Chega Pra Cá

Chega Pra Cá

By Grupo Jaime CamaraNewsNews Commentary
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Chega Pra Cá episodes

  • Vícios legais ou de mérito causam chuva de vetos em projetos
    O governo de Goiás vetou 30% dos projetos ou matérias aprovadas pela Assembléia Legislativa (Alego), neste primeiro semestre de 2023. De acordo com a procuradora do Estado e superintendente de Legislação, Atos Oficiais e Assuntos Técnicos da Casa Civil, Emilia Munhoz Gaiva, todas apresentaram vícios de mérito ou ilegalidade jurídica. Durante o programa Chega Pra Cá, apresentado pela jornalista Cileide Alves, a procuradora explicou que os 135 vetos, dos 798 projetos que foram aprovados pela Alego (585 propostos por parlamentares, 195 do governo e 18 demais poderes), a maior parte foi por “incompatibilidade com a Constituição, regramento geral da União (Governo Federal), a qual o Estado deve obedecer, ou devido ao panorama normativo da matéria que está sendo disciplinada pela lei.”
    Confira a íntegra. É só dar o play!
    26 min
  • A aventura de Jorcelino Braga nos meandros da Prefeitura
    Nos últimos dias a política goiana viu novos capítulos de duas relações marcadas por altos e baixos. Ao desembarcar no Paço Municipal, o marqueteiro Jorcelino Braga selou nova reaproximação do presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo, com o prefeito Rogério Cruz.
    Enquanto Braga, Romário e Rogério se juntavam no recém-criado grupo de assessoria ao prefeito (GAP), Ronaldo Caiado e Jair Bolsonaro também inauguravam novo momento de paz. A convite do governador, o ex-presidente da República, que esteve em Goiânia para tratamento dentário, almoçou e passou uma noite no Palácio das Esmeraldas.
    As bandeiras brancas ficarão hasteadas por quanto tempo? O que está por trás destes movimentos e gestos políticos?
    Estas são algumas das perguntas que Caio Henrique Salgado e Bonny Fonseca tentam responder no novo episódio do Giro 360.
    É só dar o play!
    27 min
  • Maílson da Nóbrega traduz as mudanças da reforma tributária
    Com a reforma tributária aprovada na Câmara dos Deputados, na última quinta-feira (6), o debate se transfere para o Senado, onde será apreciada depois do fim do recesso parlamentar, em agosto. Agora o texto dos deputados federais vai ser debatido mais detalhadamente, já que é complexo e muito confuso para a maioria das pessoas.
    E é para entender melhor quais as mudanças aprovadas que este episódio do Chega pra Cá entrevista o ex-ministro Maílson da Nóbrega. Economista e sócio da Tendências Consultoria, Maílson foi ministro da Fazenda de 1988 a 1990. Autor de seis livros, ele presidiu o Conselho Monetário Nacional e integrou os conselhos executivos do FMI, do Banco Mundial e do BID.
    31 min
  • As entranhas da Reforma Tributária
    Avançou nesta semana o debate público de reforma tributária. Pelo texto, a reforma vai trocar cinco impostos por dois. IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS serão extintos.
    Eles serão substituídos pelo Imposto de Valor Adicionado (IVA), que terá uma versão dual: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), o tributo federal, e Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS), este estadual, compartilhado entre estados e municípios.
    Ao acabar com o ICMS a reforma põe fim aos incentivos fiscais e muda a cobrança do tributo hoje na origem (quer dizer no local da produção), para o destino, onde a mercadoria é consumida. Essa mudança começará apenas em 2029 e só terminará em 2078. Apesar disso é a parte que mais vem recebendo críticas do governador Ronaldo Caiado, para quem esse projeto é prejudicial aos estados e aos municípios.
    Para conversar sobre a proposta da reforma tributária, o convidado deste Chega pra Cá é o deputado federal Reginaldo Lopes, PT de Minas Gerais, coordenador do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados
    Vem com a gente.
