“Doutor Estranho”. O nome do personagem talvez não corresponda ao que o filme propõe ser. Afinal, a Marvel aposta numa fórmula que deu certo com “Homem de Ferro” para apresentar ao grande público um dos seus super-heróis mais distintos. O filme se destaca por seus visuais psicodélicos e pela abordagem metafísica da existência, mas aquela incômoda sensação de mais do mesmo está lá. Então, o que há de “estranho” no fim das contas?
Neste episódio, nós conversamos sobre “Doutor Estranho” (sem spoilers), o “problema Marvel” e as expectativas para os próximos filmes do estúdio com Guilherme Tomasi, colaborador do cinematório desde 2009 e um cara que conhece muito mais de quadrinhos do que eu e a Raquel juntos.
O texto que abre o programa é um trecho de “Aventuras de Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll (páginas 23 e 24, Coleção Fábula, Editora 34, 2015).
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O cinematório café é um podcast semanal produzido e apresentado por Renato Silveira e Raquel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de temas relacionados ao cinema e às suas áreas correlatas, sempre em um clima de descontração, mas buscando, acima de tudo, reflexões sobre imagens que estão presentes no nosso dia a dia.
A edição e a mixagem de som são do Eduardo Garcia.
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Hyperlinks deste episódio:
— Nossa playlist para este episódio, no Spotify.
— Sobre Marvel e Doutor Estranho:
* How Doctor Strange Creator Steve Ditko Became the “J.D. Salinger” of Comics (The Hollywood Reporter)
* Review da graphic novel “Doutor Estranho: O Juramento” (Universo HQ)
* CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL e a f...