CBN Vitória - Entrevistas

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By Rádio CBN VitóriaNews
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CBN Vitória - Entrevistas episodes

  • ES: Interior responde por quase a metade das mortes por coronavírus

    O Espírito Santo, de acordo com os indicadores mais recentes, caminha para uma tendência de estabilização do número de casos da Covid-19. Esta percepção já é mais visível na Grande Vitória. Um estudo do Núcleo Interinstitucional de Estudos Epidemiológicos, que conta com a participação de diversos órgãos e especialistas, aponta, por exemplo, que o Estado alcançou o platô de casos ativos da doença no início de junho e, pela primeira vez desde o pico da pandemia, a Grande Vitória registrou taxa de transmissão (RT) menor que 1 (RT 0,99). Contudo, a desaceleração da contaminação não é a mesma no interior do Estado que vem respondendo por quase a metade das mortes pela doença no Estado. Quem explica é a pós-doutora em Epidemiologia pela Universidade Johns Hopkins (EUA) e professora da Universidade Federal do Espírito Santo, Ethel Maciel.

    23 min
  • Projeto testa eficácia da vacina BCG contra o novo coronavírus

    Mais um projeto para desenvolver uma defesa à Covid-19 e imunizar a população está sendo desenvolvido no Brasil, desta vez por cientistas das universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e de Santa Catarina (UFSC), pelo Instituto Butantan, e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Doenças Tropicais (INCT-DT), com a colaboração da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Instituto Karolinska, na Suécia. A pesquisa tem como base a vacina BCG contra a tuberculose, já testada e usada por bilhões de pessoas em todo o planeta. Em entrevista à rádio CBN Vitória nesta quinta-feira (16), o professor titular de Imunologia da UFMG e coordenador do projeto, Sérgio Costa Oliveira, Doutor em Imunologia pela Universidade de Wisconsin (EUA), explica o estudo.

    9 min
  • Queda: taxa de transmissão na Grande Vitória é menor que 1

    O Núcleo Interinstitucional de Estudos Epidemiológicos desenvolveu uma metodologia que possibilita monitorar os casos ativos da COVID-19 no ES, na Região Metropolitana da Grande Vitória e interior. Com essa metodologia foi possível identificar, segundo o diretor-presidente do Instituto Jones Santos Neves, Pablo Lira, quando o pico de casos ativos aconteceu na Grande Vitória.

    O mesmo estudo já aponta que o Espírito Santo alcançou o platô de casos ativos no início de junho. Do total de casos confirmados, 67% se encontram curados. É possível afirmar mais, segundo Pablo Lira: na Região Metropolitana, o platô de casos ativos foi alcançado por volta do dia 25 de maio e começamos a reduzir no dia 11 de junho. Desde o dia 21 de junho o estudo indica também a desaceleração no ritmo de crescimento de casos ativos no também no interior. Pela primeira vez desde o pico da pandemia, que a taxa de transmissão (RT) na Grande Vitória é menor que 1. Atualmente está em RT 0,99.

    22 min
  • Ufes tem até 13 de agosto para definir data de retomada das aulas

    A Universidade Federal do Espírito Santo definiu a agenda que deve traçar a retomada das atividades de ensino, pesquisa e extensão. O cronograma foi aprovado pelos conselhos superiores após análise da versão final do plano de Biossegurança e de Contingência, criados em virtude da pandemia do novo coronavírus. O Plano de Contingência prevê a implantação do modelo de Ensino-Aprendizagem Remoto Temporário e Emergencial (Earte) para os estudantes de graduação e de pós-graduação na fase de isolamento social, seguida de modelo híbrido e posteriormente de retomada do ensino presencial. Os conselhos superiores terão até o dia 13 de agosto para deliberar sobre as resoluções, conforme explica em entrevista à CBN Vitória, o reitor da Ufes, Paulo Vargas.

    13 min
  • MPES notifica condomínios para cumprimento de medidas de prevenção

    O Gabinete de Acompanhamento da Pandemia do Novo Coronavírus do Ministério Público Estadual está notificando condomínios para que adotem imediatamente todas as providências que se fizerem necessárias para o integral cumprimento das normas previstas em decreto estadual, portarias e notas técnicas da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) que estabelecem medidas de prevenção da transmissão do novo coronavírus – Covid-19. Em entrevista nesta quarta-feira (15) à rádio CBN Vitória, a promotora de Justiça e coordenadora do Gabinete de Acompanhamento da Pandemia do Novo Coronavírus, Inês Thomé Poldi Taddei, explica quais são estas orientações.

    17 min
  • "O vírus é danado. Quem se oferece, ele agarra", diz Nésio Fernandes

    O Espírito Santo chegou a 65.213 casos e 2.082 mortes por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. As informações são do Painel Covid-19, da secretaria Estadual de Saúde (sesa), que mostrou que apenas nas últimas 24 horas a doença infectou 1.332 pessoas. Com relação aos pacientes curados, também houve um aumento no Espírito Santo. Ao todo, 43.746 pessoas conseguiram vencer a batalha contra o coronavírus. a taxa de letalidade é de 3,19% e, até agora, 138.287 testes para detectar a doença já foram realizados em todo o Estado.

    Em entrevista nesta quarta-feira (15) à rádio CBN Vitória, o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, ressaltou que a situação do interior do Estado é difícil. A chamada normalidade só poderá ser conquistada com uma vacina e a doença se tornará endêmica. Sobre o alto número de contaminados e mortes diárias, Nésio Fernandes deixou um recado: "O vírus é danado! Quem se oferece, ele agarra".