    É só dar o play
    20 min
  • Líder de protestos de 2013 avalia o que se passou em 10 anos
    Nesta terça-feira, dia 20, faz 10 anos que o país parou com manifestações gigantescas realizadas em todos os Estados, nas capitais e nas grandes e médias cidades brasileiras. Os protestos que levaram ao dia 20 de junho começaram bem antes. Goiânia foi uma das precursoras. Em 8 de maio de 2013, a Frente de Lutas contra o Aumento das Tarifas parou o trânsito na cidade por várias horas. Os goianienses testemunharam cinco protestos entre o mês de maio até a primeira semana de junho daquele ano, até que, no dia 20, 50 mil pessoas foram às ruas da capital estimuladas pelas bandeiras dos jovens, alguns ainda adolescentes, que integravam a Frente de Lutas do Transporte Público (FLNP) e do Movimento Passe Livre (MPL).
    Entre os líderes do movimento em Brasília estava a jovem Leila Saraiva, integrante do MPL. Agora, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília (UnB), mestre em Antropologia Social pelo mesmo programa, Leila Saraiva ainda faz parte do MPL e é um dos pesquisadores que se debruçam sobre o que aconteceu no Brasil há dez anos e seus reflexos sobre o Brasil atual.
    E é com ela a conversa deste episódio do Chega pra Cá.
    Dá o play e vem com a gente
    38 min
  • Criolo: "O rap do Brasil é igual ao Brasil, gigante e plural"
    O convidado deste Chega pra Cá é Kleber Cavalcante Gomes, primeiro conhecido como Criolo Doido, e depois simplesmente como Criolo, o rapper paulistano, criado na periferia de São Paulo, que compõe desde os 11 anos de idade.
    O cantor faz show neste sábado (17) no Festival de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), na cidade de Goiás, e fala nesta entrevista exclusiva sobre o atual momento do rap brasileiro, de sua carreira, e do álbum “Sobre Viver”. Lançado há pouco mais de um ano, o álbum, que será a base do show em Goiás, trata do luto com as mortes pela covid-19, entre elas a de sua irmã, Cleone Gomes, que morreu aos 39 anos, em junho de 2021.
    A carreira de Criolo estourou nacionalmente com o álbum “Nó na Orelha”, em 2011. Hoje ele é um músico popular no país, um compositor de rap, com forte influência do samba, do reggae, do afrobeat entre outros estilos. O cantor é também uma voz política importante nacionalmente, de denúncia do racismo, da precariedade da vida nas periferias das grandes cidades e de todos os tipos de preconceitos, assuntos sobre os quais também trata nesta entrevista à jornalista Cileide Alves.
    21 min
  • Os caminhos da reforma tributária
    O grupo de trabalho (GT) que analisa a reforma tributária na Câmara dos Deputados prepara a apresentação do seu relatório final nesta terça-feira (6). O presidente do GT, deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), diz que o projeto está maduro para ser aprovado. Apesar disso, ainda não há data confirmada para o relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), apresentar seu substitutivo às duas propostas de emendas à Constituição em tramitação no Congresso Nacional, as PECs 45 e 110.
    É esse substitutivo que vai dar corpo à reforma que já vem sendo debatida atualmente. Para entender essa discussão, este episódio do Chega pra Cá conversa com o presidente da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Francelino Valença.
    Doutorando em direito e auditor fiscal do Tesouro do Estado de Pernambuco, Valença participou na segunda-feira (29) da semana passada do Pré-Fórum Internacional Tributário (Pré-FIT 2023). O encontro organizado por entidades do fisco reuniu especialistas e parlamentares para debater modelos de tributação que possam contribuir para uma maior justiça fiscal no Brasil.
    Dê o play e venha com a gente!
    41 min
  • "Futebol não aceita jogadores negros. Ele tolera"
    O programa Chega Pra Cá desta semana conversou com o fundador e diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, que realiza trabalho de pesquisa sobre casos de discriminação no futebol desde 2014.
    Quase dez relatórios já foram produzidos no período e eles reforçaram a constatação de que casos de racismo aumentam a cada ano no futebol brasileiro. Durante a entrevista com a jornalista Cileide Alves, Marcelo Carvalho contextualizou o racismo no futebol brasileiro desde 2014 e também falou sobre o caso Vinícius Júnior.
