Ciência USP - USP

Ciência USP - USP

Download on the App Store

Ciência USP - USP episodes

  • Ciência USP #13: O carboidrato é um vilão ou um injustiçado?
    O carboidrato ganhou fama de vilão porque está presente em grandes quantidades em pães bolos, massas, pizzas, doces… Tudo aquilo que a gente ouve por aí que deve evitar, se quiser emagrecer. No entanto, em uma dieta equilibrada, ele equivale a mais de 50% da alimentação diária. Para desfazer alguns mitos relacionados a esse importante nutriente, Ciência USP conversou com as nutricionistas Eliana Bistriche e Kristy Coelho, ambas pesquisadoras do Centro de Pesquisa em Alimentos – FoRC e colaboradoras do site Alimentos Sem Mitos, e o farmacêutico João Victor Cabral Costa, que faz doutorado em bioquímica no Instituto de Química da USP e integra a equipe do canal Nunca Vi 1 Cientista.
    E mais: no destaque deste episódio, falamos sobre um estudo da Universidade de York, no Reino Unido, que analisou a presença de 14 antibióticos em amostras de águas de rios de 72 países. O resultado é preocupante. Foram encontrados antibióticos em rios de 65% das regiões monitoradas. Em alguns casos, a concentração das substâncias foi 300 vezes maior do que o limite máximo de segurança estipulado pela associação da indústria farmacêutica.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Redação: Luiza Caires e Silvana Salles
    Produção: Silvana Salles, Fabiana Mariz, Matheus Souza e Caio Santana
    Edição de som: Rafael Simões e Beatriz Juska
    14 min
  • Ciência USP #12: Um quebra-cabeça genômico
    Os melhoristas de plantas usam as informações sobre o genoma das espécies para desenvolver cultivares de forma mais dirigida, selecionando características que os tornem mais produtivos ou mais resistentes ao clima, por exemplo. Hoje, cientistas e engenheiros agrônomos já conhecem o genoma do arroz, do milho, do trigo e de muitas outras espécies. Mas o genoma da cana-de-açúcar continua sendo um desafio. E mais: uma pesquisa em filologia resgatou a história de duas supostas bruxas do século 18.
    17 min
  • Ciência USP #12: Um quebra-cabeça genômico
    Os melhoristas de plantas usam as informações sobre o genoma das espécies para desenvolver cultivares de forma mais dirigida, selecionando características que os tornem mais produtivos ou mais resistentes ao clima, por exemplo. Hoje, cientistas e engenheiros agrônomos já conhecem o genoma do arroz, do milho, do trigo e de muitas outras espécies. Mas o genoma da cana-de-açúcar continua sendo um desafio. Tanto é que demorou cerca de 20 anos para serem publicados primeiros sequenciamentos.
    A professora Maria Anne van Sluys, do Instituto de Biociências (IB) da USP, colaborou com dois grupos internacionais que publicaram montagens do genoma da cana em 2018. Ela contou ao Ciência USP que montar o genoma dessa planta tão conhecida é um desafio porque ele é ainda mais complexo do que o genoma humano.
    Um dos principais fatores que contribuem para essa complexidade é o fato de que a cana-de-açúcar é um organismo poliploide. Isso significa que o genoma da planta é organizado não em pares de cromossomos, como é o nosso caso, mas em conjuntos de oito, dez ou até 12 cópias de cromossomos.
    Os trabalhos publicados no ano passado não conseguiram montar um genoma completo, com todas essas cópias de cromossomos. Por isso, Gabriel Margarido, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, não considera que o sequenciamento da cana-de-açúcar seja um problema resolvido. Ele trabalha com genômica funcional e bioinformática e explicou que, apesar das lacunas que ainda existem nos estudos sobre a planta, novas tecnologias já levaram a avanços importantes.
    E também neste episódio…
    A filologia é uma ciência que trabalha que trabalha com fontes históricas escritas. Os pesquisadores dessa área investigam a forma como um texto foi criado pelo autor, o que inclui o tipo de papel, a tinta, as abreviaturas e aspectos da língua escrita. Trabalhando com documentos da Igreja Católica, uma pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP resgatou a história de duas mulheres paulistas que foram acusadas de bruxaria no século 18.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Silvana Salles e Marcelo Canquerino
