Ciência USP - USP

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Ciência USP - USP episodes

  • Ciência USP #08: Como entender o que aconteceu em Suzano?
    No dia 13 de março, dois jovens entraram armados na escola estadual Raul Brasil, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. O massacre resultou em 10 mortes. Conforme a investigação da polícia avança, sabemos cada vez mais sobre as atividades dos atiradores nas redes sociais e como eles planejaram o ataque. No entanto, os fatores que os levaram a cometer esse ato de extrema violência continuam a formar um enigma de difícil solução.
    Para este episódio do Ciência USP, conversamos com especialistas de três diferentes disciplinas – psiquiatria, psicologia e sociologia. É nossa tentativa de compreender como um massacre como o de Suzano pôde acontecer.
    Também conversamos com uma psicóloga que está ajudando as famílias e os sobreviventes do massacre. Ela integra o Laboratório de Estudos sobre a Morte do Instituto de Psicologia da USP e faz parte de um grande grupo de voluntários que vem promovendo rodas de conversa e atendimentos individuais com os moradores do bairro e a comunidade da escola Raul Brasil.
    Além disso, no destaque do noticiário de ciência, falamos sobre o fenômeno de branqueamento em massa de corais do litoral norte de São Paulo. O branqueamento é uma resposta natural dos corais a situações de estresse térmico, mas que pode colocar estes curiosos animais em risco quando é recorrente. Um grupo de pesquisadores da USP e de outras instituições estão monitorando este fenômeno, conforme conta uma reportagem do Jornal da USP.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Fabiana Mariz
    Edição de som: Rafael Simões
    Este episódio contém áudio da Radioagência Nacional
    20 min
  • Ciência USP #07: Temos as armas contra o câncer cervical, mas elas não chegam para todas
    O câncer de colo de útero é o segundo tipo de câncer que mais afeta as mulheres que vivem nas regiões em desenvolvimento. Em 2018, matou 311 mil mulheres em todo o mundo, apesar de ser uma doença curável. Esse tipo de câncer está relacionado com infecções pelo HPV (sigla em inglês para papilomavírus humano), um vírus extremamente comum que é transmitido principalmente pelo sexo.
    Para combater o HPV, a Organização Mundial de Saúde recomenda duas ações importantes: a vacinação de meninas entre nove e 14 anos e, para mulheres adultas, exames de rastreamento de lesões causadas pelo vírus. No Brasil, o exame adotado é o papanicolau.
    Um estudo publicado em fevereiro na revista científica The Lancet estimou que, se as medidas de prevenção e monitoramento não chegarem a mais pessoas, 44 milhões de mulheres serão diagnosticadas com câncer de colo de útero nos próximos 50 anos. Por outro lado, com maior cobertura de vacinação e exames, o número de mulheres diagnosticadas com câncer poderia cair a níveis bastante baixos até o final do século 21.
    Ciência USP convidou o professor Enrique Boccardo, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, para comentar as previsões do artigo do Lancet. Boccardo não participou da pesquisa, mas há 20 anos se dedica a entender os mecanismos que levam o vírus HPV transformar as células infectadas a ponto de causar lesões que podem levar ao câncer.
    Ainda neste episódio, conversamos sobre a pesquisa de uma historiadora que conta como a tuberculose foi fundamental para o crescimento da turística Campos do Jordão, no interior de São Paulo.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção e redação: Silvana Salles e Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    12 min
  • Ciência USP #07: Temos as armas contra o câncer cervical, mas elas não chegam para todas
    O câncer cervical, também conhecido como câncer de colo de útero, tem cura. Mais do que isso: tem prevenção. O problema é que as ferramentas de prevenção não chegam para todas as mulheres. Um estudo recente estimou que, se esse quadro não mudar, 44 milhões de mulheres serão diagnosticadas com esse tipo de câncer nos próximos 50 anos. E também neste episódio: como a tuberculose foi fundamental para o crescimento de uma cidade paulista.
    12 min
  • Ciência USP #07: Temos as armas contra o câncer cervical, mas elas não chegam para todas
