Cinematório

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By Renato Silveira e Kel GomesTV & FilmFilm ReviewsFilm History
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Cinematório episodes

  • cinematório café: “Incompatível com a Vida” reflete sobre temas humanos e políticos
    Conversamos com a diretora Eliza Capai sobre "Incompatível com a Vida", documentário vencedor do festival É Tudo Verdade 2023.

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    Eliza Capai estreou na direção de longas com "Tão Longe é Aqui", de 2013, e de lá pra cá, lançou outros trabalhos, como “O Jabuti e a Anta" (2016), "Espero Tua (Re)volta" (2019), a minissérie "Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime" (2020), além de diversos curtas-metragens e séries para a TV e para a web.

    "Incompatível com a Vida" parte da experiência pessoal da diretora com a perda gestacional e conversa com outras mulheres que tiveram vivências parecidas à sua, refletindo temas humanos e políticos sobre vida e morte, luto, aborto, maternidade, políticas públicas e direitos reprodutivos das mulheres.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    54 min
  • cinematório café: “Assassinos da Lua das Flores” é uma tragédia contemporânea
    Analisamos “Assassinos da Lua das Flores”, filme dirigido por Martin Scorsese e baseado no livro homônimo de David Grann, estrelado por Leonardo DiCaprio, Robert De Niro e Lily Gladstone.

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    Unindo elementos do western e do filme de gângster, “Assassinos da Lua das Flores” é baseado em uma história real, acontecida em Oklahoma, EUA, nos anos 1920. O longa narra o romance improvável entre Ernest Burkhart (DiCaprio) e Mollie Kyle (Gladstone) e acompanha os assassinatos suspeitos de membros da Nação Osage, que se tornaram algumas das pessoas mais ricas no mundo da noite para o dia, depois que o petróleo foi descoberto sob suas terras. A série de crimes levou a uma das primeiras investigações do FBI, quando a organização foi criada por J. Edgar Hoover.

    Com roteiro assinado por Eric Roth e Scorsese, “Assassinos da Lua das Flores” é também um filme sobre a tragédia contemporânea dos genocídios indígenas que ocorreram e ainda ocorrem em vários países colonizados, inclusive no Brasil. Uma história difícil, com personagens de sentimentos ambíguos, mas envolvente e comovente do início ao fim.

    Sentam-se à mesa conosco neste episódio para discutir o filme “Assassinos da Lua das Flores”: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, e Erika Savernini, professora de Cinema da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    1 hr 35 min
  • Em Foco: Franquia “Pânico“
    Neste especial de horror, analisamos todos os filmes da franquia "Pânico", estrelada por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, e criada por Wes Craven e Kevin Williamson.

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    00:00:00 - Introdução

    00:06:00 - Grande Angular: as origens da franquia "Pânico"

    00:45:49 - Ponto de Vista: análise de "Pânico" (1996), "Pânico 2" (1997) e "Pânico 3" (2000)

    01:21:11 - Ponto de Vista: "Pânico 4" (2011)

    01:33:30 - Ponto de Vista: "Pânico 5" (2022) e "Pânico 6" (2023)

    02:07:01 - Zoom: nossas cenas favoritas de ataques do Ghostface

    02:12:41 - Fora de Quadro: relembrando a série inspirada na franquia "Pânico"

    No episódio #38, o podcast Em Foco analisa os filmes da franquia "Pânico", estrelada por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette. Nós discutimos os seis longas da série de horror que renovou o gênero slasher, desde "Pânico" (Scream, 1996), dirigido por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson, até o mais recente, "Pânico 6" (2023), dirigido por Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin.

    Além da análise dos filmes e da metalinguagem usada para comentar e satirizar o cinema de horror, o nosso podcast traz os bastidores da origem da franquia "Pânico", incluindo a controversa relação com o filme independente "There's Nothing Out There", realizando alguns anos antes. Nós também elegemos as melhores cenas de ataque do vilão Ghostface e relembramos a série de TV produzida pela MTV.

