
Sign up to save your podcasts
Or


Quando falamos sobre crianças e telas, a preocupação costuma ser: quanto tempo é permitido?
Mas uma pesquisa publicada no JAMA Pediatrics (2024) nos convida a ampliar essa discussão.
Não é apenas sobre quanto tempo a criança passa diante de uma tela, mas sobre o que ela assiste, como utiliza a tecnologia e o que deixa de acontecer enquanto a tela está presente.
E existe uma questão importante: como nós, adultos, estamos utilizando nossas próprias telas na presença dos nossos filhos?
Estar fisicamente presente não significa estar emocionalmente disponível.
Neste episódio do Compassivamente, compartilho o que a ciência tem mostrado sobre o uso de telas na primeira infância e orientações práticas para construir uma relação mais saudável com a tecnologia.
Sem culpa, sem terrorismo e sem exigir uma parentalidade perfeita. Mas com mais consciência sobre a importância da conexão.
🎧 Episódio 110 disponível no Spotify.
Referência científica:
Early Childhood Screen Use Contexts and Cognitive and Psychosocial Outcomes: A Systematic Review and Meta-analysis. JAMA Pediatrics, 2024.
Você gosta de rotina ou precisa dela para se sentir seguro?
Às vezes, escolher sempre o conhecido não é apenas uma preferência. Pode ser uma forma de evitar a incerteza e o desconforto que vêm com aquilo que não conseguimos prever.
E quanto mais evitamos o novo, menos descobrimos que somos capazes de lidar com ele.
🎙️ EP. 109 — Por que eu sempre escolho o que já conheço?
Já disponível no Compassivamente.
Você começa animado, mas depois de alguns dias perde o ritmo?Talvez o problema não seja falta de disciplina. Pode ser a forma como você está tentando construí-la.🎙️ No novo episódio do Compassivamente:Por que eu não consigo manter disciplina?
Você se compara e quase sempre chega à mesma conclusão: “Eu deveria estar melhor.”
Mas será que essa comparação é justa?
Você conhece todos os seus bastidores, mas enxerga apenas uma parte da vida do outro.
🎙️ No episódio 107 do Compassivamente:Por que você sempre perde quando se compara?
Já disponível. 🤍
“Será que eu tenho dedo podre?”
Você muda de pessoa, muda de história, promete que dessa vez será diferente… mas, em algum momento, percebe que está sentindo as mesmas coisas de novo.
A insegurança.
O medo de perder.
A dúvida sobre o lugar que ocupa.
A tentativa de fazer aquela pessoa ficar.
E quanto menos segurança ela oferece, mais você parece se envolver tentando conseguir segurança naquela relação.
Por que alguns padrões se repetem tanto?
E será que aquilo que você chama de “química” é sempre conexão — ou parte dessa intensidade também pode vir dos afastamentos, da incerteza e do enorme alívio quando a pessoa volta?
🎙️ No novo episódio do Compassivamente, conversamos sobre por que podemos nos envolver repetidamente em relações que nos fazem mal e, principalmente, como começar a reconhecer esse padrão.
Episódio 106 — Por que eu sempre me relaciono com pessoas que me fazem mal?
Já disponível. 🤍
Você errou. E agora?
Quanto tempo de culpa seria suficiente para compensar o que você fez?
Uma semana? Um ano? Dez anos?
Existe uma diferença entre assumir a responsabilidade por um erro e continuar se punindo por ele.
Se você já reconheceu, reparou o que era possível e aprendeu com o que aconteceu, continuar sofrendo não muda o passado.
No episódio de hoje, vamos falar sobre perdão e sobre uma pergunta importante:
Até quando você precisa pagar pelo seu erro?
🎙️ Novo episódio do Compassivamente.
A vergonha faz a gente querer se esconder, evitar, desaparecer… como se sentir vergonha dissesse algo sobre quem somos.
Mas o que você faz quando ela aparece? Você se afasta? Se critica? Fica revivendo a situação na cabeça?
No episódio 104 do Compassivamente, vamos conversar sobre como lidar com a vergonha sem deixar que ela decida por você.
🎧 Episódio 104 — O que você faz quando sente vergonha?
Você fez algo que gostaria de ter feito diferente.
E agora a culpa apareceu.
Talvez sua mente volte várias vezes para o que aconteceu:
“Eu não deveria ter feito isso.”
“Eu deveria ter percebido antes.”
“Como eu pude agir assim?”
A culpa pode ter uma função importante: ela pode nos ajudar a reconhecer quando nossas atitudes se afastam daquilo que é importante para nós, reparar um dano e fazer diferente da próxima vez.
No episódio desta semana do Compassivamente, conversamos sobre como lidar com a culpa: por que sentimos essa emoção, o que ela tenta nos sinalizar e, principalmente, o que fazer quando ela aparece.
O que você faz quando sente medo?
Espera ele passar?
Tenta se convencer de que não deveria estar sentindo?
Evita aquilo que despertou o medo?
Ou só segue em frente, tentando ignorá-lo?
Quando a nossa vida começa a ser organizada em torno de não sentir medo, aos poucos ele passa a decidir por nós.
🎙️ No episódio 102 do Compassivamente, vamos conversar sobre o que fazer quando sentimos medo e como aprender a escutá-lo sem necessariamente obedecê-lo.
Você já desejou simplesmente não sentir alguma coisa?
Não sentir medo.
Não sentir ansiedade.
Não sentir raiva.Não sentir culpa.
Não sentir aquela tristeza que apareceu justamente quando parecia que estava tudo bem.
Nesse episódio do Compassivamente, eu te convido a olhar para as emoções por uma perspectiva diferente: não como algo que precisa ser eliminado, mas como parte de um sistema que tenta nos ajudar a responder ao que acontece dentro e fora de nós.
Porque sentir uma emoção não significa que você precisa obedecê-la. E nem tudo o que sentimos precisa ser combatido.
From the publisher's feed