Ciência USP - USP

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Ciência USP - USP episodes

  • Ciência USP #10: A volta do sarampo
    Na semana passada, a OMS divulgou que as ocorrências de sarampo no mundo cresceram 300% em 2019, na comparação com o mesmo período de 2018. Que causas estão por trás da volta da doença a regiões onde o problema parecia superado? E mais: num caso que parece tirado de um livro de ficção, pesquisadores dos EUA conseguiram fazer algumas células do cérebro de porcos mortos voltarem a ter atividade metabólica.
    19 min
  • Ciência USP #10: A volta do sarampo
    Na semana passada, a OMS divulgou que as ocorrências de sarampo no mundo cresceram 300% em 2019, na comparação com o mesmo período de 2018. Que causas estão por trás da volta da doença a regiões onde o problema parecia superado? E mais: num caso que parece tirado de um livro de ficção, pesquisadores dos EUA conseguiram fazer algumas células do cérebro de porcos mortos voltarem a ter atividade metabólica.
    19 min
  • Ciência USP #10: A volta do sarampo
    “O sarampo até o início da década de 1990 era a segunda causa de mortalidade infantil no mundo. Matava em torno de 2,5 milhões de crianças”, lembra a virologista Marilda Siqueira. Pesquisadora do Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, ela atribui à expansão da cobertura de vacinação uma mudança no panorama daquela época. Segundo informação da Organização Mundial de Saúde (OMS), houve em 2015 um número estimado de 134.200 mortes causadas no mundo, o que representa um declínio de 79% desde 2000.
    A doença é conhecida pelos médicos desde a Idade Média e parecia estar em vias de ser erradicada – pelo menos nas Américas, onde os governos tinham um compromisso neste sentido desde os anos 1990. Mas outro dado da OMS, divulgado na semana passada, deixou transparente que algo aconteceu no meio do caminho: os casos de sarampo no mundo cresceram 300% em 2019, comparado ao mesmo período de 2018.
    Na mesma semana, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos revelou que a epidemia de sarampo por lá está acelerando e já é a segunda pior do país em 25 anos. Enquanto isso, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença, depois que análises de laboratório revelaram que o mesmo subtipo de vírus está circulando no território nacional há mais de 12 meses.
    Quais são as causas por trás desse retorno do sarampo? Segundo os especialistas consultados pelo Ciência USP, falhas nos serviços e maior volume de migrações e viagens internacionais contribuem. Assim como o fato de que menos pais e mães estão levando seus filhos para serem vacinados.
    “A gente não pode desconsiderar o efeito dos movimentos e dos ativistas contra as vacinas que, a partir da ampliação da abrangência da internet, ganharam mais espaço e então também contribuem para essas quedas das coberturas vacinais”, diz o médico epidemiologista Expedito Luna, professor do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMTSP) da USP.
    O podcast desta quinzena conta como decisões de governo podem levar a surtos da doença e por que o movimento antivacina promove um cálculo equivocado sobre os eventuais riscos da nossa principal ferramenta de combate ao sarampo.
    E também neste episódio…
    Parece coisa de livro de ficção, mas não é. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, conseguiram fazer algumas células do cérebro de porcos mortos voltarem a ter atividade metabólica. Para isso, eles injetaram nos vasos cerebrais um líquido substituto do sangue que forneceu oxigênio e outras substâncias para os tecidos.
    As células também reagiram a alguns medicamentos. Depois, testando cortes de tecido do cérebro, os pesquisadores descobriram atividade elétrica em alguns neurônios.
    Isso não quer dizer que o cérebro voltou à vida. Não houve nenhum indício de sinalização elétrica coordenada, que é o que seria necessário pras funções superiores do cérebro, ligadas à consciência. Trata-se apenas de um cérebro com alguma atividade celular.
    A pesquisa foi relatada em um artigo na revista Nature (em inglês) e, no mínimo, reforça que sabemos muito pouco sobre a chamada morte cerebral.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Redação: Silvana Salles e Luiza Caires
    Produção: Fabiana Mariz
    Edição de som: Rafael Simões
    19 min
  • Ciência USP #09: Mulheres que fizeram da ciência a matéria-prima para empreender
    Você já imaginou quais são os desafios enfrentados por quem quer empreender a partir da ciência? Para este episódio de Ciência USP, conversamos com três mulheres que transformaram conhecimento científico em matéria-prima das startups que lideram. Em comum, todas fundaram empresas que foram ou estão incubadas pela Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/Ipen – Cietec e tiveram apoio da Fapesp.
