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O programa deste sábado (31) lança um Outro Olhar para a comunicação pública, para a comunicação política, um olhar da experiência. Traremos aqui nesta edição, a visão, o olhar de quem já viveu nos vários lados do balcão. E o mais bacana disso tudo é que o nosso convidado é um grande cronista. Enfim, o Outro Olhar sobre comunicação traz justamente alguém que tem experiência, tem bagagem porque atravessou por diversos desafios tanto no setor público, como na iniciativa privada e não apenas é reconhecido, como é querido nas duas esferas.
Das coisas que eu mais gosto é ouvir. Ouvir o outro, mergulhar em sua história, em seu problema, em sua questão. Escutar, na verdade. É mais do que ouvir. Talvez seja um pouco de vocação natural, um pouco do cacoete de escritor, de jornalista. Entender os enredos das histórias, suas curvas, suas surpresas, seus detalhes paralelos. E escutar enriquece, porque, no fundo, você se apropria do outro, enriquece com a entrega do outro.
E a ideologia chegou ao esporte. As olimpíadas estão aí para provar. Eu nao vou citar este ou aquele caso específico, mas basta vocês darem uma olhada nas notícias. Tudo muito facilmente vira militância, vira motivo de vitimização de uns e de suposta opressão de outros.
Brasil, um país com toda uma carga paternalista, patrimonialista, clientelista, tem visto nascer uma geração de jovens empreendedores – e isso é incrível. Executivos, empresários, jovens que dão lu-cro. Sim, lucro! E, portanto, empregam, fazem a roda da economia e da vida girar, tocam o mundo pra frente, põem o peito n’água, correm risco para além das estabilidades convencionais. Meninos e meninas que desvendam até mesmo esse sistema tributário maluco e voraz, essa burocracia brasileira endoidecida.
O governo Bolsonaro tem, claramente, um problema de forma – pelo menos para parte significativa dos brasileiros e até seus eleitores. Não é só comunicação stricto sensu, mas também de estilo, de linguagem, de verbalização, de tom de voz, de jeito, de postura – tudo isso que envolve o universo da percepção, da estética.
Ter uma empresa é uma escola. A parte mais incrível é a liberdade de criar, de crescer, de evoluir e também de gerar oportunidades e de trazer outras pessoas contigo.
O programa deste sábado (24) aborda a causa da doação de medula óssea — uma causa humanitária. E vamos fazer isso a partir de uma experiência concreta e uma ação concreta.
A discussão sobre o voto auditável não é sobre Bolsonaro, mas é sobre o país. Nem tudo pode cair para essa disputa. Não é porque o presidente está defendendo o voto auditável que o assunto precisa ser satanizado.
O governo do Estado anunciou, nesta semana, a criação de três centros de referência regionais especializados em autismo – ou TEA (transtorno do espectro autista). O autismo é uma causa que muitas vezes é deixada de lado. E precisa ser tirada da sombra e colocada sobre a luz.
Parece antipático, mas assim é que deveria ser. Se criou uma falsa ideia, nos ambientes partidários, de que qualquer pessoa deve ser chamada a ingressar num partido e a concorrer – especialmente se tiver alguma espécie de círculo de relações, alguma dose de notoriedade ou alguma chance qualquer de fazer voto.
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