    Participam do podcast sobre a franquia "Pânico": Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório; Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG; e Renné França, professor, crítico de cinema e diretor do filme “Terra e Luz”.

    No Em Foco, você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema.

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    2 hr 22 min
  • De Volta Para o Sofá: “Matilda“ (1996)
    Pegue o seu livro favorito e aperte o play para revisitar "Matilda" conosco e descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez!

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    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast De Volta Para Sofá sobre o filme "Matilda":

    00:00:00 - Introdução

    00:04:43 - Memória Afetiva: os impactos que o filme causou ontem e hoje

    00:33:41 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados e cenas que não funcionam mais

    00:44:13 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    00:54:30 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:15:27 - Música de Encerramento

    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1996 e revisitamos o filme "Matilda", a adorável adaptação do livro de Roald Dahl, dirigida por Danny DeVito e estrelada por Mara Wilson.

    Em "Matilda", uma garota-prodígio negligenciada pelos pais finalmente realiza o sonho de ir para a escola. No entanto, ao chegar lá, Matilda se depara com um ambiente tão hostil quanto o de sua casa. Amante dos livros e com um grande senso de justiça e empatia, a menina une forças com seus colegas e a Professora Honey (Embeth Davidtz) para enfrentar todos os problemas, entre eles a terrível Diretora Trunchbull (Pam Ferris).

    No podcast, nós relembramos o quanto "Matilda" marcou a nossa infância com todo o carisma da atriz Mara Wilson e a direção estilizada e bem-humorada de Danny DeVito, que conta ainda com ótimos efeitos especiais. Nós também identificamos aspectos do filme que ficaram datados e elegemos nossas cenas favoritas. Você também vai saber o que as crianças do elenco andam fazendo hoje em dia.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    1 hr 18 min
  • De Volta Para o Sofá: “Querida, Encolhi as Crianças“ (1989)
    Pegue sua tigela de cereais e aperte o play para revisitar "Querida, Encolhi as Crianças" conosco e descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez!

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    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast De Volta Para Sofá sobre o filme "Querida, Encolhi as Crianças":

    00:00:00 - Introdução

    00:06:04 - Memória Afetiva: os impactos que o filme causou ontem e hoje

    00:39:46 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados e cenas que não funcionam mais

    00:49:38 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    01:03:39 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:17:25 - Música de Encerramento

    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1989 e revisitamos o filme "Querida, Encolhi as Crianças" (Honey, I Shrunk the Kids), divertidíssima aventura sci-fi dirigida por Joe Johnston e estrelada por Rick Moranis.

    Grande sucesso de bilheteria e um dos filmes mais reprisados na TV aberta, "Querida, Encolhi as Crianças" acompanha a aventura de quatro jovens vizinhos que são reduzidos a um tamanho microscópico quando são atingidos acidentalmente pelo raio de uma máquina inventada pelo cientista Wayne Szalinski. Seus dois filhos, Nick e Amy, e os filhos do valentão da casa ao lado, Ron e Russ, precisam atravessar o quintal de casa e enfrentar insetos e outros perigos que agora lhes parecem gigantescos.

    No podcast, nós relembramos o sucesso de "Querida, Encolhi as Crianças" na época de seu lançamento e seus incríveis efeitos visuais, premiados no BAFTA. Nós também identificamos aspectos do filme que ficaram datados e elegemos nossas cenas favoritas. Você também vai saber o que as crianças do elenco andam fazendo hoje em dia.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    1 hr 21 min
  • cinematório café: “Ahsoka” abre seu próprio caminho em “Star Wars”
    Em mais uma edição galáctica do podcast, nós analisamos a nova série da franquia "Star Wars" criada por Dave Filoni e protagonizada por Rosario Dawson no papel da ex-Jedi Ahsoka Tano.

