Clube das Lobas

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By Patrícia PhoenixArtsBooks
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Clube das Lobas episodes

  • "A GENTE SE CONHECE DEMAIS", crônica de Ana Suy
    @C.T. compartilha conosco esta crônica da Psicanalista Ana Suy, que se conecta com o #7 "O corpo jubiloso, a carne selvagem". Vejam o que diz Clarissa Pinkola no #7: “No corpo, não há nada que ‘devesse ser’ de algum jeito...”
    (...)
    A questão selvagem está em saber se esse corpo sente, se ele tem um vínculo adequado com o prazer, com o coração, com a alma, com o mundo selvagem. Ele tem alegria? Ele tem Felicidade? (...) É só isto que importa".
    4 min
  • #8 A preservação do Self - Armadilha no. 4: Danos aos instintos básicos, a consequência do cativeiro
    É na voz de @Brighid, que o Clube das Lobas faz ecoar as advertências de Clarissa Pinkola sobre a Armadilha no. 4. "SEM O LÚDICO, NÃO HÁ VIDA CRIATIVA." (p. 293) "Em seu estado saudável e característico, o Self selvagem não é dócil e vazio." (p. 292) "Chamem a alma do que quiserem - a união com o lado selvagem, a esperança no futuro, uma corrente de energia, a paixão pela criação, um jeito de ser, de fazer, o ser amado, o noivo selvagem, a "pluma pousada no sopro de Deus". Quaisquer que sejam a palavras ou imagens que empreguemos para descrever esse aspecto da nossa vida, foi ele que foi capturado. É por isso que o espírito da psique fica tão desolado." (p. 291)
    6 min
  • #8 - A preservação do Self - A armadilha no. 3: a queima do tesouro La hambre del alma
    Na voz de @Phoenix, seguimos na leitura e nos comentários da Armadilha no. 3. Quando a vida sexual, profissional e afetiva de uma mulher fica reduzida a cinzas, destruída no fogo que queima seu tesouro, os sapatinhos vermelhos feitos à mão, ela pode querer compensar com sexo sem limites para se sentir desejada, por drogas tanto lícitas (como medicamentos antidepressivos, por exemplo) quanto ilícitas, inclusive álcool. Tudo para lhe saciar a fome de alma.
    14 min
  • #8 A preservação do Self - A Armadilha no 2: A velha secarrona, a força senescente
    A PERDA DO VÍNCULO COM A ALMA. A mulher perde este vínculo ao entrar em carruagens douradas que podem torná-la um animal num cativeiro. São mulheres que podem se anular em prol de um relacionamento ou que desistem de sua vocação para se encaixarem em valores culturais mais aceitáveis. Esta armadilha pode levar à outra, que será igualmente destrutiva: a busca por qualquer coisa que substitua os sapatinhos feitos à mão. "Corremos o risco de nos agarrar à primeira coisa que promete fazer com que voltemos a nos sentir vivas." (#8, p. 286)
    10 min
  • Trecho de "A Tecelã", de Barbara Koltuv, homenagem a Juliana Cordeiro
    Anoitecemos e amanhecemos impactadas pela perda trágica, por feminicídio, de Juliana Teixeira Cordeiro, idealizadora da página Mulheres que correm com os lobos, no Facebook. Nossos corações femininos selvagens se unem, em sororidade, "numa irmandade que cura", neste momento de dor. Como um bálsamo, é na voz de @Brighid que o Clube das Lobas expressa sua empatia e luto, a partir da leitura de um trecho do capítulo 2 de "A Tecelã", segundo livro da série Biblioteca Junguiana de Psicologia Feminina, obra de Barbara Black Koltuv. Hoje somos todas Juliana Cordeiro, que morreu como muitas: imolada. "Lembre-se disto..."
    15 min
  • "A incapacidade de receber apoio é uma resposta ao trauma", por Jamila White
    No #8, Clarissa Pinkola nos conta que, diante da perda traumática dos sapatos vermelhos feitos à mão, uma menina órfã decide substituí-los por outro par de sapatos vermelhos que lhe levou a caminhar sem controle até a perda dos pés. Esta menina, ao perder os pés, exclama: nunca mais desejarei os sapatos vermelhos. Como se não fosse mais digna de sentir ou despertar nenhum afeto em relação a si mesma. Esta reflexão feita a partir do #8, associada a uma conversa no Grupo do WhatsApp, na qual S.B. nos dizia: "estou cansada de fazer tudo sozinha. (...) Temos que pedir ajuda.", me vieram à mente quando encontrei este texto de Jamila White, publicado por Coyote Phoenix no Facebook. Resolvi traduzi-lo e deixá-lo aqui, no nosso Clube das Lobas, para que possamos nos perceber dignas de receber apoio e amor de outras pessoas, após experiências traumáticas. Fazer tudo sozinha é uma resposta, do coração ferido, ao trauma, isto é uma tática de sobrevivência para quem perdeu "os pés", a base, o apoio ou o controle de sua vida. A mulher que viceja se sabe digna de receber apoio e amor sem ter que fazer tudo sozinha, sem ter que mendigar por suporte e por afeto. "A INDEPENDÊNCIA EXTREMA É UM GOLPE PREVENTIVO CONTRA O CORAÇÃO PARTIDO."
    6 min

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Conversas do Grupo de Leitura "Mulheres que correm com os lobos"