento profundo, um envolvimento de amor cuja finalidade é a promoção do ser humano. O que deve mover o ardor missionário e com ele a evangelização, não é o desejo de encher a igreja de membros, mas o amor pelas almas associado ao desejo de promovê-las. Isto é, elevar seu nível e qualidade de vida. Trata-se aqui de pensarmos em missão num sentido integral, cuja finalidade é a promoção total do ser humano, envolvendo-o e transformando-o no âmbito religioso, social, político, étnico e ético.
    57 min
  • Missiologia pautada por princípios
    Como diz Lesslie Newbigin, “uma das esquisitices da atualidade… é a maneira como o evento (história do movimento missionário)  é tão constantemente ignorado ou subestimado”.
    Pearl Buck ressalta que a tarefa missionária não é para covardes. “Partir, clamar, advertir e salvar outros eram exigências assustadoras feitas à alma já salva. Havia uma espécie de loucura de necessidade - uma agonia de salvação."
    Herbert Kane: Em 30 anos uma seita judaica se transformou numa religião mundial.
    Stephen Neil: Cada cristão era uma testemunha. Nada é mais notável que o anonimato desses primeiros missionários.
    46 min
  • Aprofundando a compreensão do estudo da missão
    “A missiologia não é o telhado de uma construção, já construída com blocos que existem separadamente, mas é tanto o fundamento como o cimento que liga todas as partes.” J. Andrew Kirk
    “A missão deve ser teológica, como a teologia deve ser missiológica.”
    David Bosch
    34 min
  • Implicações e princípios para uma missão urbana saudável
    A condição pós-moderna tem implicações críticas para a missiologia, em especial no contexto urbano. A igreja urbana enfrenta agora o desafio de aceitar os benefícios do declínio da visão de mundo moderno, sem cair nas armadilhas da condição pós-moderna. Dentre as implicações mais urgentes que a igreja urbana enfrenta na condição pós-moderna, pode-se destacar: A mudança epistemológica e a experiência; a mudança econômica e o consumismo; a mudança temporal até o presente; a mudança de comunicação para o ciberespaço; e a mudança espacial para o glocal.
    26 min
  • O desenvolvimento das cidades e sua influência na igreja
    A mudança da condição moderna para a pós-moderna encontra o seu epicentro nas grandes cidades. Somente é possível apreciar a magnitude do desafio contemporâneo se o examinarmos tendo como pano de fundo quase vinte séculos de história eclesiástica. Deve-se lembrar que nenhuma transição de paradigmas é abrupta. Às vezes há justaposição, pois o velho paradigma raras vezes desaparece completamente.
    21 min
  • O colapso da cosmovisão moderna e os desafios na cidades
    Na virada do século 20, a cosmovisão moderna começou a se defrontar com crescente oposição, que questionava algumas de suas premissas – tanto em nível intelectual quanto institucional. A era moderna foi marcada pela libertação da humanidade da superstição – sobretudo religiosa – por meio de análise racional, evidência empírica e descobertas cientificas. Nesse período, Deus foi eliminado da estrutura de validação da sociedade. As pessoas descobriram que elas podiam ignorar Deus e a igreja, sem que isso lhes trouxesse qualquer prejuízo.
    21 min
  • A condição pós-moderna e a missão urbana
    De que maneira a condição pós-moderna pode ser uma oportunidade para o cumprimento da missão da igreja nas grandes cidades?
    A condição pós-moderna impõe sobre a igreja desafios enormes, mas também abre oportunidades para o evangelho. Ela aponta, por exemplo, à abertura a experiência espiritual, demanda de autenticidade, sede de experiência e serviço, em vez de apenas conhecimento. Ela também mostra como a igreja pode ajudar a atender o desejo pós-moderno de comunidade e a tolerância à diversidade.
    17 min
  • S05 - Ep #06 - Igreja contextual
    A igreja de Jesus como uma comunidade contextual constrói modelos a partir da sua realidade e não adota modelos pré-fabricados. Por isso, desenvolve comportamentos espontâneos e não mecânicos. Esta postura mostra que o evangelho poder ser melhor vivido quando as igrejas estão firmemente enraizadas na cultura da comunidade que a cerca
    15 min

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