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Vamos falar sobre uma experiência concreta de família cristã. No programa "Outro Olhar", converso com Tiba Camargos, influenciador católico e pai homeschooler.
O excesso de telas e de aparelhos eletrônicos para nossas crianças, no longo prazo, pode afetar o desenvolvimento da criatividade, da linguagem, da organização, da atenção e da memória. A educação dos pais e dos filhos para o consumo saudável do digital é um dos maiores desafios atuais do comportamento para as famílias. E o exemplo tem que partir de nós - não uma fuga da tecnologia, mas uma modulação.
Estão banalizando o termo “polarização”. E, às vezes, quem a rejeita acaba sendo também um polo de radicalização.
Nosso sistema de poder é tripartite - Executivo, Legislativo e Judiciário - e cada um com suas atribuições. Mas há, claramente, e não é de hoje, um esvaziamento do Executivo — que trará como consequência ainda mais instabilidade.
Mais um caso de estupro ganha as notícias nacionais. Não há como não reforçar uma manifestação de objeção, de repulsa, de revolta e de combate. E claro que a gente fica pensando sobre o nosso modelo penal, que daqui a pouco vai permitir que este cidadão saia do regime fechado.
A Argentina parece andar em círculos. Essas crises têm muitas causas, mas um problema comum: gasto público elevado.
A pandemia trouxe aprendizados e também exigiu uma rápida transformação digital. No Outro Olhar, trouxemos as experiências gaúchas, o fomento à inovação e o cenário deste mundo “tech” que vivemos. Conversei com Jorge Krug, diretor de Tecnologia da Informação e Inovação do Banrisul.
Hoje compartilho uma bela crônica de Sergio Jockymann, publicada na Folha da Tarde em 1978: “Os Votos”. O texto completo está lá no meu Facebook: facebook.com.br/benvegnucleber
No comentário de hoje, sigo falando sobre o combate aos privilégios. É preciso entender o DNA cultural dos privilégios, que no Brasil está muito ligado ao nosso modelo de colonização - a coroa veio primeiro, só depois veio o povo. E temos consequências disso até hoje, como uma crença excessiva no Estado e diminuta na sociedade.
Hoje o assunto é o armamento da população civil. Dados evidenciam que os países mais armados do mundo não estão entre os mais violentos. Não se trata de sair armando todo mundo - tem que ter treinamento e regras -, mas é preciso permitir essa proteção contra bandidos.
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