    O câncer cervical, também conhecido como câncer de colo de útero, tem cura. Mais do que isso: tem prevenção. O problema é que as ferramentas de prevenção não chegam para todas as mulheres. Um estudo recente estimou que, se esse quadro não mudar, 44 milhões de mulheres serão diagnosticadas com esse tipo de câncer nos próximos 50 anos. E também neste episódio: como a tuberculose foi fundamental para o crescimento de uma cidade paulista.
    12 min
  • Ciência USP #07: Temos as armas contra o câncer cervical, mas elas não chegam para todas
    O câncer de colo de útero é o segundo tipo de câncer que mais afeta as mulheres que vivem nas regiões em desenvolvimento. Em 2018, matou 311 mil mulheres em todo o mundo, apesar de ser uma doença curável. Esse tipo de câncer está relacionado com infecções pelo HPV (sigla em inglês para papilomavírus humano), um vírus extremamente comum que é transmitido principalmente pelo sexo.
    Para combater o HPV, a Organização Mundial de Saúde recomenda duas ações importantes: a vacinação de meninas entre nove e 14 anos e, para mulheres adultas, exames de rastreamento de lesões causadas pelo vírus. No Brasil, o exame adotado é o papanicolau.
    Um estudo publicado em fevereiro na revista científica The Lancet estimou que, se as medidas de prevenção e monitoramento não chegarem a mais pessoas, 44 milhões de mulheres serão diagnosticadas com câncer de colo de útero nos próximos 50 anos. Por outro lado, com maior cobertura de vacinação e exames, o número de mulheres diagnosticadas com câncer poderia cair a níveis bastante baixos até o final do século 21.
    Ciência USP convidou o professor Enrique Boccardo, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, para comentar as previsões do artigo do Lancet. Boccardo não participou da pesquisa, mas há 20 anos se dedica a entender os mecanismos que levam o vírus HPV transformar as células infectadas a ponto de causar lesões que podem levar ao câncer.
    Ainda neste episódio, conversamos sobre a pesquisa de uma historiadora que conta como a tuberculose foi fundamental para o crescimento da turística Campos do Jordão, no interior de São Paulo.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção e redação: Silvana Salles e Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    12 min
  • Ciência USP #06: O clima depois que Colombo chegou à América
    Quando chegou ao Caribe em 1492, Cristóvão Colombo dificilmente poderia imaginar que entraria para a história como um personagem da mudança. Mas um grupo de geógrafos recentemente atualizou uma hipótese que tem tudo a ver com o navegador genovês: a de que a conquista das Américas pelos europeus causou impacto tão grande entre os povos indígenas que acabou por contribuir com o declínio da concentração de CO2 na atmosfera do planeta.
    Para calcular esse impacto, o grupo compilou uma enorme quantidade de dados das ciências naturais e das ciências humanas. Os geógrafos estimaram que haveria 60,5 milhões de pessoas vivendo nas Américas antes da chegada dos europeus. Só no primeiro século de colonização, teriam morrido 55 milhões, vitimadas principalmente por doenças vindas do outro lado do Atlântico. Com um número tão alto de mortes entre os indígenas, muitas cidades, aldeias e lavouras ficaram abandonadas e foram tomadas pela floresta. Enquanto isso acontecia, as plantas dessas áreas capturaram um grande volume de CO2 para crescerem.
    A reportagem do Ciência USP conversou com o arqueólogo Eduardo Neves, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e o geólogo Cristiano Chiessi, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP para entender de onde vêm os dados que alimentaram as estimativas e perguntar se a conta faz sentido. O artigo original foi publicado na revista Quaternary Science Reviews no começo do ano.
    Também neste episódio, falamos sobre um estudo do Instituto de Química da USP que usou um vírus dedo-duro para identificar um tipo de célula responsável por blindar os vasos sanguíneos do cérebro. A pesquisa foi tema de uma reportagem do Jornal da USP.
    Ficha técnica
    Apresentação e produção: Silvana Salles
    Redação: Silvana Salles e Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    Consultoria científica: João Victor Cabral Costa (IQ-USP)
    13 min
  • Ciência USP #06: O clima depois que Colombo chegou à América