    Além das trajetórias dessas mulheres, falamos também sobre o trabalho de pesquisadores da USP e da Universidade de Trento, na Itália, que utilizaram inteligência artificial para predizer, com alta precisão a presença ou não de câncer colorretal a partir de análises da microbiota intestinal dos pacientes. Quem conta essa história é a Valéria Dias, que é autora de uma reportagem sobre o assunto publicada no Jornal da USP.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    17 min
  • Ciência USP #09: Mulheres que fizeram da ciência a matéria-prima para empreender
    Você já imaginou quais são os desafios enfrentados por quem quer empreender a partir da ciência? Para este episódio de Ciência USP, conversamos com três mulheres que transformaram conhecimento científico em matéria-prima das startups que lideram. Em comum, todas fundaram empresas que foram ou estão incubadas pela Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/Ipen – Cietec e tiveram apoio da Fapesp.
    Além das trajetórias dessas mulheres, falamos também sobre o trabalho de pesquisadores da USP e da Universidade de Trento, na Itália, que utilizaram inteligência artificial para predizer, com alta precisão a presença ou não de câncer colorretal a partir de análises da microbiota intestinal dos pacientes. Quem conta essa história é a Valéria Dias, que é autora de uma reportagem sobre o assunto publicada no Jornal da USP.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    17 min
  • Ciência USP #08: Como entender o que aconteceu em Suzano?
    No dia 13 de março, dois jovens entraram armados na escola estadual Raul Brasil, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. O massacre resultou em 10 mortes. Conforme a investigação da polícia avança, sabemos cada vez mais sobre as atividades dos atiradores nas redes sociais e como eles planejaram o ataque. No entanto, os fatores que os levaram a cometer esse ato de extrema violência continuam a formar um enigma de difícil solução.
    Para este episódio do Ciência USP, conversamos com especialistas de três diferentes disciplinas – psiquiatria, psicologia e sociologia. É nossa tentativa de compreender como um massacre como o de Suzano pôde acontecer.
    Também conversamos com uma psicóloga que está ajudando as famílias e os sobreviventes do massacre. Ela integra o Laboratório de Estudos sobre a Morte do Instituto de Psicologia da USP e faz parte de um grande grupo de voluntários que vem promovendo rodas de conversa e atendimentos individuais com os moradores do bairro e a comunidade da escola Raul Brasil.
    Além disso, no destaque do noticiário de ciência, falamos sobre o fenômeno de branqueamento em massa de corais do litoral norte de São Paulo. O branqueamento é uma resposta natural dos corais a situações de estresse térmico, mas que pode colocar estes curiosos animais em risco quando é recorrente. Um grupo de pesquisadores da USP e de outras instituições estão monitorando este fenômeno, conforme conta uma reportagem do Jornal da USP.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Fabiana Mariz
    Edição de som: Rafael Simões
    Este episódio contém áudio da Radioagência Nacional
    20 min
  • Ciência USP #08: Como entender o que aconteceu em Suzano?
    No dia 13 de março, dois jovens entraram armados na escola estadual Raul Brasil, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. O massacre resultou em 10 mortes. Conforme a investigação da polícia avança, sabemos cada vez mais sobre as atividades dos atiradores nas redes sociais e como eles planejaram o ataque. No entanto, os fatores que os levaram a cometer esse ato de extrema violência continuam a formar um enigma de difícil solução. Para este episódio do Ciência USP, conversamos com especialistas de três diferentes disciplinas - psiquiatria, psicologia e sociologia. É nossa tentativa de compreender como um massacre como o de Suzano pôde acontecer. Também ouvimos uma psicóloga que está atendendo famílias e sobreviventes.
    20 min
  • Ciência USP #08: Como entender o que aconteceu em Suzano?
    No dia 13 de março, dois jovens entraram armados na escola estadual Raul Brasil, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. O massacre resultou em 10 mortes. Conforme a investigação da polícia avança, sabemos cada vez mais sobre as atividades dos atiradores nas redes sociais e como eles planejaram o ataque. No entanto, os fatores que os levaram a cometer esse ato de extrema violência continuam a formar um enigma de difícil solução. Para este episódio do Ciência USP, conversamos com especialistas de três diferentes disciplinas - psiquiatria, psicologia e sociologia. É nossa tentativa de compreender como um massacre como o de Suzano pôde acontecer. Também ouvimos uma psicóloga que está atendendo famílias e sobreviventes.
    20 min

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Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.