    Redação: Silvana Salles e Ivanir Ferreira
    Edição de som: Rafael Simões, Aline Rabelo e Paulo Calderaro
    17 min
  • Ciência USP #12: Um quebra-cabeça genômico
    Os melhoristas de plantas usam as informações sobre o genoma das espécies para desenvolver cultivares de forma mais dirigida, selecionando características que os tornem mais produtivos ou mais resistentes ao clima, por exemplo. Hoje, cientistas e engenheiros agrônomos já conhecem o genoma do arroz, do milho, do trigo e de muitas outras espécies. Mas o genoma da cana-de-açúcar continua sendo um desafio. E mais: uma pesquisa em filologia resgatou a história de duas supostas bruxas do século 18.
    17 min
  • Ciência USP #12: Um quebra-cabeça genômico
    Os melhoristas de plantas usam as informações sobre o genoma das espécies para desenvolver cultivares de forma mais dirigida, selecionando características que os tornem mais produtivos ou mais resistentes ao clima, por exemplo. Hoje, cientistas e engenheiros agrônomos já conhecem o genoma do arroz, do milho, do trigo e de muitas outras espécies. Mas o genoma da cana-de-açúcar continua sendo um desafio. Tanto é que demorou cerca de 20 anos para serem publicados primeiros sequenciamentos.
    A professora Maria Anne van Sluys, do Instituto de Biociências (IB) da USP, colaborou com dois grupos internacionais que publicaram montagens do genoma da cana em 2018. Ela contou ao Ciência USP que montar o genoma dessa planta tão conhecida é um desafio porque ele é ainda mais complexo do que o genoma humano.
    Um dos principais fatores que contribuem para essa complexidade é o fato de que a cana-de-açúcar é um organismo poliploide. Isso significa que o genoma da planta é organizado não em pares de cromossomos, como é o nosso caso, mas em conjuntos de oito, dez ou até 12 cópias de cromossomos.
    Os trabalhos publicados no ano passado não conseguiram montar um genoma completo, com todas essas cópias de cromossomos. Por isso, Gabriel Margarido, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, não considera que o sequenciamento da cana-de-açúcar seja um problema resolvido. Ele trabalha com genômica funcional e bioinformática e explicou que, apesar das lacunas que ainda existem nos estudos sobre a planta, novas tecnologias já levaram a avanços importantes.
    E também neste episódio…
    A filologia é uma ciência que trabalha que trabalha com fontes históricas escritas. Os pesquisadores dessa área investigam a forma como um texto foi criado pelo autor, o que inclui o tipo de papel, a tinta, as abreviaturas e aspectos da língua escrita. Trabalhando com documentos da Igreja Católica, uma pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP resgatou a história de duas mulheres paulistas que foram acusadas de bruxaria no século 18.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Silvana Salles e Marcelo Canquerino
    Redação: Silvana Salles e Ivanir Ferreira
    Edição de som: Rafael Simões, Aline Rabelo e Paulo Calderaro
    17 min
  • Ciência USP #11: Novo parente na família humana
    Recentemente, um grupo liderado por pesquisadores da França e das Filipinas descreveu uma nova espécie de hominínio que viveu entre 67 mil e 50 mil anos atrás no Sudeste Asiático. Os hominínios são o grupo de espécies que pertencem à mesma linhagem evolutiva que nós, os Homo sapiens.
    Os cientistas batizaram nosso novo parente evolutivo de Homo luzonensis, em referência à ilha de Luzon, onde os fósseis foram encontrados. Segundo Mercedes Okumura, coordenadora do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da USP, esse achado é importante porque os fósseis evidenciam uma anatomia de mosaico, que combina características mais recentes – presentes no Homo sapiens, por exemplo – com outras muito antigas, encontradas nos Australopithecus.
