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CNN Pelo Mundo episodes

  • Nagorno-Karabakh pode ter limpeza étnica após vitória de Azerbaijão
    Neste episódio, Américo Martins e Camila Olivo falam sobre o fim da autoproclamada República de Nagorno-Karabakh, cujo controle passa por gerações de guerras intermitentes e frágeis momentos de cessar-fogo entre Armênia e Azerbaijão.  O presidente Samvel Shahramanyan anunciou na quinta-feira (28) que o governo autônomo será dissolvido a partir de 2024, após o Azerbaijão lançar uma ofensiva bem-sucedida para retomar a região no Cáucaso. Para o geógrafo e professor de Geopolítica do Laboratório de Pesquisa em Relações Internacionais das Faculdades de Campinas (Facamp), James Onnig, o Azerbaijão venceu o conflito e agora vai iniciar um “processo de limpeza étnica” para acabar com a presença armênia na região. “Retomar Nagorno-Karabakh representa um papel simbólico do poderio do atual governo azerbaijano”, afirma o professor. Entre outros fatores, “aquela região pode ser utilizada para a passagem de gasodutos e oleodutos vindos do Mar Cáspio, que é um dos pontos mais importantes de exploração de hidrocarbonetos do planeta”, de acordo com James Onnig. Ouça também: Justiça de Nova York determina que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, cometeu fraude; o novo acordo contra a imigração nas fronteiras entre EUA e México; o ultimato do presidente do Paraguai, Santiago Peña, à União Europeia; e Rússia tenta voltar ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.  Apresentação: Américo Martins e Camila Olivo
    Produção: Bruna Sales
    Edição: Raphael Henrique
    45 min
  • Brasil restaurou sua dignidade perante as Nações Unidas
    Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde teve reuniões bilaterais com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. A atuação de Lula nas discussões restaurou a posição de liderança brasileira, na avaliação do cientista político Hussein Kalout, pesquisador de Harvard e ex-secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.   O professor avalia ainda que a ambição brasileira de conquistar um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas é legítima e contribuiria para a credibilidade internacional do país, mas pouco alteraria os poderes de veto do grupo. Ouça também: Polônia anuncia que vai interromper o fornecimento de armas à Ucrânia; pesquisa publicada pelo jornal britânico The Guardian revela que um terço dos europeus vota em partidos extremistas.  Apresentação: Américo Martins e Ricardo Gouveia
    Produção: Bel Campos e Rodrigo Tammaro
    Edição: Raphael Henrique
    41 min
  • Joe Biden tem fragilidades maiores do que processo de impeachment
    Nesta semana, o presidente da Câmara dos Estados Unidos, Kevin McCarthy, cedeu a pressões dos colegas republicanos e abriu um inquérito de impeachment contra Joe Biden. No entanto, ainda sem provas que indiquem um eventual crime financeiro do presidente americano, a chance de o democrata ser afastado do cargo é "zero", na avaliação do professor e analista de Relações Internacionais Carlos Gustavo Poggio. O professor ainda apontou que a inflação nos Estados Unidos representa uma fragilidade muito maior para a campanha pela reeleição de Biden. Ouça também: chega ao fim busca pelo brasileiro condenado à prisão perpétua nos Estados Unidos; ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, diz que Brasil pode reavaliar adesão ao Tribunal Penal Internacional; tempestades provocam tragédia humanitária na Líbia, país dividido por governos paralelos.  Apresentação: Américo Martins e Ricardo Gouveia
    Produção: Bel Campos e Rodrigo Tammaro
    Edição: Raphael Henrique
    42 min
  • G20 tem cúpula mais rachada da história
    Os 19 países e a União Europeia estão divididos em vários pontos e devem se manifestar de acordo com interesses próprios na Cúpula do G20, de acordo com o analista sênior de Internacional da CNN Américo Martins. O evento acontece na Índia nos dias 9 e 10 de setembro.  Falando diretamente de Nova Delhi, Américo conversa com Camila Olivo sobre como o governo indiano está usando o evento para tentar se projetar como grande potência global.   Na Cúpula, a Índia transmite de forma simbólica a presidência do G20 para o Brasil - válida oficialmente a partir de dezembro. Américo Martins explica sobre os desafios brasileiros, que estarão pela primeira vez na liderança do grupo que reúne as maiores economias globais. Ouça também: Mercosul apresenta documento com respostas às demandas da União Europeia para conclusão de acordo de livre comércio; Ucrânia avança, mas muito pouco, na contraofensiva, enquanto russos negociam armas com norte-coreanos; e México descriminaliza o aborto em todo o país.  Apresentação: Américo Martins e Camila Olivo
