Chega Pra Cá

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By Grupo Jaime CamaraNewsNews Commentary
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Chega Pra Cá episodes

  • Mendanha diz que pode ajudar governo Caiado com ideias
    O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (Patriota), disse que não está em busca de espaço, ou cargos, no governo de Ronaldo Caiado (UB), mas afirma estar disposto a colaborar com a gestão.
    “Não estou em busca de espaço no governo. Essa não é a minha vontade. Se eu puder colaborar de alguma forma, estou disponível como sempre estive, com ideias e sugestões. Isso faz parte da boa política. Tenho uma trajetória de muito êxito”, disse o político em entrevista à Cileide Alves, no programa Chega Pra Cá, desta terça-feira (9).
    Confira também como ele avalia o prefeito Rogério Cruz (Republicanos), os últimos passos de reaproximação com o vice-governador Daniel Vilela (MDB), e o que acha de Ana Paula Rezende em uma eventual disputa.
    37 min
  • O desafio de apaziguar a base do prefeito Rogério Cruz
    Há quase dois meses à frente da Secretaria de Governo da Prefeitura de Goiânia, o ex-deputado federal Jovair Arantes (Republicanos) enfrenta um grande desafio: apaziguar a base do prefeito Rogério Cruz, reorganizar apoios políticos ao prefeito, assim como as ações da prefeitura para otimizar resultados tanto políticos quanto administrativos.
    Entrevistado deste episódio, o secretário confirma que já montou a base da prefeitura na Câmara, afirma que haverá critérios para liberação das emendas impositivas dos vereadores. Jovair Arantes informa ainda que a montagem do secretariado da prefeitura acontecerá apenas depois de concluída a Comissão Especial de Investigação (CEI) da Comurg.
    44 min
  • "O PT não será maioria nos cargos federais"
    Um dos ministérios do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em destaque neste momento é a Secretaria de Relações Institucionais, responsável em outras atribuições, por construir a ponte entre o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Essa ponte ainda encontra-se em obras, o que gera críticas de congressistas, incluindo o presidente da Câmara, Arthur Lira. O segundo nome da Secretaria, comandada pelo ministro Alexandre Padilha, é o do petista goiano, Olavo Noleto, entrevistado deste episódio do Chega pra Cá. Olavo já foi secretário de Assuntos Federativos da Casa Civil, nos governos Lula e Dilma Rousseff, e antes de voltar para Brasília, em janeiro, era presidente da Companhia de Desenvolvimento de Maricá, no Rio de Janeiro. Na entrevista, o goiano diz que o governo Lula busca apoio de Vanderlan e da maioria dos deputados federais de Goiás. Segundo ele, os cargos federais no estado serão nomeados pela bancada. Olavo informa ainda que o governo Lula quer apoiar agendas de Ronaldo Caiado, mas que a bancada estadual do PT continuará na oposição ao governo. Confira
    38 min
  • Comurg quer novo reajuste de 5,9%
    O presidente da Comurg, Allison Borges, é o entrevistado deste episódio do Chega pra Cá. Em meio a uma sucessão de polêmicas, crises e denúncias, ele fala sobre esse cenário conturbado. A Câmara de Goiânia deve instalar nesta semana uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar a Comurg. Não é a primeira vez que vereadores tentam investigar a empresa.
    Desta vez, a instabilidade da base de apoio do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, no Legislativo e a baixa qualidade da limpeza urbana formaram uma combinação mais explosiva. Além disso, as dificuldades financeiras da empresa e as revelações de pagamento adiantado pela prefeitura para pagamento de obras contratadas da Comurg adicionaram uma pitada de pimenta nesses fatos políticos.
    49 min
  • Goiás enfrentará mais calor e menos chuvas

    As chuvas avassaladoras deste ano, que mataram ao menos 65 pessoas em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo durante o carnaval, e que já provocaram alagamentos e a morte de uma pessoa em Goiânia, vão continuar a ocorrer com maior regularidade? Como as autoridades e a população devem lidarcom esses fenômenos?
    Convidado do Chega Pra Cá desta terça-feira (28), Saulo Ribeiro de Freitas é físico graduado na UFG que saiu pelo mundo para se especializar: foi pesquisador da Nasa, trabalhou como pesquisador no Reino Unido e em vários projetos nos Estados Unidos. Saulo de Freitas tem experiência na área de geociências, com ênfase em química, nuvens e dinâmica da atmosfera e modelagem numérica. Atua principalmente com poluição do ar e química atmosférica, queimadas e seus impactos em mudanças do tempo, clima e saúde pública e previsão numérica de tempo entre outros temas.