    Mercedes não participou da pesquisa com os fósseis do Homo luzonensis, mas aceitou conversar com Ciência USP sobre o assunto. Ela também destacou a importância desse achado científico para entender melhor a pré-história da Ásia, região que sempre foi tratada de forma muito periférica pelos cientistas, mas que já trouxe contribuições relevantes para os estudos sobre evolução humana.
    O artigo original sobre esse novo hominínio foi publicado na revista Nature em abril.
    E também neste episódio…
    Colostro é o leite secretado pela mãe nos primeiros dias depois do parto. Uma pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP está pesquisando qual é o papel do colostro na formação da microbiota dos bebês, principalmente dos nascidos prematuros.
    Ficha técnica
    Apresentação e produção: Silvana Salles
    Reportagem: Fabiana Mariz
    Edição de som: Rafael Simões
    13 min
  • Ciência USP #11: Novo parente na família humana
    Conversamos com Mercedes Okumura, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da USP, para entender qual é a importância da descoberta do Homo luzonensis, cujos fósseis foram encontrados nas Filipinas. Também neste episódio: uma pesquisa da USP está analisando como o colostro impacta o desenvolvimento de bebês prematuros
    13 min
  • Ciência USP #11: Novo parente na família humana
    Conversamos com Mercedes Okumura, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da USP, para entender qual é a importância da descoberta do Homo luzonensis, cujos fósseis foram encontrados nas Filipinas. Também neste episódio: uma pesquisa da USP está analisando como o colostro impacta o desenvolvimento de bebês prematuros
    13 min
  • Ciência USP #11: Novo parente na família humana
    Recentemente, um grupo liderado por pesquisadores da França e das Filipinas descreveu uma nova espécie de hominínio que viveu entre 67 mil e 50 mil anos atrás no Sudeste Asiático. Os hominínios são o grupo de espécies que pertencem à mesma linhagem evolutiva que nós, os Homo sapiens.
    Os cientistas batizaram nosso novo parente evolutivo de Homo luzonensis, em referência à ilha de Luzon, onde os fósseis foram encontrados. Segundo Mercedes Okumura, coordenadora do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da USP, esse achado é importante porque os fósseis evidenciam uma anatomia de mosaico, que combina características mais recentes – presentes no Homo sapiens, por exemplo – com outras muito antigas, encontradas nos Australopithecus.
    Mercedes não participou da pesquisa com os fósseis do Homo luzonensis, mas aceitou conversar com Ciência USP sobre o assunto. Ela também destacou a importância desse achado científico para entender melhor a pré-história da Ásia, região que sempre foi tratada de forma muito periférica pelos cientistas, mas que já trouxe contribuições relevantes para os estudos sobre evolução humana.
    O artigo original sobre esse novo hominínio foi publicado na revista Nature em abril.
    E também neste episódio…
    Colostro é o leite secretado pela mãe nos primeiros dias depois do parto. Uma pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP está pesquisando qual é o papel do colostro na formação da microbiota dos bebês, principalmente dos nascidos prematuros.
    Ficha técnica
    Apresentação e produção: Silvana Salles
    Reportagem: Fabiana Mariz
    Edição de som: Rafael Simões
    13 min
  • Ciência USP #10: A volta do sarampo
    Na semana passada, a OMS divulgou que as ocorrências de sarampo no mundo cresceram 300% em 2019, na comparação com o mesmo período de 2018. Que causas estão por trás da volta da doença a regiões onde o problema parecia superado? E mais: num caso que parece tirado de um livro de ficção, pesquisadores dos EUA conseguiram fazer algumas células do cérebro de porcos mortos voltarem a ter atividade metabólica.
    19 min

About Ciência USP - USP

From the publisher's feed

Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.