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No episódio de hoje, eu converso com a Taynah de Oliveira Marques Tiburcio, a Tatá, da página @meumundonachina. Nascida em Natal, no Rio Grande do Norte, ela já viveu em Portugal e hoje constrói sua vida em Changsha, na China, ao lado do marido Rafael e do filho Miguel, enquanto espera a chegada do Davi.
A maternidade da Tatá começou longe de casa, em um país com costumes, língua e formas de cuidado muito diferentes das que conhecemos no Brasil. Sem rede de apoio, ela viveu a gestação, o parto e o pós-parto atravessada por choques culturais e por práticas que desafiaram tudo o que ela acreditava sobre o próprio corpo e sobre o maternar.
Entre as tradições rígidas do pós-parto, as decisões difíceis no parto e os sentimentos de culpa que vieram depois, ela precisou encontrar espaço para elaborar a própria experiência, ressignificar as escolhas e reconstruir-se emocionalmente ao longo do caminho.
Falamos sobre mudança de país, parto no exterior, pós-parto em outra cultura, maternidade sem rede de apoio e sobre o que acontece quando nossos padrões mais enraizados são colocados à prova.
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A gente se encontra no próximo episódio.
Um beijo,
Giovanna
No episódio de hoje, eu converso com Suellen Vallandingham — paraense, nascida em Belém, que hoje vive na Noruega ao lado do marido Logan e da filha Elouise.
Formada em Biologia, a Suellen não imaginava que sua vida tomaria tantos rumos diferentes depois da mudança de país. Entre aprender um novo idioma, se tornar mãe longe da rede de apoio e reconstruir sua identidade profissional, ela precisou se reinventar em várias camadas ao mesmo tempo.
Hoje, ela empreende com uma loja de cadernos e calendários, produz conteúdo, estuda Teologia e Gestão e também atua como coordenadora de um ministério infantil. Mas essa construção não veio pronta — foi acontecendo aos poucos, com medo, adaptação e muita coragem no processo.
Falamos sobre o peso do idioma na experiência de quem vive fora, a sensação de não pertencimento, as escolhas que a maternidade exige quando se está longe da família e o que significa recomeçar em um lugar completamente novo.
Uma conversa honesta sobre identidade, fé, maternidade e os caminhos que a gente constrói — mesmo quando eles são diferentes do que um dia imaginamos.
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A gente se encontra no próximo episódio.
Um beijo,
Giovanna
No episódio de hoje, eu converso com Nathalia Foz. Ela nasceu em Santos, já viveu na Espanha, na Nova Zelândia e em Portugal, e hoje mora em Montreal, no Canadá, com o marido Philippe e o filho Lourenzo, de 6 anos.
Foi no Canadá que a maternidade da Nathy ganhou um novo contorno: o Lourenzo recebeu o diagnóstico de autismo ainda pequeno. A partir dali, começou uma jornada intensa de incertezas, descobertas e muita resiliência — tudo isso vivendo no exterior e sem rede de apoio por perto.
A Nathy compartilha o impacto do diagnóstico, os anos de espera sem saber se o filho seria verbal, os desafios emocionais e práticos dessa caminhada e também as decisões difíceis que precisou tomar para garantir as terapias de que o Lourenzo precisava. Em meio a tudo isso, ela se reinventou profissionalmente e encontrou no empreendedorismo uma forma de sustentar o tratamento do filho.
Falamos sobre autismo, maternidade no exterior, culpa, força, amor e reinvenção — e sobre como cada pequena conquista pode carregar um significado imenso.
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A gente se encontra no próximo episódio.
Um beijo,
Giovanna
No episódio de hoje, eu converso com a Patricia Toussie — ou, como muitos a conhecem, a Paty Nyorquina. Paulistana, ela vive há 24 anos em Nova York, é casada com o David e é mãe do Sam, da Nancy e do Daniel. Hoje, trabalha como guia de turismo e planejadora de viagens na cidade que nunca dorme. Mas essa não foi sua primeira versão.
Durante muitos anos, a Paty se dedicou integralmente à maternidade e à vida na comunidade judaica em que está inserida — uma rotina intensa, marcada por tradições, expectativas sociais e uma presença constante na escola e na vida dos filhos. Como tantas mulheres imigrantes, ela construiu sua família longe da própria rede de apoio, equilibrando cultura, religião e identidade em outro país.
Foi só aos 40 anos, depois de uma longa pausa profissional, que ela decidiu se reinventar. Começou no Instagram quando quase ninguém “mostrava a cara”, enfrentou julgamentos, foi contra a maré — e precisou acreditar nela mesma antes que os outros acreditassem.
Falamos sobre imigração, pressão social, coragem, fé, redes sociais e a possibilidade real de recomeçar — mesmo quando parece tarde demais.