    Atualmente é pesquisador titular, professor de pós-graduaçãoem Meteorologia e chefe da Divisão de Modelagem Numérica do Sistema Terrestredo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O físico também acompanhao trabalho do Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões do Cerrado (Cempa-Cerrado), ancorado na Universidade Federal de Goiás, que tem o apoio do Inpe desde 2020.
    Com base nessa experiência e em uso de modelos matemáticos que usam leis da física para melhorar a descrição das nuvens e prever melhor o clima, criado por uma comunidade científica da qual faz parte, Saulo de Freitas informa que é possível prever para Goiás aumento da temperatura e diminuição do regime de chuvas em função das mudanças climáticas. Confira nesta entrevista.
    26 min
  • Sertanejo não tem relação com carnaval e o samba, diz Xexéu
    Nesta terça-feira de carnaval (21) a política abre alas para o samba. O entrevistado deste episódio é Roberto Célio Pereira da Silva ou simplesmente Xexéu. Cantor, compositor, poeta, carnavalesco e humorista, o goianiense Xexéu começou sua carreira artística há 43 anos quando se uniu a amigos do Colégio Agostiniano para criar o Nóys É Nóys, grupo de samba bem conhecido em Goiás. Há 14 anos fundou o Quarteto Nóys É Nóys, com uma pegada mais jazzística.
    Nesta entrevista, Xexéu fala sobre a consolidação do carnaval de rua em Goiânia, iniciado há 20 anos com o Carnaval dos Amigos, critica os sertanejos por invadirem o território do samba e conta que as novas gerações de sambistas de Goiânia estão chegando muito bem preparadas, pois vêm da academia e das orquestras sinfônicas.
    30 min
  • "A bancada está descrente de destinar emendas para Goiânia"
    Entrevistado desta semana no programa Chega pra Cá, o senador Vanderlan Cardoso será o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado no biênio 2023/2024. A CAE é a segunda comissão mais cobiçada da Casa, atrás apenas da CCJ (Constituição e Justiça). Por acordo entre os partidos, seu comando ficou com o PSD e o nome do senador Vanderlan foi confirmado na semana passada por seu colega Oto Alencar (PSD/BA).
    O senador goiano foi vice-presidente da CAE no último biênio e vai assumir a presidência no auge do desentendimento entre o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a taxa básica de juros, ou taxa Selic, atualmente em 13,75%. Vanderlan defende o diálogo entre o governo, o Senado e o Banco Central para forçar a queda da taxa.
    Outro assunto importante neste início de legislatura é a formação da base do governo no Congresso. O senador Vanderlan apoiou a reeleição de Jair Bolsonaro e ajudou a eleger o senador Wilder Morais (PL). Agora seu PSD faz parte do governo e as relações de Vanderlan com o partido de Bolsonaro também mudaram: o senador votou em Rodrigo Pacheco para presidência da Casa contra o candidato do bolsonarismo, o senador Rogério Marinho.
    Além disso, ele propôs uma ação no STF por calúnia e difamação contra o deputado federal Gustavo Gayer, que o xingou em uma rede social. Nesta entrevista, Vanderlan também avalia a gestão do prefeito Rogério Cruz e o cenário político para a eleição de 2026.
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    40 min
  • "Não vou alimentar fofocas", diz prefeito sobre ataque de Policarpo
    O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), destacou o trabalho dos servidores do Paço Municipal para rebater a declaração do presidente da Câmara, Romário Policarpo (Patriota), que disse que auxiliares passam muito tempo "fazendo fofoca”. Durante entrevista ao programa Chega Pra Cá, com a jornalista Cileide Alves, na manhã desta terça-feira (7), o gestor afirmou que confia no seu secretariado. “Quando falam sobre essas fofocas, não passa disso, fofoca. Eu respeito muito meus servidores municipais e o meu secretariado. São pessoas sérias e que têm demonstrado um trabalho de excelência. Não acredito que isso parta do executivo, pois os servidores são técnicos que têm se empenhado todos os dias na nossa gestão. Não vou alimentar fofocas”, enfatizou Cruz. O presidente da Câmara também afirmou ao POPULAR que não tem agenda na prefeitura há mais de 40 dias. Questionado sobre isso, Rogério explicou como está a relação entre o Executivo e o Legislativo. “Eles precisam um do outro e têm que andar juntos, porém são poderes distintos e cada um toma suas decisões. Quando se trata de questões separadas, cada um tem seu papel”, disse.