    Produção: Bruna Sales 
    Edição: Raphael Henrique
    38 min
  • Guerras ganham nova dimensão com uso de drones
    Neste episódio, Américo Martins e Camila Olivo falam sobre a principal arma usada na guerra na Ucrânia pelos dois lados em conflito: os drones. A Rússia viu, na última quarta-feira (30), um dos maiores ataques desse tipo em seu território desde o início da guerra.  Para o coronel da reserva e mestre em ciências militares, Paulo Roberto da Silva Gomes Filho, “o uso de drones no conflito está ganhando uma nova dimensão”.  De acordo com Paulo Roberto Filho, esse tipo de arma é “muito vantajoso para os dois lados” por ser mais barato do que foguetes e mísseis, mas “especialmente para a Ucrânia”, que consegue adaptar dispositivos que inicialmente não tinham essa finalidade.  Como enviado especial da CNN à Ucrânia, Américo Martins acompanhou um batalhão do exército ucraniano destacado para pilotar os drones. O correspondente afirmou que ficou “muito surpreso com a criatividade deles”, porque chegou a ver drones civis até de madeira sendo usados como arma. “Eles não têm os armamentos suficientes nem todos os recursos que gostariam, então apelam para a criatividade, aparentemente com algum sucesso”, destaca Américo Martins. Ouça também: as expectativas para  a Cúpula de Líderes do G20, na Índia; os impactos do furacão Idália nos Estados Unidos; a publicação de um novo mapa da China; o golpe militar no Gabão e a proibição do uso de abaya nas escolas públicas da França. Apresentação: Américo Martins e Camila Olivo
    Produção: Bruna Sales e Rodrigo Tammaro
    Edição: Raphael Henrique
    42 min
  • Quem ganha e quem perde com a expansão dos Brics
    Neste episódio, Américo Martins e Camila Olivo analisam a entrada oficial da Arábia Saudita, da Argentina, do Egito, dos Emirados Árabes, da Etiópia e do Irã como membros plenos dos Brics, bloco de grandes países em desenvolvimento inicialmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O bloco aprovou a entrada dos novos membros durante a 15ª Cúpula dos Líderes dos Brics, realizada em Joanesburgo, na África do Sul, de 22 a 24 de agosto. Américo Martins, que esteve presente no evento, conta sobre os bastidores da escolha dos novos membros. Para ele, a China pretende usar os Brics como contraponto ao G7. De acordo com o professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard, Vitélio Brustolin, “a China ganha com essa expansão e tem o grupo para ela nesse momento”.  O professor explicou que o Itamaraty ficou dividido sobre o aumento do número de membros, porque seria a “entrega do poder do Brasil, que é dissolvido dentro de um grupo claramente dirigido pela China” em um momento em que o Brasil “precisa de uma estratégia de longo prazo como nação”.  Ouça também: a visita do presidente Lula à Angola e à São Tomé e Príncipe; a queda do avião em que estaria o chefe do grupo mercenário Wagner, Yevgeny Prigozhin, e o  ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pagou fiança para deixar o presídio após se entregar às autoridades. Apresentação: Américo Martins e Camila Olivo
    Produção: Bruna Sales
    Edição: Raphael Henrique
    42 min
  • Argentina, Equador e Paraguai: as novas lideranças em destaque
    Neste episódio, Américo Martins e Camila Olivo falam sobre movimentações políticas importantes em três países da América do Sul: Equador, Argentina e Paraguai. No Equador, o brutal assassinato de Fernando Villavicencio, candidato abertamente crítico da corrupção, chocou o país antes das eleições presidenciais e legislativas, a serem realizadas no domingo (20). “Existe um temor de que muita gente não vote, por conta do pânico instalado nas sociedade equatoriana” em meio a uma “escalada absurda da violência em um país tomado por narcotraficantes”, disse Américo Martins.  Na Argentina, o ultradireitista Javier Milei, mesmo tendo ficado em 1º lugar nas eleições primárias, aponta fraude no sistema eleitoral. “Esse tipo de político extremista, especialmente da direita e excessivamente libertário, fala mais do que consegue entregar e fomenta muito teorias da conspiração”, apontou o analista sênior.  Por fim, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, tomou posse na terça-feira (15) com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A repórter Marina Demori, que esteve na capital Assunção, descreveu o encontro dos dois líderes como um importante aceno do petista à boa convivência com um conservador de direita.  Ouça também: o telefonema entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente Lula; atualizações da guerra na Ucrânia; a Arábia Saudita e o #sportswashing e o marco de dois anos do Talibã no poder no Afeganistão.  Apresentação: Américo Martins e Camila Olivo
