A iniciativa de Lovat “recuperou para o patrimônio do Estado do Paraná a mais rica das regiões”, afirmou João Sampaio. O governo, por sua vez, além de conceder os títulos, assegurando confiabilidade ao empreendimento, converte o valor correspondente a 350 mil alqueires, 7 mil 776 contos de réis, em subsídio à construção da ferrovia.
Afigura-se uma parceria público-privada. Na década de 40, o diretor-técnico da Companhia, engenheiro Aristides de Souza Mello, expôs numa conferência que os 270 quilômetros de Ourinhos a Apucarana custaram “cerca de 100 milhões de cruzeiros. E o Estado, reconhecendo o alcance da obra e o esforço, não lhe foi indiferente. Contribuiu com o subsídio de 28.800 cruzeiros por quilômetro. E assim se começou a colonizar”