    A jornalista Cileide Alves perguntou a Rogério sobre a “cara” que ele quer deixar a gestão dele na Prefeitura de Goiânia. O gestor afirmou que se sentirá realizado se terminar o mandato entregando um Plano de Drenagem para Goiânia. Com isso, diminuir o alagamento em pelo menos 11 pontos críticos da cidade e entregar o primeiro programa de pavimentação asfáltica com a rede pluvial. “Goiânia nunca teve um plano de drenagem. Então, esse plano está em andamento na Prefeitura. Nós estamos com uma equipe já montada para trabalhar nesse processo e fazer com que a capital tenha de fato um plano diretor de drenagem. Prova disso, dentro do programa Goiânia Adiante, nós já temos R$ 67 milhões para drenagem de bairros que estão correndo riscos”, especificou. Durante a entrevista, o prefeito concordou que a capital está enfrentando problemas com a coleta de lixo e limpeza urbana, mas explicou por que aumentou o valor do contrato com a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). “Estamos trabalhando para que a empresa tenha o seu valor”, afirmou. Segundo ele, com a alteração do contrato, exigiu um plano de melhoria da prestação de serviços.
    Apesar de ter lançado dois planos, o Goiânia em Nova Ação (Gena) e Goiânia Adiante, Rogério diz que concentrará esforços apenas no segundo, pois ele tem mais viabilidade de ser concluído no prazo de dois anos. “O Gena não chegou a ser lançado. O Goiânia Adiante foi lançado em outubro e dos mais de 40 projetos dele, mais de 25 estão em processo de licitação”, finalizou o gestor.
    45 min
  • "Emendas impositivas são a versão municipal do orçamento secreto"
    Na semana passada, a rádio CBN Goiânia revelou que apenas uma ONG, a Sociedade Assistencial Goiana (SAG), recebeu 16 repasses apenas em dezembro de R$ 1,78 milhão de emendas impositivas de vereadores. Elas foram remanejadas de outras emendas – que haviam sido rejeitadas por alguma inconsistência técnica –, por orientação da Secretaria de Articulação Institucional da Prefeitura de Goiânia. Ainda há novos repasses empenhados, que devem elevar para R$ 2,4 milhões os recursos só para esta ONG. Posteriormente, O POPULAR revelou que os vereadores reservaram R$ 37, 5 milhões de suas emendas, mais da metade dos R$ 69 milhões a que os vereadores têm direito, para entidades do terceiro setor, como a SAG. O difícil é saber como esse dinheiro foi gasto e quais vereadores fizeram as indicações. É que esses dados não aparecem de forma acessível nos Portais de Transparência nem da prefeitura de Goiânia nem da Câmara de Goiânia. Tampouco o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) recebe essas informações discriminadas. Como então fiscalizar esses recursos? Para conversar sobre esse assunto, a convidada deste “Chega pra Cá” foi a jornalista Marina Atoji, diretora de programas da Transparência Brasil. Formada em comunicação social pela Universidade de São Paulo, Marina é especialista na Lei de Acesso à Informação. Já foi gerente-executiva da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e secretária-executiva e do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas.
    Ela define as emendas impositivas de Goiânia como a “versão municipal do orçamento secreto”.
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    22 min
  • “Governo Caiado achatou o reajuste dos professores”
    Em fevereiro de 2022 o presidente Jair Bolsonaro concedeu reajuste de 33% ao piso nacional dos professores, elevando seu valor para R$3.845,63. Houve uma reação em cadeia da Confederação Nacional dos Municípios e de suas associações estaduais contra o reajuste. Os prefeitos alegaram incapacidade financeira de pagar o reajuste e risco de ferirem a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em Goiás, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) entendeu que a decisão de aplicar ou não o reajuste de 33% caberia aos municípios. Cada prefeito deveria avaliar sua situação fiscal e só pagar o novo piso se os gastos com pessoal não ultrapassassem o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Resultado: mais de 200 dos 246 municípios goianos não pagaram o novo piso. Eles reajustaram o salário dos professores pelo INPC, que foi 10,16%. Na semana passada, o novo governo de Lula concedeu reajuste de 15% ao piso em 2023, elevando-o para R$ 4,420 mil. Novamente a CMN fez a mesma recomendação: os prefeitos devem aplicar o índice do último INPC, que foi de 5,93%. Com isso, na prática o piso nacional não é o mesmo piso em Goiás, o que levanta uma questão: o piso nacional dod professores acabou? Para discutir esse assunto, a convidada deste Chega pra Cá desta terça-feira (23) foi a presidente do Sindicato dos Professores de Goiás (Sintego), Bia de Lima, também deputada estadual eleita pelo PT.
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    29 min

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Apresentado pela jornalista Cileide Alves, o Chega Pra Cá é uma conversa com pessoas relevantes da sociedade sobre temas pulsantes do dia a dia. É um convite a sentar e refletir sobre agendas em…