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    Nesta edição do cinematório café, nós analisamos "Ahsoka", série da franquia "Star Wars" criada por Dave Filoni e protagonizada por Rosario Dawson no papel da ex-Jedi Ahsoka Tano.

    Treinada por Anakin Skywalker e apresentada aos fãs de "Star Wars" na animação "Clone Wars", Ahsoka fez sua primeira aparição em live-action na segunda temporada de "The Mandalorian". Agora, ela tem sua própria série e reencontra personagens como Sabine Wren (papel de Natasha Liu Bordizzo) e Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead), ambas da série animada "Star Wars Rebels". Juntas, elas tentam descobrir o paradeiro do amigo Ezra Bridger (Eman Esfandi) e impedir o retorno do temido Grande Almirante Thrawn (Lars Mikkelsen), que planeja reerguer o que restou do Império após os eventos de "O Retorno de Jedi". Ao mesmo tempo, Ahsoka encontra pelo caminho uma nova dupla de Siths: Lorde Baylan (Ray Stevenson) e Shin Hati (Ivanna Sakhno).

    Quem se senta à mesa conosco neste episódio para discutir "Ahsoka" é Renné França, professor, crítico e cineasta, diretor do filme “Terra e Luz”.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    1 hr 23 min
  • cinematório café: “Placa-Mãe” leva a ficção científica para o interior de Minas
    Conversamos com o diretor Igor Bastos sobre "Placa-Mãe", longa de animação que conta uma história de ficção científica situada no interior de Minas - ou, como diz a própria descrição, um filme "sci-fi da roça!"

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    No filme "Placa-Mãe", a famosa Metropolis, do clássico sci-fi de Fritz Lang, dá lugar a Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro. A cidade é também a terra-natal do diretor e roteirista Igor Bastos. Na tela, ele conta uma história que se passa no futuro, quando uma andróide decide adotar duas crianças órfãs -- algo inédito na sociedade até então. Mas apesar da boa intenção dela, um político reacionário faz de tudo para impedir a formação da nova família.

    Antes de chegar ao circuito comercial, “Placa-Mãe” circulou por vários festivais, inclusive fora do país. A animação foi selecionada, por exemplo, para o renomado Sitges - Festival Internacional de Cinema Fantástico da Catalunha, e para a 24ª Semana Internacional do Cine Fantástico de Costa del Sol, também na Espanha, além de festivais no Equador, México, Portugal e Estados Unidos. No Brasil, o filme foi selecionado para a 17ª CineBH e para o 13º ANIMAGE - Festival Internacional de Animação de Pernambuco.

    Igor Bastos tem formação em cinema de animação pela Escola de Belas Artes da UFMG. “Placa-Mãe” foi produzido pela Espacial Filmes e Flash Minas, com uma equipe totalmente mineira. A distribuição é da O2 Play.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    34 min
  • cinematório café: “Amanhã” emociona com retrato da desigualdade social no Brasil
    Na 2ª parte da nossa cobertura da 17ª CineBH, comentamos os filmes latinos e brasileiros exibidos na Mostra Continente, entre outros destaques.

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    Nesta edição do cinematório café, nós conversamos com o diretor Marcos Pimentel sobre o documentário "Amanhã", exibido na 17ª Mostra CineBH e no É Tudo Verdade, entre outros festivais. O filme parte da proposta de um registro da desigualdade social na região Centro-Sul de Belo Horizonte para mostrar o quanto este problema é muito mais amplo e reflete a condição do nosso país.

    “Amanhã” começa em 2002, quando Marcos Pimentel filmou o encontro de crianças que vivem em lados opostos da Barragem de Santa Lúcia, na capital mineira: um dos garotos, José Tomás, vive em um condomínio no bairro de maior poder aquisitivo, enquanto os irmãos Cristian e Júlia moram em uma casa no aglomerado do Morro do Papagaio. Vinte anos depois, o diretor retornou ao local para tentar promover o reencontro daquelas crianças, agora adultas, e saber o que a vida reservou para elas.