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Um beijo,
Giovanna
No episódio bônus de hoje, eu recebo uma convidada muito especial: a minha mãe, Laura. Ela mora em São Paulo, enquanto eu estou em Montreal e meu irmão em Sydney. Três vidas espalhadas pelo mundo e uma mãe que aprendeu a amar, cuidar e acompanhar tudo à distância.
Depois de tantos anos compartilhando a rotina comigo, ela precisou reinventar a maternidade quando eu fui morar fora. A presença virou saudade, o cuidado virou chamada de vídeo e o orgulho passou a atravessar oceanos.
A gente conversa sobre o dia da minha partida, os medos que ela nunca contou, as alegrias e os desafios de ser mãe — e avó — de longe, e também sobre como ela transformou a própria vida depois que os filhos foram embora.
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A gente se encontra na próxima temporada.
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Giovanna
No episódio de hoje, eu converso com Bianca Mello — mãe do Noah, grávida de uma menina, pediatra formada no Brasil e, hoje, uma mãe imigrante construindo uma nova vida no sul de Portugal.
Depois de anos atuando como pediatra e cuidando do Noah dentro de uma rede de apoio no Brasil, a Bianca precisou adaptar o seu maternar a uma realidade completamente nova: outro país, outra cultura, outro sistema de saúde e um dia a dia sem a mesma base familiar de antes. Entre consultas que funcionam de um jeito diferente e rotinas que vão sendo reconstruídas na prática, ela descobriu que gestar e criar filhos no exterior é um exercício constante de presença, flexibilidade e coragem.
Falamos sobre o que realmente importa na saúde infantil, como navegar o sistema de saúde quando tudo é novo, quais sinais merecem atenção — e como recursos simples, como sol, natureza, movimento, rotina e suplementação, podem fortalecer o cuidado cotidiano das famílias que vivem no exterior.
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Giovanna
No episódio de hoje, eu converso com a Fernanda Pregnolato Zerbinati, que carrega na mala uma vida marcada por movimento, intensidade e escolhas feitas com o coração aberto. Nascida em São Paulo, ela já morou na Holanda, na Austrália, na Itália e hoje cria seus dois meninos, Noah e Liam, em London, no Canadá.
A Fê viveu muita coisa em pouco tempo: um amor que chegou rápido, um casamento que aconteceu antes do mundo reabrir, uma maternidade que a convidou a mergulhar no presente — mesmo quando a vida parecia correr mais rápido do que ela. E foi justamente nesse ritmo acelerado que ela descobriu algo precioso: que presença é decisão diária, e que quality time nasce da intenção, não da perfeição.
Falamos sobre a intensidade como força transformadora, sobre memórias afetivas que viajam com a gente, sobre criar filhos longe da família e sobre como a maternidade na imigração pode abrir espaço para vínculos novos, mais leves e mais nossos.
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Giovanna
No episódio de hoje, converso com Tathi Yumi — mãe do Leonardo, de quase 11 anos, e brasileira que trocou São Paulo por Singapura. Depois de 18 anos no mundo corporativo, ela deixou planilhas, reuniões e relatórios para atravessar oceanos, se reinventar como criadora de conteúdo e viver a maternidade em um país totalmente diferente. Entre escola nova, idiomas desconhecidos e a rotina do dia a dia, a Tathi conta como foi se redescobrir como mãe, mulher e profissional — e como cada recomeço foi moldando uma nova versão dela mesma.
Falamos sobre maternidade com um filho pré-adolescente, sobre a adaptação a outra cultura, sobre saudade e descobertas. Uma conversa sobre coragem, identidade e a arte de se reinventar longe de casa.
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Giovanna
No episódio de hoje, converso com Bruna Maier, mãe solo de três filhos com pais, idiomas e culturas diferentes, vivendo em Malta há mais de 15 anos. Entre julgamentos, recomeços e arrependimentos — incluindo o choque de uma laqueadura que mudou seus planos — Bruna fala com sinceridade sobre o que significa criar filhos fora do roteiro tradicional.
Falamos sobre maternidade solo, diferenças culturais entre os filhos, adaptação, amor e os caminhos que a vida abre quando a maternidade acontece longe de casa. É uma conversa honesta, intensa e cheia de afetos que atravessam fronteiras.
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Giovanna
No episódio de hoje, eu converso com a Nathalia Aliberti — engenheira de alimentos, mãe da Rebeca e uma brasileira que já chamou três países de casa: Emirados Árabes, Qatar e agora, Alemanha. Foi em Doha, no meio da pandemia, que ela viveu um dos momentos mais intensos da maternidade: o parto da filha, sozinha, sem o marido e sem falar o idioma local.
Entre medos, descobertas e recomeços, Nathalia percebeu — só depois — que havia se virado em inglês, e mais do que isso, havia encontrado uma força que nem sabia que tinha. 🌍
Falamos sobre vulnerabilidade, sobre o que é se tornar mãe longe de tudo o que é familiar, e sobre como seguir criando raízes mesmo quando o chão muda o tempo todo.
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Um beijo,
Giovanna
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