    Nos últimos 17 meses, o brasileiro do Real Madrid foi vítima de dez atos racistas, sendo nove dentro de estádios de futebol na Espanha. O diretor do Observatório explicou sobre como os europeus entendem o racismo e sobre as diferenças em relação ao Brasil. A próxima edição do relatório produzido pelo Observatório vai ser divulgada em julho ou agosto, na sede da CBF.Dê o play e confira como foi o papo de Marcelo Carvalho com a jornalista Cileide Alves:
    29 min
  • "Com a inteligência artificial, vivemos nova revolução industrial"
    O ‘Chega Pra Cá’ desta semana conversou com o professor Anderson da Silva Soares, especialista em Inteligência Artificial (IA). A jornalista Cileide Alves entrevistou o doutor em Ciência da Computação, que afirma que a humanidade está caminhando para a era da “Inteligência Aumentada”. O desafio aqui, de acordo com o especialista em aprendizado de máquina, é a adaptação a essa nova realidade, tanto no meio profissional como também no pessoal. “A gente, como sociedade, vai ter que se adaptar nas próximas décadas para isso (desenvolvimento tecnológico da IA), e entender que, como qualquer outra ferramenta que surgiu na história da humanidade, ela vem para potencializar seu trabalho, mas não para fazer seu trabalho por você”, resumiu o professor. Logo no início da entrevista, na manhã desta terça-feira (23), Anderson tranquilizou aqueles que temem um desenvolvimento desmedido dessas tecnologias, muitas vezes com base em filmes de ficção científica. “O ciclo natural das coisas é que a gente se acostume, mas ainda não é aquela coisa apocalíptica”, disse o especialista. Nos últimos meses, dois grandes pioneiros da tecnologia da IA, Sam Altman e Geoffrey Hinton, deram declarações que acenderam o alerta para muitos. De acordo com as falas dos pesquisadores, o desenvolvimento dessa tecnologia marcha em ritmo acelerado e assusta. Pensando nisso, Cileide questiona o professor Anderson. “Os avanços são realmente muito impressionantes”, concorda o especialista, que logo em seguida tranquiliza. O pesquisador garante que as máquinas não têm capacidade por si só de ameaçar quaisquer espaços ocupados por humanos. “O ser humano, ele vai se preocupar com aquilo que ele é realmente insubstituível”, explica.
    Confira!
    40 min
  • "Com regionalização, prefeitos vão discutir saneamento"
    Na última semana, a Assembleia de Goiás dividiu o estado em três e criou a lei das Microrregiões de Saneamento Básico (MSBs) para o Centro, Leste e Oeste. Sobre este e outros assuntos, nesta terça-feira (13), a jornalista Cileide Alves entrevistou no Chega pra cá, programa de O POPULAR, o presidente da Saneago, Ricardo Soavinski.
    Como mostrou O POPULAR, o projeto foi aprovado em definitivo na última quarta-feira (10). Pela proposta, as microrregiões terão entre as competências os serviços de abastecimento de água potável, de esgotamento sanitário, de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, de drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.
    Cada uma terá sua estrutura de governança e o estado e os municípios exercerão a titularidade dos serviços públicos de saneamento básico de interesse comum. Uma resolução vai definir a forma da gestão administrativa de cada MSB. E os representantes legais serão definidos por meio de eleição pelo colegiado microrregional. De acordo com o texto, até essa eleição, o governador de Goiás é quem exercerá a função.
    Para o presidente da Saneago, a regionalização pode possibilitar que haja escala para a operação, para investimentos e uma tarifa que possa ser a mais baixa possível. Por ser um serviço essencial que é a água, é preciso manter a estatal fortalecida e, claro, abrindo possibilidades de ter parcerias no sentido de fazer investimento mais rápido e com mais segurança”, destacou.
    Confira!
    48 min

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Apresentado pela jornalista Cileide Alves, o Chega Pra Cá é uma conversa com pessoas relevantes da sociedade sobre temas pulsantes do dia a dia. É um convite a sentar e refletir sobre agendas em…