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O mercado de educação no país mudou completamente. E, nesse contexto, as universidades comunitárias estão precisando fazer uma necessária readaptação de suas estruturas. Não se trata de mera vontade, mas de uma necessidade dos novos tempos. Gestão boa é quando se toma atitude para, quem sabe, sair mais forte lá na frente.
A Argentina está quebrada e, no meio de todo o rebuliço e da pobreza, eis que o governo teve tempo para aprovar o uso da linguagem neutra em documentos do país: o "todes". É a tal agenda progressista servindo para fazer um proselitismo barato e excludente.
O povo não aguenta mais que o criminoso hediondo fique na cadeia uma parte pequena da pena e já migre para o regime aberto ou semiaberto. Um importante assunto para tratar com seu candidato.
No RS já temos um quadro de candidatos a governador praticamente fechado. Todos têm trajetória e são conhecidos. Dá para saber o que esperar do futuro do Estado dependendo da escolha que fizermos. E é possível fazer um bom e qualificado debate político.
Estou de férias, mas minha colega Melina Fernandes comanda o programa Outro Olhar deste sábado. A reinvenção da universidade é a pauta da conversa com a reitora da Universidade de Passo Fundo (UPF), Bernadete Dalmolin.
A pandemia trouxe um novo significado para o lar e, com isso, uma aceleração na busca de mais conforto. No programa “Outro Olhar” converso sobre isso com Zé Barbosa, fundador do Lineastudio Arquiteturas. Vamos entender as mudanças de cultura e hábitos das famílias brasileiras com relação ao jeito de morar.
As convenções partidárias estão começando, quando teremos as definições sobre as candidaturas. Eleição é democracia, é pluralidade e também é a convivência de diferenças. Boa hora para começar a estudar os candidatos!
O setor do turismo foi um dos mais golpeados pela pandemia e um dos últimos a retomar em sua plenitude. Para fomentar o turismo no Rio Grande, o governo do Estado lançou o Mapa de Comportamento do Turista e a nova edição da feira virtual Viva o RS. Um trabalho com o mercado, com o turista e com todas as regiões - que têm muito a oferecer.
Eleição se ganha com um público fiel, somado a um público aderente. O Bolsonaro tem mais ou menos 30% de eleitores cativos. Seu grande desafio é chegar aos 50% e fazer com que essa outra parcela - entre ele e Lula - o considere o “menos pior”. Numa eleição majoritária, é preciso dialogar com todos os públicos.
Mesmo quando estamos fazendo algo pretensamente importante, talvez ali ao lado, em nossa vida, tenha algo ainda mais importante - é preciso parar, observar e equilibrar as prioridades. Depois do apito final, não adianta mais querer jogo. Ainda é tempo, comecemos agora: em primeiro lugar, o que mais importa.
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