    34 min
  • Ponto de Vista: já é a hora de relaxar medidas contra o coronavírus?

    Muita gente defende que a retomada das atividades e o convívio social são fatores de promoção da saúde mental das pessoas, após meses de isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus. Mas já é hora de relaxar medidas de enfrentamento à Covid-19?

    Uma portaria do Ministério da Saúde deixa claro que a retomada das atividades em diferentes estados do país deve ocorrer de forma segura, gradativa, planejada, regionalizada, monitorada e dinâmica, considerando as especificidades de cada setor e dos territórios, de forma a preservar a saúde e a vida das pessoas. Para isso, é essencial a observação e a avaliação periódica, no âmbito loco-regional, do cenário epidemiológico da Covid-19, da capacidade de resposta da rede de atenção à saúde, dos aspectos sócio-econômicos e culturais dos territórios e, principalmente, das orientações emitidas pelas autoridades locais e órgãos de saúde.

    Mas quando deverá ocorrer o retorno seguro da rotina da maioria das pessoas no país? Acompanhe este debate envolvendo o médico infectologista e presidente da Sociedade de Infectologia do Estado do Espírito Santo, Alexandre Rodrigues da Silva, e a também infectologista e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Tânia Chaves.

    33 min
  • Volta às aulas: quais os riscos para crianças e adolescentes?

    As atividades escolares foram uma das primeiras atividades interrompidas por conta da pandemia do novo coronavírus. Milhares de alunos da educação infantil ao ensino superior tiveram as aulas presenciais suspensas para evitar a contaminação. Agora, meses após o início da pandemia, Estado, municípios e instituições particulares planejam o retorno das aulas presenciais, apesar de não haver uma data acertada, com diversos protocolos de segurança que incluem uso de máscaras, distanciamento e revezamento das turmas de alunos.  Porém, o movimento de pais e alunos, encabeçado pela Associação de Pais de Alunos do Estado do Espirito Santo (ASSOPAES), rejeita o retorno presencial ainda em 2020 em virtude do risco de contaminação.

    Neste debate também participa o médico pediatra e coordenador da Região Sudeste da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Rodrigo Aboudib, além do diretor da Associação de Pais de Alunos do Estado do Espirito Santo (ASSOPAES) e membro do Conselho Municipal de Educação em Vitória, Sílvio Ferreira.

    Na visão do pediatra Rodrigo Aboudib, dois fatores devem ser levados em conta para que possa ocorrer o retorno das atividades nas escolas: a diminuição na taxa de transmissão (RT) do novo coronavírus nas cidades capixabas e a situação das vagas de UTIs. “Estudos já sinalizam que o grau de agressividade da doença, entre as crianças, tende a ser menor, mas esse retorno não pode vir desacompanhado de protocolos rígidos por parte das autoridades de saúde”, explica. O médico explica que as crianças fora da escola também implicam em consequências sociais, como a segurança alimentar - já que muitos alunos , mais vulneráveis, dependem da oferta de refeições nas escolas.

    A Sedu informa que criou um Grupo de Trabalho (GT), composto por todos as entidades e órgãos que representam as instituições de ensino do ES e da Secretaria Estadual de Saúde, com o objetivo de discutir de forma ampla e transparente todas as questões relacionadas ao retorno das aulas presenciais. Esclarece que a Assopaes integra o Fórum Estadual de Educação e o Conselho de Educação, representados no Grupo de Trabalho.

    21 min
  • Boas práticas médicas conseguem adiar intubação de pacientes graves

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus, especialistas têm se debruçado sobre o estudo da doença e sinalizam que , com o passar do meses, o cenário muda no que diz respeito à avaliação quanto aos procedimentos mais invasivos com os pacientes graves. O médico pneumologista Carlos Alberto Barros Franco, um dos primeiros médicos do país a tratar a Covid-19, discutiu esse assunto, na última semana, em um evento virtual da Academia Nacional de Medicina (ANM) junto a estudiosos do tema. Entre as discussões ele apontou, por exemplo, que “o tratamento da Covid mudou radicalmente e a sobrevivência aumentou. Ventiladores não são mais a primeira opção”. Em entrevista nesta segunda-feira (13) à rádio CBN Vitória, o pneumologista destacou que o melhor tratamento é a boa prática médica, com ventilação e fisioterapia. Hoje a ventilação mecânica invasiva é o último recurso para tratar um paciente de Covid-19. Acompanhe!

    19 min
  • Pós-Covid: pacientes recuperados relatam fadiga crônica

    Em meio aos estudos sobre o novo coronavírus, pesquisadores que analisam o comportamento de pacientes recuperados da doença já sinalizam a uma importante observação: alguns desses pacientes recuperados podem manifestar condições clínicas, as quais os médicos têm identificado como "síndrome da fadiga crônica".

    O alerta é do médico neurologista Gabriel de Freitas, pesquisador do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal Fluminense (UFF). Ele é um dos integrantes de um grupo de pesquisa do liderado pelo IDOR para investigar sequelas neurológicas da Covid-19 grave.

    O médico explica que parte desses pacientes recuperados sentem sintomas como fadiga física e mental profunda, dores, dificuldades para respirar, fraqueza muscular, dormência, dificuldade de concentração, alterações na pele, inchaços e dores", explica. Freitas aponta para um cenário de quadro semelhante ao da chamada síndrome da fadiga crônica.

    12 min

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Entrevistas relevantes sobre os temas que impactam o dia a dia do Espírito Santo, sob o comando da jornalista Fernanda Queiroz

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