    Produção: Bruna Sales
    Edição: Raphael Henrique
    45 min
  • Carta de Belém decepciona; violência dá as caras na eleição do Equador
    Neste episódio, Roberto Nonato e Américo Martins falam sobre a Declaração de Belém, o principal documento da Cúpula da Amazônia, realizada na capital do Pará.  O texto não incluiu metas únicas para zerar o desmatamento ilegal nos países amazônicos nem informações sobre a exploração de petróleo na região, como destacou o repórter Pedro Teixeira, que cobriu o evento. De acordo com o analista sênior Américo Martins, a cúpula deveria ter acordado “metas mais duras” para poder cobrar dos países desenvolvidos ajuda financeira e tecnológica para a Amazônia.  Ainda na América do Sul, o mundo foi pego de surpresa com o assassinato do candidato à presidência do Equador, Fernando Villavicencio, baleado na saída de um comício na quinta-feira (10).  Américo destacou que o país passa por um momento de polarização política muito forte, mas também por “um problema gravíssimo de segurança pública, por conta do narcotráfico e do crime organizado”. O analista recordou que o parlamentar de 59 anos disse à CNN em maio que o Equador havia se tornado um “narcoestado”, e que ele se propunha a liderar e lutar contra o que ele chamou de “máfia política”. Ouça também: as movimentações da guerra na Ucrânia e a atualização do golpe militar no Níger.  Apresentação: Roberto Nonato e Américo Martins
    Produção: Bruna Sales
    Edição: Raphael Henrique
    41 min
  • Na linha de frente: jornalistas da CNN reportam a guerra na Ucrânia in loco
    Neste episódio, Roberto Nonato expõe o cenário atual da guerra entre Rússia e Ucrânia ao lado de Américo Martins, enviado especial para a Ucrânia, e de Mathias Brotero, repórter que acompanhou o mês inicial do conflito diretamente do Leste Europeu.  Américo Martins passou por Kiev, capital da Ucrânia, e depois ficou baseado em Kharkiv, segunda maior cidade do país, a 40km da Rússia. De lá, visitou Izium, totalmente destruída pela guerra; esteve em trincheiras em Kupiansk, local inicialmente tomado por Moscou e depois recuperado pela Ucrânia; e um posto avançado a 700m da fronteira com a Rússia, onde vivenciou o dia a dia dos soldados que se arriscam na linha de frente.  Já Mathias Brotero estava em Kiev no dia em que o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou o que ele chamava de “operação militar especial” no território ucraniano, em 24 de fevereiro de 2022. O repórter também passou alguns dias na Polônia, acompanhando a crise migratória gerada pela fuga de milhões de refugiados. Apresentação: Roberto Nonato e Américo Martins
    Produção: Bruna Sales
    Edição: Raphael Henrique
    46 min
  • Reforma judicial abala democracia de 75 anos em Israel
    A identidade de Israel está sendo "esfacelada" na opinião da professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Monique Sochaczewski. Em entrevista a Roberto Nonato, a historiadora analisa a onda de manifestações após a aprovação de uma lei que limita os poderes da Suprema Corte israelense.  Monique diz que a conjuntura atual “não tem precedente”. “É um momento marcante porque Benjamin Netanyahu conhece a política interna israelense e está rifando aspectos tidos como bons do país em função de um projeto político bem questionável”, destaca a integrante do Summer Institute for Israel Studies da Brandeis University.    Participa ainda deste episódio a cientista política e professora de Relações Internacionais da ESPM, Denilde Holzhacker, comentando os resultados do encontro entre a presidente do banco dos Brics, Dilma Rousseff, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin; as movimentações da semana na guerra na Ucrânia e as eleições gerais na Espanha. Ouça também: o golpe de Estado no Níger, após a destituição e prisão do presidente Mohamed Bazoum. Apresentação: Roberto Nonato 
    Produção: Bruna Sales
    Edição: Raphael Henrique
    35 min

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