    Quando chegou ao Caribe em 1492, Cristóvão Colombo dificilmente poderia imaginar que entraria para a história como um personagem da mudança. Mas um grupo de geógrafos recentemente atualizou uma hipótese que tem tudo a ver com o navegador genovês: a de que a conquista das Américas pelos europeus causou impacto tão grande entre os povos indígenas que acabou por contribuir com o declínio da concentração de CO2 na atmosfera do planeta.

    Para calcular esse impacto, o grupo compilou uma enorme quantidade de dados das ciências naturais e das ciências humanas. Os geógrafos estimaram que haveria 60,5 milhões de pessoas vivendo nas Américas antes da chegada dos europeus. Só no primeiro século de colonização, teriam morrido 55 milhões, vitimadas principalmente por doenças vindas do outro lado do Atlântico. Com um número tão alto de mortes entre os indígenas, muitas cidades, aldeias e lavouras ficaram abandonadas e foram tomadas pela floresta. Enquanto isso acontecia, as plantas dessas áreas capturaram um grande volume de CO2 para crescerem.

    A reportagem do Ciência USP conversou com o arqueólogo Eduardo Neves, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e o geólogo Cristiano Chiessi, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP para entender de onde vêm os dados que alimentaram as estimativas e perguntar se a conta faz sentido. O artigo original foi publicado na revista Quaternary Science Reviews no começo do ano.

    Também neste episódio, falamos sobre um estudo do Instituto de Química da USP que usou um vírus dedo-duro para identificar um tipo de célula responsável por blindar os vasos sanguíneos do cérebro. A pesquisa foi tema de uma reportagem do Jornal da USP.

    Ficha técnica

    Apresentação e produção: Silvana Salles

    Redação: Silvana Salles e Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    Consultoria científica: João Victor Cabral Costa (IQ-USP)

    13 min
  • Ciência USP #06: O clima depois que Colombo chegou à América
    Quando chegou ao Caribe em 1492, Cristóvão Colombo dificilmente poderia imaginar que entraria para a história como um personagem da mudança. Mas um grupo de geógrafos recentemente atualizou uma hipótese que tem tudo a ver com o navegador genovês: a de que a conquista das Américas pelos europeus causou impacto tão grande entre os povos indígenas que acabou por contribuir com o declínio da concentração de CO2 na atmosfera do planeta.
    Para calcular esse impacto, o grupo compilou uma enorme quantidade de dados das ciências naturais e das ciências humanas. Os geógrafos estimaram que haveria 60,5 milhões de pessoas vivendo nas Américas antes da chegada dos europeus. Só no primeiro século de colonização, teriam morrido 55 milhões, vitimadas principalmente por doenças vindas do outro lado do Atlântico. Com um número tão alto de mortes entre os indígenas, muitas cidades, aldeias e lavouras ficaram abandonadas e foram tomadas pela floresta. Enquanto isso acontecia, as plantas dessas áreas capturaram um grande volume de CO2 para crescerem.
    A reportagem do Ciência USP conversou com o arqueólogo Eduardo Neves, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e o geólogo Cristiano Chiessi, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP para entender de onde vêm os dados que alimentaram as estimativas e perguntar se a conta faz sentido. O artigo original foi publicado na revista Quaternary Science Reviews no começo do ano.
    Também neste episódio, falamos sobre um estudo do Instituto de Química da USP que usou um vírus dedo-duro para identificar um tipo de célula responsável por blindar os vasos sanguíneos do cérebro. A pesquisa foi tema de uma reportagem do Jornal da USP.
    Ficha técnica
    Apresentação e produção: Silvana Salles
    Redação: Silvana Salles e Luiza Caires
    Edição de som: Rafael Simões
    Consultoria científica: João Victor Cabral Costa (IQ-USP)
    13 min

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