    “Amanhã” faz um retrato da desigualdade social escancarada nessa região de BH, mas vai além e se revela um filme que fala sobre todo o país, pensando a polarização, questões de classe, raça, e como em duas décadas o Brasil foi virado e revirado por diferentes mudanças e crises. Tudo isso ancorado em uma narrativa de muita sensibilidade.

    O documentário foi exibido na CineBH após ter competido no festival É Tudo Verdade 2023. Entre os festivais por onde o filme também passou estão a CineOP -- Mostra de Cinema de Outro Preto, e o FAM -- Florianópolis Audiovisual Mercosul, onde ganhou o prêmio do Júri Popular.

    Marcos Pimentel é mineiro de Juiz de Fora. Sócio da Tempero Filmes, ele vive e mora em Belo Horizonte e, antes de "Amanhã", fez os também aclamados documentários “Fé e Fúria”, “A Parte do Mundo que me Pertence” e “Sopro”, entre outros longas e curtas-metragens.

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    37 min
  • cinematório café na 17ª CineBH: Filmes da Mostra Continente e otras cositas más
    Na 2ª parte da nossa cobertura da 17ª CineBH, comentamos os filmes latinos e brasileiros exibidos na Mostra Continente, entre outros destaques.

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    Nesta edição do cinematório café, nós damos continuidade à nossa cobertura da 17ª CineBH -- Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, com nossos comentários sobre os filmes latinos e brasileiros exibidos na Mostra Continente, entre outros destaques do festival.

    Na Mostra Continente, a CineBH exibiu 14 longas este ano, sob o título da temática desta edição, "Territórios da Latinidade". Nós comentamos no podcast: "Las Preñadas" (Pedro Wallace, Argentina/Brasil); "Rejeito" (Pedro de Filippis, Brasil); "El Grossor del Polvo" (Jonathan Hernández, Mexico); "Nada Sobre meu Pai" (Susanna Lira, Brasil); "Amanhã" (Marcos Pimentel, Brasil); e "O Estranho" (Flora Dias e Juruna Mallon, Brasil).

    Outros filmes exibidos na 17ª CineBH que nós também comentamos no podcast: “Gerais da Pedra”, do trio Diego Zanotti, Gabriel de Oliveira e Paulo Junior; “Lô Borges – Toda Essa Água”, de Rodrigo de Oliveira; “Placa-Mãe”, de Igor Bastos; e “Fedro”, de Marcelo Sebá.

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    1 hr 15 min
  • cinematório café na 17ª CineBH: Filmes da Mostra Território
    Na 1ª parte da nossa cobertura da 17ª CineBH, comentamos os longas-metragens latinos exibidos em competição na Mostra Território.

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    Nesta edição do cinematório café, nós apresentamos a primeira parte da nossa cobertura da 17ª CineBH -- Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, e comentamos os filmes exibidos na primeira competição do festival: a Mostra Território.

    Este ano, oito longas, de sete países latinos, foram exibidos: "Guapo'y" (Sofia Paoli Thorne, Paraguai/Catar), grande vencedor da competição; "Otro Sol" (Francisco Rodriguez Teare, Chile/França/Bélgica); "Moto" (Gastón Sahajdacny, Argentina); "Llamadas desde Moscu" (Luis Alejandro Yero, Cuba); "A La Sombra de la Luz" (Isabel Reyes e Ignacia Merino, Chile); "Diógenes" (Leonardo Barbuy, Peru); "Puentes en el Mar" (Patricia Ayala Ruiz, Colômbia); e "Toda Noite Estarei Lá" (Tati Franklin e Suellen Vasconcelos, Brasil). A curadoria da seleção é assinada por Cléber Eduardo, Leonardo Amaral e Ester Fér.

    O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.

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    1 hr 7 min

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